Queda em dia de chuva e de raio
Switch no poste queimado por descarga e cabo com umidade geram visita técnica toda semana.
Rede metálica · Provedores
Clientes do cabo UTP ou do par metálico passados para FTTH área por área, com visita agendada, plano mantido e a rede antiga desligada no fim.
Migração de rede metálica para fibra é tirar os assinantes que ainda estão em cabo de par trançado com switch no poste, ou em par telefônico com xDSL, e passá-los para a rede FTTH, uma área por vez. É para o provedor que ainda tem parte da base no cobre, com quedas em dia de chuva, planos limitados e concorrente de fibra chegando ao bairro. O resultado é cada área migrada com visita agendada, o mesmo login e plano do cliente, e a rede antiga desligada e recolhida no fim.
É um projeto de rede e um projeto de atendimento ao mesmo tempo: a fibra precisa chegar à rua e o cliente precisa aceitar a visita. A Táquion Tech planeja os dois lados e acompanha até o último cliente sair do cobre.
Nos provedores, rede metálica costuma ser de dois tipos: cabo de rede UTP com switches em caixas nos postes, comum em quem começou com rádio e cabo, ou par telefônico com xDSL. Os dois têm alcance curto, sofrem com raio e umidade e limitam a velocidade. Sair deles é uma migração de rede completa, em que acesso, equipamento e instalação mudam juntos.
Na casa do cliente, a troca deve levar o tempo de uma instalação comum. A automação de redes deixa a ONU pré-cadastrada com o login e o plano que o cliente já tem, e o técnico só confere sinal e sessão antes de recolher o equipamento antigo.
As OLTs da rede nova nascem padronizadas: perfis, VLANs e regras saem de um modelo aplicado com Ansible. O desenho óptico segue o projeto de rede FTTH; a migração cuida das quatro frentes abaixo:
Áreas com mais reclamação, com concorrente de fibra chegando ou com fibra já passando perto vão primeiro. O critério fica escrito, para a decisão não depender de quem grita mais.
Aviso com data, duração da visita e o que muda para o cliente. Quem sabe o que vai acontecer recebe o técnico com menos desconfiança.
Roteiro único para o técnico: conferir o caminho do drop, instalar a ONU, testar velocidade e recolher o equipamento metálico.
Switches dos postes desligados, energia cancelada e cabos recolhidos quando a área termina, seguindo as regras da distribuidora [CONFIRMAR na norma].
Seis sinais mostram que manter o cobre já custa mais que migrar. Se a sua rede tem três deles, a migração deve entrar no orçamento deste ano.
Switch no poste queimado por descarga e cabo com umidade geram visita técnica toda semana.
O UTP tem lance curto e o xDSL perde velocidade com a distância. Não dá para vender o plano do concorrente.
Uma operadora passou fibra na rua, e os seus clientes do cobre estão recebendo oferta na porta.
Cada switch no poste pede energia e nobreak, e cada ponto ligado é mais um ponto que falha.
Switch antigo, cabo emendado e técnico dedicado à rede velha custam mais a cada mês.
A fibra já existe em parte da cidade, mas o cobre continua ligado porque ninguém fechou a migração.
São cinco etapas, e a primeira área serve de piloto para todas as outras. O cobre de cada área só desliga na última etapa.
Clientes por área, plano, tipo de acesso e histórico de chamados, cruzados com onde a fibra já passa.
Prazo: [PREENCHER]
Ordem das áreas, rede FTTH necessária em cada uma, datas previstas e o custo de manter o cobre até lá.
Prazo: [PREENCHER]
Uma área pequena migra primeiro para ajustar o roteiro do técnico, o aviso ao cliente e o tempo de visita.
Prazo: [PREENCHER]
Visitas agendadas em lote, ONU pré-cadastrada e conferência de cada cliente no mesmo dia da troca.
Prazo: depende do ritmo da obra
Cobre desligado por área, equipamento recolhido e relatório de clientes migrados, perdidos e chamados.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre o plano da migração, a preparação das trocas e o acompanhamento até o cobre sair. Projeto óptico, obra e política comercial têm dono próprio.
