Queima a cada temporal
OLT, rádio, fonte ou switch trocados depois de cada tempestade mostram surto sem caminho para o chão.
Cabeamento · Provedores e empresas
Torre, abrigo e sala de equipamentos com captação, terra e protetores de surto ligados entre si, para o POP atravessar o verão sem perder OLT, rádio e fonte.
Proteção contra descargas atmosféricas em POPs é o conjunto de captor, descidas, malha de terra, barramento de equalização e protetores de surto que impede um raio na torre ou na rede elétrica de queimar os equipamentos do ponto de presença. É para provedores e empresas de Santa Catarina com torre, abrigo, antena no telhado ou sala de equipamentos em ponto alto. O resultado é um POP que escoa o surto pelo caminho certo e continua no ar depois da tempestade.
É fechar todos os caminhos por onde um surto de raio pode chegar aos equipamentos do POP. A proteção só funciona quando torre, terra, energia e cabos estão ligados ao mesmo ponto.
O raio direto na torre é o caso mais lembrado, mas não o mais comum. Na maior parte das queimas, o surto entra pela energia da rua, pelos cabos que descem da torre ou pela diferença entre terras separados.
Dentro do abrigo, o rack com OLT, switches e retificador precisa estar ligado ao mesmo barramento da torre e do quadro de energia. Se cada um tem o seu terra, a corrente atravessa os equipamentos para passar de um ao outro.
Os cabos de cobre da rede, do cabeamento estruturado da sala aos cabos que levam energia aos rádios, também trazem surto e pedem protetor. A proteção do POP é feita em quatro camadas:
Captor no topo da torre e condutores de descida até o solo. Recebem o raio direto e o levam ao chão por fora dos cabos dos equipamentos.
Anel enterrado em volta da torre e do abrigo, ligado a um barramento de equalização na entrada dos cabos. É o ponto comum de tudo que é metal no POP.
Protetores de surto no quadro de entrada e antes do retificador ou do nobreak. Barram o surto que vem pela rede elétrica da concessionária.
Protetores nos cabos que descem da torre para rádios e câmeras, e aterramento do elemento metálico dos cabos ópticos que chegam ao POP.
Seis sinais mostram que a proteção do POP tem uma camada faltando. Antes do verão é a hora de conferir.
OLT, rádio, fonte ou switch trocados depois de cada tempestade mostram surto sem caminho para o chão.
Vários rádios da mesma torre queimando juntos apontam falta de protetor nos cabos que descem.
Queima na entrada de energia indica falta de protetor no quadro ou protetor já gasto.
Torre com haste própria, sem ligação com o abrigo, cria diferença de tensão no meio dos equipamentos.
Torre nova, abrigo novo ou mais rádios na torre pedem a proteção desenhada antes da instalação.
Seguro de equipamentos ou contrato do terreno podem exigir a proteção comprovada por laudo.
São cinco etapas, da inspeção à medição final. Subida em torre segue as regras de trabalho em altura e só acontece com tempo firme.
Torre, descidas, abrigo, quadro de energia, cabos que chegam e protetores existentes, com fotos de cada ponto.
Prazo: [PREENCHER]
Resistência da malha de terra e continuidade entre torre, abrigo, rack e quadro.
Prazo: [PREENCHER]
Falhas em ordem de risco, com o que corrigir primeiro e a lista de materiais.
Prazo: [PREENCHER]
Ligações à malha, barramento na entrada, protetores na energia e nos cabos e aterramento dos racks.
Prazo: [PREENCHER]
Nova medição, fotos das ligações e relatório comparando antes e depois.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre a inspeção, a medição, as ligações entre os sistemas e os protetores de surto. Obras de malha e de captor são orçadas à parte, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do tamanho da torre, do estado da malha e do acesso ao local. O valor exato sai por escrito, depois da inspeção.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Altura da torre | Torre alta pede mais descidas e mais tempo de subida | Torre de 40 metros com rádios em três alturas |
| Estado da malha | Malha corroída ou inexistente exige obra antes das ligações | Haste única sem anel em volta do abrigo |
| Cabos que descem da torre | Cada cabo de rádio pede protetor nas duas pontas | Doze rádios de enlace e acesso |
| Acesso ao local | Morro, área rural ou terreno de terceiros somam deslocamento | POP no alto do morro, acesso por estrada de terra |
| Número de POPs | Vários POPs na mesma rodada dividem deslocamento e padronizam materiais | Cinco POPs na mesma região |
| Laudo formal | Documento assinado exige profissional habilitado | Exigência de seguradora |
Faixa de preço por POP: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A energia do POP, com retificador e baterias, tem página própria no hub de data center e energia.
Confira os erros que mais queimam POPs, as classes de protetor de surto e as normas que o serviço deve seguir. Use esta seção para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas encontradas em POPs que tinham para-raios e mesmo assim queimavam. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
A torre escoa o raio para a haste dela, mas o abrigo tem outro terra. A diferença de tensão entre os dois atravessa OLT e rádios.
Curva fechada no condutor de descida faz o raio saltar para a estrutura ou para os cabos ao lado. As curvas precisam ser abertas.
Protetor de surto se desgasta a cada evento. Sem inspeção periódica, ele já está gasto quando chega o surto grande.
O cabo que desce da torre precisa ser ligado à estrutura no alto e na base, além do protetor na entrada do abrigo [CONFIRMAR na norma os pontos de ligação].
