Um ataque lotou o trânsito
O link bateu no limite por minutos ou horas, e todos os assinantes sentiram por causa de um alvo.
BGP · Provedores
Um comando na sua borda pede às operadoras que descartem o tráfego de um IP atacado, antes que o ataque lote o link de todos os assinantes.
Configuração de blackhole BGP é deixar a borda pronta para pedir, por community, que a operadora descarte o tráfego destinado a um IP sob ataque. É para o provedor que já viu um ataque encher o link de trânsito e derrubar todo mundo por causa de um assinante. O resultado é um IP parado no lugar de um provedor inteiro, com o processo testado antes do dia do ataque.
É um anúncio marcado que manda a operadora jogar fora todo o tráfego para um endereço. O alvo fica fora do ar, e o resto do provedor segue funcionando.
Um ataque maior que o seu link já chega cheio: nada feito dentro da rede resolve. O blackhole leva o descarte para o lado da operadora, antes do gargalo, usando o próprio BGP para fazer o pedido.
O seu roteador anuncia o IP atacado, um /32 em IPv4 ou /128 em IPv6, com a community de blackhole da operadora. Ela reconhece a marca e descarta. O anúncio sai do seu ASN, então só vale para blocos seus ou dos seus clientes.
O nome técnico é RTBH (Remotely Triggered Black Hole). Ele pode ser montado em quatro formas, conforme quem descarta e o que dispara o pedido:
A forma mais comum. Cada operadora tem a sua community, e o descarte acontece na rede dela, longe do seu link.
Os route servers do IX.br podem repassar o pedido de descarte aos participantes [CONFIRMAR suporte por localidade no IX.br]. Alivia a porta do ponto, não o trânsito.
Com uRPF, o roteador descarta pacotes vindos de origens marcadas. Serve para conter fontes conhecidas, mas não alivia um link que já chega cheio.
O pedido pode sair de um comando da equipe ou de um sistema que analisa os fluxos e detecta o ataque sozinho.
Seis situações mostram que o blackhole precisa estar pronto antes do próximo ataque. No dia, não há tempo para descobrir a community certa.
O link bateu no limite por minutos ou horas, e todos os assinantes sentiram por causa de um alvo.
Assinantes que jogam on-line costumam virar alvo de ataques curtos e frequentes, quase sempre à noite.
Alguém exigiu pagamento para parar os ataques. Ter o descarte pronto tira força da ameaça.
Hoje você liga para a operadora e espera alguém atender. Com community, o pedido sai da sua borda.
Provedores menores pendurados na sua borda precisam pedir descarte por você, com filtro que limite o que pedem.
A configuração existe, mas ninguém sabe se a operadora ainda aceita a marca. Descobrir no ataque custa caro.
São cinco etapas, e o teste final acontece em cada operadora com um IP de laboratório. No fim, a sua equipe dispara e desfaz o blackhole sozinha.
Community, tamanho aceito, suporte a IPv6 e se a sessão precisa ser liberada do lado delas.
Prazo: [PREENCHER]
Que tamanhos podem sair, para quem, com que marca e como o pedido é desfeito.
Prazo: [PREENCHER]
Rota de gatilho, filtros de saída e travas aplicados com backup e roteiro de volta.
Duração da janela: [PREENCHER]
Um IP sem assinante vai para o blackhole, e o descarte é conferido de fora da sua rede.
Prazo: na mesma janela
Passo a passo escrito e um ensaio com quem vai disparar o blackhole no dia do ataque.
Prazo: [PREENCHER]
A configuração deixa o descarte pronto, travado e testado em cada operadora. Detecção automática e limpeza de tráfego têm páginas próprias.
É um serviço pontual, e o preço depende de quantas operadoras e roteadores entram. O valor exato sai por escrito depois da conferência.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de operadoras | Cada uma tem community, regras e teste próprios | Duas operadoras nacionais e uma regional |
| Roteadores da borda | A rota de gatilho precisa chegar a todos eles | Dois roteadores com iBGP entre si |
| IX.br junto | Mais uma sessão com regra de descarte e teste | Porta no IX.br de São Paulo |
| Disparo automático | Integrar com o sistema de detecção pede mais teste | Detecção por fluxos já instalada |
| Clientes com ASN | Cada cliente recebe filtro para o que pode pedir | Três provedores menores na sua borda |
Faixa de preço para duas operadoras e um roteador: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A community de blackhole costuma não ter custo na operadora [CONFIRMAR em cada contrato].
Confira quando o blackhole é a ferramenta certa, os erros que fazem ele piorar o ataque e o que perguntar a cada operadora. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
As três respostas a um ataque diferem em quem fica no ar e no que você precisa ter antes. A tabela resume.
| Opção | O alvo fica no ar | O que precisa antes |
|---|---|---|
| Blackhole BGP | Não | Community da operadora e travas na borda |
| Flowspec | Sim, se o filtro for preciso | Operadora que aceite Flowspec do cliente |
| Limpeza de tráfego | Sim | Contrato com serviço de limpeza |
Ataque grande contra um IP residencial, em que o assinante parado é aceitável.
O atacante consegue o que queria contra aquele alvo. Por isso o blackhole tem hora para acabar.
Ataque com padrão claro, como uma porta ou protocolo, que pode ser filtrado sem tirar o alvo do ar.
Poucas operadoras aceitam Flowspec de clientes [CONFIRMAR com cada operadora], e regra larga demais derruba tráfego bom.