O preço depende de quantos clientes estão no cobre e de em quantas áreas eles estão espalhados. Obra e equipamento são orçados à parte, por quem executa e por quem vende.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Clientes no cobre | Mais clientes, mais visitas para planejar e acompanhar | 800 clientes em UTP distribuídos em quatro bairros |
| Número de áreas | Cada área tem plano, lote e desligamento próprios | Centro e dois bairros afastados |
| Tipo de rede metálica | UTP pede recolher switches dos postes; xDSL pede tratar o par telefônico | Switches em caixas herméticas nos postes |
| Projeto óptico junto | Incluir o projeto aumenta o escopo, mas alinha rede e migração | Bairro sem nenhuma fibra passando |
| Acompanhamento até o fim | Ficar até o último cliente sair do cobre alonga o serviço | Clientes que adiam a visita por meses |
Faixa de preço para o plano e o acompanhamento da migração: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O custo da obra e dos equipamentos entra na conta do plano, mas é cotado por você com quem preferir.
Confira os erros que fazem o provedor perder cliente justamente na troca, as diferenças entre as redes metálicas e as regras da obra. Os pontos servem para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas que transformam a troca em cancelamento. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Rede pronta sem agenda de troca vira custo dobrado: a fibra parada na rua e o cobre ainda ligado.
O cliente precisa mexer no roteador e liga para o suporte. Manter o login atual evita boa parte desses chamados.
O técnico chega e não há ninguém em casa, ou o cliente acha que é venda. Cada visita perdida custa deslocamento.
Um cliente que adia a troca segura um switch, um nobreak e uma conta de energia. Cada área precisa de data de desligamento comunicada com antecedência.
As redes metálicas dos provedores não são iguais, e o tipo muda o trabalho de desligar. Compare antes de montar o plano.
| Rede | Alcance típico | Pontos com energia na rua |
|---|---|---|
| UTP com switch no poste | Cerca de 100 m por lance de cabo [CONFIRMAR na norma] | Um switch a cada poucos postes |
| Par telefônico com xDSL | Velocidade cai com a distância do armário | Armários com equipamento DSL |
| FTTH (GPON) | Até cerca de 20 km, conforme o orçamento de potência [CONFIRMAR na norma] | Nenhum entre a OLT e a casa |
Os switches dos postes saem e cada cliente ganha uma ONU. O ponto de energia da rua deixa de existir.
Clientes ligados em cascata no mesmo switch caem juntos se a ordem de troca ignorar essa ligação.
O modem DSL dá lugar à ONU, e o par telefônico deixa de levar a internet do cliente.
Se o cliente usa telefone fixo pelo mesmo par, preveja a voz. Veja a implantação de VoIP.
Potência óptica medida na casa do cliente, dentro da faixa da ONU, antes de fechar a visita.
Splitter dimensionado só para a base atual lota quando a área cresce depois da migração.
Regras que tocam a obra e o desligamento. Pergunte ao fornecedor como cada uma entra no plano.
Cabo novo e cabo velho no mesmo poste contam na ocupação, e a retirada do cobre também deve ser informada à distribuidora [CONFIRMAR na norma].
Switches, fontes e baterias de nobreak retirados dos postes seguem regras de descarte e de logística reversa [CONFIRMAR na norma].
Medição de potência e teste com OTDR na área antes de migrar alguém. Veja a certificação de rede óptica.
O desenho da área migrada substitui o mapa antigo do cobre. Veja a documentação as built.
Com estes dados, o plano de áreas sai mais rápido e mais preciso.
Exportação do ERP com endereço, plano e tipo de acesso de cada cliente.
Mapa ou KMZ da rede óptica atual, mesmo que incompleto.
Equipe própria ou terceirizada, e quantas instalações por dia ela consegue fazer.
O que o provedor vai oferecer ao cliente na migração, decidido antes da primeira visita.
