Queima depois de chuva
Fonte de switch, porta de câmera ou nobreak que queima a cada temporal mostra surto sem caminho para o chão.
Cabeamento · Empresas
Racks, switches, câmeras e nobreak ligados a um terra que funciona, para a próxima tempestade não virar conta de placa queimada.
Aterramento de equipamentos é ligar racks, switches, servidores, câmeras e nobreaks a um sistema de terra medido e único, com protetores de surto onde a energia e os cabos entram. É para empresas de Santa Catarina que perdem fontes e placas depois de chuva, sentem choque no rack ou têm erros de rede sem explicação. O resultado é uma rede que escoa o surto para o chão em vez de deixá-lo passar pelos equipamentos.
É dar à eletricidade indesejada um caminho seguro até o solo, por fora dos equipamentos. Sem esse caminho, o surto atravessa placas e portas de rede até achar a terra.
O terra do prédio começa em hastes ou malha enterradas e sobe por um condutor até os quadros. Na rede de cabeamento estruturado, ele precisa chegar até a sala técnica, não parar no quadro de energia.
Na sala, cada rack ganha a própria ligação até um barramento de cobre, e dele saem as ligações dos equipamentos. Racks ligados um no outro, em fila, perdem a proteção quando uma ligação solta.
Cabos blindados, como alguns modelos de cabo Cat6A, só funcionam direito quando a blindagem está aterrada nas duas pontas do sistema. O aterramento tem quatro partes:
Hastes ou malha no solo e o condutor que sobe até o quadro geral. Se esta parte falha, nenhuma outra resolve; por isso ela é medida primeiro.
Barra de cobre na sala técnica que junta o terra da energia, o da rede e o das proteções. Com um ponto comum, não sobra diferença de tensão entre equipamentos.
Condutor verde e amarelo de cada rack até o barramento, com terminal prensado. Switches e patch panels blindados se ligam ao rack.
Dispositivos no quadro, nas tomadas do rack e nos cabos que vêm de fora, como os das câmeras externas. Eles desviam o surto para o terra antes que chegue ao equipamento.
Seis sinais indicam que o terra da rede falta, está solto ou está separado do resto do prédio. Um deles já justifica a medição.
Fonte de switch, porta de câmera ou nobreak que queima a cada temporal mostra surto sem caminho para o chão.
Formigamento ao encostar no rack ou no gabinete indica carcaça sem terra ou terra misturado com o neutro.
Portas com erros, câmeras que perdem imagem e telefones IP que reiniciam podem vir de ruído no terra.
Tomada de três pinos com o pino do meio sem ligação engana. Parece aterrada e não está.
Cabo que sai do prédio até um poste ou muro traz surto de raio próximo direto para o switch.
Reformas sucessivas criam terras separados em cada ala. Entre eles aparece diferença de tensão.
São cinco etapas, e as correções só começam depois da medição. A parte elétrica do quadro é feita com o eletricista responsável pelo prédio.
Quadros, tomadas, racks, protetores existentes e cabos que saem do prédio, com fotos de cada ponto.
Prazo: [PREENCHER]
Resistência do terra, continuidade até cada rack e tensão entre neutro e terra nas tomadas da rede.
Prazo: [PREENCHER]
O que está errado, em ordem de risco, com o que corrigir e quem corrige cada item.
Prazo: [PREENCHER]
Barramento, ligação de cada rack, protetores de surto e ajustes no quadro feitos pelo eletricista.
Prazo: [PREENCHER]
Nova medição, fotos das ligações e relatório comparando antes e depois.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre a medição, o barramento, as ligações da rede e os protetores de surto. O escopo final, com o que fica com o eletricista, vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de racks e do estado do terra que já existe. O valor exato sai por escrito, depois da inspeção e da medição.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de racks e salas | Cada sala pede barramento; cada rack, uma ligação | Um rack na matriz e dois nas filiais |
| Estado do terra do prédio | Terra ruim no solo exige obra antes de qualquer ligação | Haste única corroída no jardim |
| Distância até o quadro | Condutor longo até a sala técnica soma material e passagem | Sala no terceiro andar, quadro no térreo |
| Cabos que saem do prédio | Cada cabo externo pede protetor nas duas pontas | Oito câmeras no estacionamento |
| Protetores na energia | Protetor no quadro e nas tomadas do rack somam material | Quadro sem nenhum protetor de surto |
| Laudo formal | Documento assinado exige profissional habilitado | Exigência de seguradora ou de auditoria |
Faixa de preço para uma sala com um rack: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se a sala inteira ainda vai ser montada, o aterramento entra junto na montagem de sala técnica.