Servidor ou cliente empresarial que não pode parar, com contrato de disponibilidade.
Precisa estar contratada e integrada antes do ataque. Veja a integração com scrubbing.
Quatro falhas que transformam o blackhole em problema. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Se a operadora não reconhece a marca, o /32 vira um anúncio comum e pode atrair ainda mais tráfego para o alvo. Por isso o teste é obrigatório.
Um filtro de saída frouxo espalha rotas de host para a internet. Só pode sair /32 com a marca de descarte, e só para quem a reconhece.
Um erro de digitação manda um /24 para o blackhole e derruba centenas de assinantes. A trava recusa qualquer tamanho acima do combinado.
O ataque passa e o IP continua fora por dias. O procedimento precisa dizer quem desliga e quando conferir.
Referências públicas sobre o descarte remoto. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Define a community padrão BLACKHOLE, 65535:666, que algumas operadoras e pontos de troca aceitam [CONFIRMAR na norma].
Descrevem o descarte disparado remotamente, pelo destino e pela origem com uRPF [CONFIRMAR na norma].
Define o Flowspec, que leva regras de filtro pelo BGP em vez de descartar o destino inteiro [CONFIRMAR na norma].
As respostas mudam a configuração. Leve estas perguntas para o comercial e para o NOC da operadora.
Algumas aceitam só /32, outras até /24. Saber o limite evita pedido ignorado no meio do ataque.
Há operadoras que descartam só o tráfego que entra pelas fronteiras internacionais. O ataque vindo de redes nacionais pode continuar chegando.
Com assinantes em IPv6, o ataque pode vir por ele. Confirme a marca e o tamanho para /128.
Porque o blackhole sai testado em cada operadora e travado contra erro de digitação. Seis compromissos de toda configuração.
Um IP sem assinante vai para o descarte, e a queda do tráfego é conferida de fora da rede.
Resultado do teste entregue por operadora
O filtro recusa qualquer pedido maior que o combinado, mesmo que alguém digite errado no pior momento.
Travas descritas no procedimento
A sua equipe ensaia o disparo e o desligamento antes de precisar, com o passo a passo em mãos.
Procedimento escrito entregue
Remover o pedido leva um comando, e o procedimento diz quando conferir se o ataque acabou.
Roteiro de desligamento no procedimento
O blackhole usa o roteador que você já tem. Equipamento de mitigação só entra se a conta mostrar a necessidade.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem desenha as travas conhece o comportamento das operadoras no meio de um ataque.
[PREENCHER: anos de experiência com mitigação na equipe]
O blackhole é configurado à distância para provedores de todo o Brasil. A visita ao POP no litoral de Santa Catarina entra quando o projeto pede equipamento novo na borda.
Conferência com as operadoras, configuração, teste e ensaio com a equipe feitos por acesso remoto registrado.
Para instalar coletor de fluxos ou roteador na borda e acompanhar o teste no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
Dúvidas de quem quer o descarte pronto antes do próximo ataque. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
É um anúncio marcado com uma community especial que pede à operadora para descartar todo o tráfego de um IP. É usado quando o ataque é maior que o seu link.
A que cada operadora informar. Existe a padrão 65535:666, mas muitas operadoras usam a própria. Confira com cada uma e teste antes de depender dela.
Sim, o IP atacado fica sem internet enquanto o pedido estiver ativo. Em troca, os outros assinantes não sentem o link cheio.
Sim. No RouterOS, uma rota de gatilho e uma regra de filtro anunciam o /32 com a community da operadora. O cuidado é garantir que só IPs marcados saiam com esse tamanho.
Pode, ligado a um sistema que analisa os fluxos e detecta o ataque. A automação fica na implantação de mitigação de DDoS, e o blackhole é uma das respostas que ela dispara.
Depende do número de operadoras e roteadores, do IX.br e da integração com detecção. A faixa para duas operadoras é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da conferência.
O típico é [PREENCHER]. O que mais pesa é a resposta das operadoras sobre a community e a liberação da sessão.
Algumas localidades aceitam o pedido pelos route servers [CONFIRMAR no IX.br]. Isso alivia a porta do ponto, mas o ataque que vem pelo trânsito precisa do blackhole na operadora.
O blackhole descarta tudo o que vai para o alvo, que fica fora do ar. A mitigação com limpeza separa o tráfego ruim e mantém o alvo no ar, mas precisa de contrato e integração antes.
Ligue para a operadora e peça o descarte do IP atacado enquanto isso. Para ajuda imediata, veja a mitigação emergencial de DDoS.
Três serviços que completam a defesa contra ataques. Cada um entra num momento diferente do ataque.
Detecção por fluxos que dispara o blackhole ou a limpeza sozinha.
Ver a implantação de mitigação de DDoS
Limpeza do tráfego de ataque, mantendo o alvo no ar.
Ver a integração com serviços de scrubbing
Ajuda imediata quando o ataque já está derrubando a rede.
Ver a mitigação emergencial de DDoSTrês guias sobre ataques e o descarte pela operadora.
O passo a passo do RTBH, da rota de gatilho ao filtro de saída.
Como reconhecer um ataque DDoS e o que fazer nos primeiros minutos.
O que fazer quando o ataque vem junto com pedido de pagamento.
Orçamento
Conte como os ataques têm chegado e quantas operadoras você tem. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp