Concorrente anunciando multigigabit
O provedor da cidade já vende 2,5 ou 10 Gbps. Ficar parado vira argumento de venda para ele.
Expansão · Provedores
Da porta da OLT ao computador do assinante, cada elo conferido para o plano multigigabit entregar o que o anúncio promete.
Planejamento de oferta de 10 Gbps é preparar rede e produto para vender planos multigigabit sem prometer o que a rede não entrega: porta de acesso, uplinks, backbone, trânsito, equipamento do cliente e regras do plano. É para o provedor que vê concorrente anunciando acima de 1 Gbps ou recebe pedido de empresa e não sabe por onde começar. O resultado é saber onde o plano pode ser vendido hoje, quanto custa liberar o resto e como medir a velocidade.
É conferir cada elo entre a internet e o aparelho do assinante para a velocidade vendida caber em todos. O elo mais fraco define o plano, e quase nunca é a fibra.
O planejamento começa pela viabilidade técnica da rede atual: quais OLTs aceitam portas de 10 Gbps, quais caixas e splitters suportam a nova tecnologia e onde a conta de potência fica no limite.
Numa rede FTTH, o caminho mais usado para 10 Gbps simétricos é o XGS-PON, que divide a fibra com o GPON usando outros comprimentos de onda [CONFIRMAR na norma]. O desenho da rede passiva está no projeto de rede XGS-PON.
O resultado entra no business case da oferta: quanto custa preparar cada área e quantos clientes pagam essa preparação. O planejamento cobre quatro camadas:
Placas e portas de 10 Gbps na OLT, coexistência com o GPON e número de clientes multigigabit por porta. Uma porta compartilhada não aguenta muitos assinantes usando o plano cheio ao mesmo tempo.
Uplink da OLT, anel de backbone e capacidade de trânsito e de caches com folga para o novo perfil de uso. Um cliente de 10 Gbps pesa no pico como dezenas de clientes comuns.
ONU com porta de 10 Gbps, roteador com Wi-Fi recente e cabeamento interno que suporte a velocidade. Sem isso, o assinante mede 900 Mbps e liga reclamando.
Público, preço, área de venda, onde a velocidade é medida e o que o contrato diz. É a camada que evita reclamação de velocidade que a rede entrega, mas o cliente não vê.
Seis situações pedem o plano antes de anunciar a velocidade. Se uma delas é a sua, o anúncio pode sair antes de a rede estar pronta.
O provedor da cidade já vende 2,5 ou 10 Gbps. Ficar parado vira argumento de venda para ele.
Escritório, clínica ou estúdio quer banda alta com subida simétrica, e o GPON não comporta.
Escolher a próxima OLT sem pensar em 10 Gbps pode obrigar a trocar de novo em poucos anos.
O tráfego de pico encosta na capacidade dos uplinks. Vender planos maiores sem ampliar derruba todo mundo.
Quem já tem plano alto mede pelo Wi-Fi e acha pouco. Com 10 Gbps, o problema aumenta se o produto não for pensado.
Uma expansão é o momento de projetar a rede para 10 Gbps desde o início, com custo menor que adaptar depois.
São cinco etapas, da leitura da rede ao piloto com poucos clientes. A venda em escala só começa depois que o piloto mostra o uso real.
OLTs, placas, uplinks, backbone, trânsito e caches levantados, com o tráfego de pico dos últimos meses.
Prazo: [PREENCHER]
Mapa das áreas onde o plano pode ser vendido sem obra e lista do que falta nas outras, com custo de engenharia de cada ajuste.
Prazo: [PREENCHER]
Público, regras de medição, equipamento do cliente e limite de clientes por porta, definidos com você.
Prazo: depende da sua agenda
Poucos clientes ativados, com uso de porta, uplink e trânsito medidos durante o período combinado.
Duração do piloto: [PREENCHER]
O que o piloto mostrou, ajustes no produto e o gatilho de ampliação de cada camada conforme a base cresce.
Prazo: [PREENCHER]
O planejamento cobre a rede inteira, do acesso ao trânsito, e as regras técnicas do produto. Projeto passivo, troca de OLT e ampliação de backbone têm páginas próprias, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende do número de OLTs e POPs, das camadas avaliadas e do piloto acompanhado. O valor exato sai por escrito depois da conversa inicial.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de OLTs e POPs | Cada OLT tem placas, portas e uplinks próprios | Um POP contra cinco POPs em cidades diferentes |
| Marcas de OLT | Plataformas diferentes pedem conferência separada de placas | Rede com duas marcas de OLT |
| Camadas avaliadas | Backbone e trânsito somam tempo de análise | Só acesso contra rede inteira |
| Piloto acompanhado | Medição do uso real pede coleta e análise | Dez clientes acompanhados durante o piloto |
| Dados de tráfego | Gráficos históricos prontos poupam coleta | Zabbix ou Grafana com meses de histórico |
Faixa de preço para um provedor com até três POPs: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Equipamentos são cotados por você junto aos fornecedores, com a especificação que o planejamento define.
Confira os erros que fazem o plano multigigabit virar reclamação, a escolha da tecnologia de acesso e as regras de medição. Use esta seção para avaliar qualquer proposta, inclusive a de um fabricante.
Falhas que aparecem nos primeiros clientes e viram fama na cidade.
Porta de 10 Gbps com uplink de 10 Gbps na OLT significa que poucos clientes lotam a saída. O uplink precisa crescer junto.
Nenhum aparelho sozinho recebe 10 Gbps pelo Wi-Fi. O plano soma vários aparelhos e portas com cabo, e isso precisa estar claro na venda.
Teste de velocidade num servidor distante ou de pouca capacidade mostra menos que a rede entrega. Veja o servidor de speedtest Ookla dentro da rede.