Porque a migração é medida em clientes que ficaram, não em metros de cabo lançados. Seis compromissos de toda migração para fibra.
A prioridade vem de reclamações, concorrência e distância da fibra, e não da preferência de quem decide.
Critério de prioridade entregue no plano
A troca foi desenhada para o cliente não precisar mexer em nada além de receber o técnico.
Pré-cadastro das ONUs previsto no escopo
A especificação de OLT, ONU e cabos vai para você cotar, e a obra fica com quem você escolher.
Nenhuma marca indicada por comissão
Clientes migrados, pendentes, perdidos e chamados, para decidir a próxima área com dados.
Relatório por área ao fim de cada etapa
Cada área tem data para desligar o cobre, e o plano mostra quanto custa cada mês de atraso.
Data de desligamento definida no plano
O plano e o acompanhamento atendem todo o Brasil; a presença em campo fica no litoral catarinense.
[PREENCHER: provedores atendidos em migração para fibra]
O plano e o acompanhamento da migração são remotos e atendem provedores de todo o Brasil. A visita a campo fica para o litoral de Santa Catarina.
Dados da base e do mapa analisados à distância, ONUs pré-cadastradas por acesso seguro e reuniões semanais com quem coordena a obra.
Para vistoriar a rede metálica, acompanhar a área piloto e conferir o desligamento. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas de quem ainda tem clientes no cobre e quer passar todos para a fibra. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O serviço de plano e acompanhamento depende do número de clientes, de áreas e do tipo de rede metálica. A faixa é [PREENCHER], e obra e equipamentos são orçados à parte.
Depende do tamanho da base e de quantas instalações por dia a equipe de obra consegue fazer. O plano define a data de cada área, e o prazo típico de uma área é [PREENCHER].
Com aviso antes da visita, troca rápida, o mesmo login e plano, e conferência do serviço no mesmo dia. Comece pelas áreas em que o concorrente de fibra já chegou.
Por um período, sim, e é o normal durante a migração de cada área. Manter as duas por anos dobra energia, manutenção e equipe, por isso o plano marca a data de desligar o cobre.
É decisão comercial do provedor, e ela precisa estar tomada antes da primeira visita. O plano mostra o custo de cada troca para apoiar essa decisão.
Não precisa. A ONU é pré-cadastrada com o login e o plano atuais, e o roteador do cliente continua funcionando igual. Isso corta boa parte dos chamados do dia seguinte.
Em geral, os postes e o caminho já usados recebem o cabo óptico, mas a ocupação precisa estar regular junto à distribuidora [CONFIRMAR na norma]. Veja a regularização de ocupação de postes.
Equipamento e baterias retirados seguem regras de descarte e logística reversa [CONFIRMAR na norma]. Reaproveitar ou vender o que sai é decisão do provedor e não faz parte do serviço.
Não. A obra fica com a sua equipe ou com a empreiteira que você escolher. A Táquion Tech planeja, acompanha e pode fiscalizar no acompanhamento de obra de fibra.
A rede HFC tem coaxial, nós ópticos e às vezes TV, e pede decisões próprias sobre o vídeo. Para ela, veja a migração de rede HFC para FTTH.
Três serviços que costumam acompanhar a saída do cobre. Cada um cuida de uma parte da rede nova.
Projeto da rede óptica que vai receber os clientes do cobre.
Ver o projeto de rede GPON
Troca do coaxial por fibra até a casa, com decisão sobre a TV.
Ver a migração de rede HFC para FTTH
Fiscalização da obra de fibra para a rede nova sair como foi projetada.
Ver o acompanhamento de obra de fibra ópticaTrês guias sobre a rede óptica que vai receber os clientes do cobre.
Como calcular se o sinal chega à casa do cliente com folga.
Quando o splitter desbalanceado ajuda a atender ruas compridas.
Por que a fibra também pode cair na chuva e como evitar.
Orçamento
Conte que tipo de rede metálica você tem e quantos clientes ainda estão nela. Um Especialista devolve o plano, o prazo e o valor por escrito.
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