Os protetores trabalham em escada, do mais robusto na entrada ao mais fino perto do equipamento. Faltar um degrau sobrecarrega o seguinte.
| Classe | Onde fica | O que segura |
|---|---|---|
| Classe I | Quadro de entrada, quando há captor | Parte da corrente do raio direto |
| Classe II | Quadros de distribuição e retificador | Surtos induzidos na rede elétrica |
| Classe III | Junto ao equipamento sensível | Sobras de surto que passaram pelas outras |
POP com torre e captor, onde parte do raio pode chegar ao quadro de energia [CONFIRMAR na norma].
Precisa de condutor curto e grosso até o barramento. Ligação longa anula o protetor.
Em todo quadro que alimenta equipamentos, inclusive em POP sem torre.
Tem indicador de fim de vida. Confira a janelinha em toda visita ao POP.
Perto de OLT, servidor e switch, como última barreira.
Sozinho, não aguenta surto vindo direto da rua. Só funciona com as classes anteriores.
Referências que uma proteção séria segue. Peça ao fornecedor que diga quais aplica no seu POP.
Norma brasileira de proteção contra descargas atmosféricas, com partes sobre análise de risco, estrutura e sistemas eletrônicos internos [CONFIRMAR na norma].
Recomendações internacionais de aterramento em prédios de telecom e de proteção de estações de rádio com torre [CONFIRMAR na norma].
A NR-35 rege o trabalho em altura na torre; a NR-10, o trabalho no quadro de energia. A equipe precisa da capacitação das duas [CONFIRMAR na norma].
O laudo formal do sistema de proteção contra descargas exige profissional habilitado com registro e inspeção periódica [CONFIRMAR na norma e se a empresa emite].
Porque a proteção é vista pelo lado de quem opera rede, que sabe o que custa uma OLT queimada. Seis compromissos que valem para todo POP.
A equipe trabalha com OLTs, rádios e retificadores e sabe por onde o surto chega a cada um.
[PREENCHER: POPs avaliados]
O relatório compara as medições iniciais com as da entrega. A melhora fica comprovada em números.
Relatório com medições de antes e depois
O plano começa pela falha que mais queima equipamento, e você decide até onde ir em cada POP.
Plano por prioridade entregue antes da correção
Protetores e materiais são especificados pela corrente esperada, e você compra onde preferir.
Nenhuma marca indicada por comissão
A mesma lista de ligações e protetores aplicada em cada POP. O técnico de campo reconhece tudo.
Padrão de proteção entregue por escrito
Visitas a POPs da região sem depender de viagem longa, inclusive para revisar depois do verão [CONFIRMAR área de atendimento].
[PREENCHER: anos de atuação na região]
A inspeção e a correção são presenciais, no litoral de Santa Catarina. Para POPs em outras regiões, uma avaliação inicial pode ser feita à distância, com fotos e medições [CONFIRMAR].
Visita ao POP, medição, subida na torre e correções no local. Veja o cabeamento estruturado em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Com fotos da torre, do abrigo e do quadro e as medições feitas pelo seu técnico, apontamos as falhas e a lista de correções. [CONFIRMAR]
As perguntas que donos de provedor e gestores mais fazem depois de um verão de queimas. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não. Ele recebe o raio direto, mas sem terra comum e sem protetores de surto o surto ainda entra pela energia e pelos cabos. A proteção é o conjunto das quatro camadas.
Quase sempre por terras separados, protetor gasto ou falta de protetor nos cabos dos rádios. A inspeção com medição mostra qual é o caso.
Depende da altura da torre, do estado da malha, do número de cabos e do acesso ao local. A faixa por POP é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da inspeção.
A inspeção costuma caber numa visita, e a correção depende do que for encontrado e do tempo firme para subir na torre. O prazo típico é [PREENCHER].
A fibra não conduz, mas cabos com elemento metálico ou mensageiro de aço conduzem. Esse metal precisa ser ligado ao barramento na entrada do POP.
Uma revisão antes de cada verão é boa prática, e o laudo formal tem periodicidade definida em norma [CONFIRMAR na norma]. Depois de uma queima, a revisão é imediata.
Sim, o laudo formal exige profissional habilitado com registro [CONFIRMAR se a empresa emite e com qual registro]. O relatório de inspeção do serviço mostra as falhas, mas não substitui o laudo.
A correção presencial é feita no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento]. Para outras regiões, fazemos a avaliação à distância com fotos e medições do seu técnico [CONFIRMAR].
Sim, a base fica em Balneário Camboriú e as visitas cobrem POPs do litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento]. Torres no alto de morros da região entram no mesmo atendimento.
Não. Ela evita a queima; a autonomia depende de baterias, retificador e gerador, desenhados no projeto de energia para POPs.
Três serviços que completam a infraestrutura física do POP. Cada um cuida de um risco diferente.
Retificador, baterias e gerador dimensionados para o POP aguentar a falta de luz no bairro.
Ver o projeto de energia para POPs
Racks e equipamentos de salas sem torre ligados a um terra medido, com protetores de surto.
Ver o aterramento de equipamentos
Altura, estrutura e posição das antenas da torre definidas antes da instalação.
Ver o projeto de torresTrês guias para ligar as falhas do POP à causa física.
Como saber se a OLT reinicia por energia, calor, defeito ou surto de raio.
O que a chuva faz com a rede óptica e onde procurar o ponto fraco.
Quais falhas dá para prever pelo monitoramento e quais pedem proteção e redundância.
Orçamento
Conte quantos POPs você tem e o que queimou no último verão. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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