Cabo antigo entre a ONU e o computador limita a velocidade. Para 10 Gbps por cabo de cobre, a categoria e o comprimento fazem diferença [CONFIRMAR na norma].
A escolha define custo de OLT e ONU, quantos clientes cabem por porta e se a rede atual é aproveitada.
| Tecnologia | Velocidade da porta | Uso indicado |
|---|---|---|
| GPON | 2,5 Gbps descida e 1,25 Gbps subida | Planos até 1 Gbps |
| XGS-PON | 10 Gbps nos dois sentidos | Residências e empresas multigigabit |
| Ponto a ponto 10G | 10 Gbps dedicados por fibra | Empresas com banda garantida |
Para vender a residências e pequenas empresas aproveitando a fibra GPON existente. Veja a coexistência de GPON e XGS-PON.
A capacidade útil da porta fica abaixo dos 10 Gbps nominais por causa do protocolo [CONFIRMAR valor no fabricante]. Limite os clientes do plano cheio por porta.
Empresa que exige banda garantida e não aceita compartilhar porta com outros clientes.
Cada cliente usa uma fibra e uma porta. O produto se aproxima do link dedicado e precisa ser vendido como tal.
O plano precisa dizer onde e como a velocidade é medida antes de o primeiro cliente assinar.
A Anatel tem regras de qualidade e de medição para banda larga fixa que valem também para planos altos [CONFIRMAR na norma].
A recomendação ITU-T G.9807.1 define o XGS-PON, e as classes de potência mudam o alcance da rede [CONFIRMAR na norma].
Defina no contrato que a velocidade é medida na porta da ONU, por cabo, num servidor dentro da sua rede. É o único ponto que o provedor controla.
Com estes dados, a leitura da rede começa no primeiro dia.
Modelo, versão, placas instaladas e slots livres de cada OLT.
Pico de uplinks, backbone e trânsito dos últimos meses, de preferência com histórico de um ano.
Para quem vender primeiro, em quais bairros e se a ideia é plano de destaque ou produto de volume.
Porque o plano é feito por quem projeta acesso, backbone e borda, e não só uma dessas partes. Seis compromissos valem para todo planejamento.
Acesso, backbone, trânsito e equipamento do cliente avaliados pelo mesmo Especialista, sem elo esquecido.
[PREENCHER: anos de experiência em redes de provedor da equipe]
A especificação de OLT, ONU e roteador vem da necessidade da rede, não da meta de um fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
O uso real de poucos clientes define o limite por porta, em vez de uma suposição de planilha.
Piloto medido faz parte do planejamento
Áreas aptas e áreas que precisam de ajuste num mapa que o comercial entende e usa.
Mapa de áreas entregue com o relatório
Onde e como medir a velocidade fica definido antes da venda, para o suporte ter resposta pronta.
Regra de medição entregue junto com o produto
Cada camada da rede tem o ponto em que precisa crescer, para a oferta não degradar com a base.
[PREENCHER: redes preparadas para multigigabit até hoje]
O planejamento é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando o piloto pede medição no local.
Leitura das OLTs e dos gráficos de tráfego por acesso seguro, desenho do produto por videochamada e piloto acompanhado à distância.
Visita ao POP e medição na casa dos clientes do piloto, quando necessário. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de vender planos acima de 1 Gbps. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Confere cada parte da rede, da porta da OLT ao equipamento do cliente, e define as regras técnicas do plano. O resultado é saber onde vender, quanto custa liberar o resto e como medir.
Depende do número de OLTs e POPs, das camadas avaliadas e do piloto. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato vem na proposta.
Serve, e muitas vezes começa com um plano de destaque para poucos clientes numa área só. O limite por porta e por uplink diz até onde dá para ir sem obra.
O prazo típico é [PREENCHER] até o desenho do produto, mais a duração do piloto. Ampliações de rede, se necessárias, têm prazo próprio.
Em geral, não: o XGS-PON usa a mesma fibra do GPON, com outros comprimentos de onda. O que costuma mudar é a placa da OLT, a ONU e, às vezes, a conta de potência.
Depende do uso real, que o piloto mede. Como a porta é compartilhada, o limite de clientes do plano cheio é bem menor que o número de assinantes que a porta atende.
Não num único aparelho. Os 10 Gbps se dividem entre vários aparelhos e portas com cabo; o Wi-Fi do assinante precisa ser pensado junto com o plano.
Pode valer como plano de destaque e para públicos específicos, como quem trabalha com arquivos grandes. O planejamento mostra o impacto na rede antes da decisão comercial.
Depende da folga atual e de quantos clientes o plano terá. Quando falta capacidade, o caminho é o dimensionamento de capacidade de backbone.
Inventário das OLTs, gráficos de tráfego dos uplinks e do trânsito e a sua ideia de público para o plano. Com isso, a leitura da rede começa logo.
Três serviços que transformam o plano em rede pronta. Cada um amplia uma camada diferente.
A rede passiva preparada para 10 Gbps por porta, com o mapa de ruas aptas.
Ver o projeto de rede XGS-PON
Placas e portas novas na OLT, com os clientes migrados sem queda prolongada.
Ver a migração de GPON para XGS-PON
Uplinks e anel ampliados para aguentar o tráfego dos planos multigigabit.
Ver o upgrade de uplinks para 100 GbpsTrês guias técnicos sobre o que muda na rede com planos acima de 1 Gbps.
Como GPON e XGS-PON dividem a mesma fibra sem interferir um no outro.
A conta de potência que decide se a rede atual aceita XGS-PON.
O que acontece com o trânsito quando o consumo por cliente dispara.
Orçamento
Diga quantas OLTs você tem e para quem quer vender primeiro. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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