Confira os erros que mais queimam equipamentos, os números que a medição deve mostrar e as normas do serviço. Use esta seção para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Falhas encontradas em empresas que achavam estar protegidas. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Uma haste exclusiva para os equipamentos, sem ligação com o terra da energia, cria diferença de tensão entre os dois. No surto, a corrente passa pelo cabo de rede.
Ligar o pino de terra da tomada ao neutro faz a carcaça do equipamento conduzir corrente. É a causa mais comum de choque no rack.
Um condutor que passa de rack em rack deixa todos sem terra quando um terminal solta. Cada rack vai direto ao barramento.
Filtro de linha ou protetor ligado em tomada sem terra não tem para onde desviar o surto. Ele vira enfeite.
Números de referência para conferir o relatório. Os valores exatos dependem do tipo de instalação e da norma aplicada no projeto.
Valores até 10 ohms são citados para o terra do prédio, e menores para salas de telecom [CONFIRMAR na norma].
Com terrômetro e estacas auxiliares cravadas no solo, longe das hastes, em tempo seco [CONFIRMAR método adotado].
Tensão alta nessa medida aponta neutro sobrecarregado ou terra mal ligado no quadro.
Poucos volts nas tomadas do rack são esperados [CONFIRMAR valor de referência adotado].
Resistência muito baixa entre o rack e o barramento confirma que a ligação está firme. Terminal oxidado aparece nesta medida.
Referências que um aterramento sério segue. Peça ao fornecedor que diga quais aplica no seu prédio.
Norma das instalações elétricas de baixa tensão, com o esquema de aterramento e o condutor de proteção das tomadas [CONFIRMAR na norma].
Norma de proteção contra descargas atmosféricas, que pede a ligação de todos os sistemas ao barramento de equalização [CONFIRMAR na norma].
Tratam do aterramento específico de telecomunicações, com barramento em cada sala e ligação individual dos racks [CONFIRMAR na norma].
Norma de segurança para trabalho com eletricidade. Quem mexe no quadro precisa da capacitação que ela pede [CONFIRMAR na norma].
As respostas mostram se o serviço vai além de apertar parafusos.
Sem medição inicial, não há como provar que a correção melhorou alguma coisa.
Fotos sem medição não servem para seguradora nem para comparar com a próxima revisão.
Laudo de aterramento exige profissional habilitado com registro. Pergunte o nome e o registro de quem assina [CONFIRMAR se a empresa emite].
Porque o serviço começa e termina com medição, e a melhora fica provada em números. Seis compromissos que valem para todo aterramento.
O relatório compara os valores do início com os da entrega. Você vê o que mudou.
Relatório com medições de antes e depois
A equipe instala cabeamento e sabe como o ruído no terra aparece como erro de porta e câmera caindo.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe]
Protetores e materiais são especificados pela instalação, e você compra onde preferir.
Nenhuma marca indicada por comissão
O plano começa pelo que pode queimar equipamento ou dar choque, e você decide até onde ir.
Plano por prioridade entregue antes da correção
A parte do quadro fica com o eletricista do prédio, com a orientação do que ligar e onde.
Divisão de tarefas escrita na proposta
A base em Balneário Camboriú permite voltar para medir de novo depois da temporada de chuvas [CONFIRMAR área de atendimento].
[PREENCHER: empresas atendidas na região]
A inspeção, a medição e a correção são presenciais, no litoral de Santa Catarina. Para outras cidades do estado, o formato é combinado na proposta [CONFIRMAR].
Visita com terrômetro, correção e medição final no local. Veja o cabeamento estruturado em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Filiais e unidades fora do litoral podem receber a visita em data agendada, com o formato definido na proposta. [CONFIRMAR]
As perguntas que gestores mais fazem depois de perder equipamentos numa tempestade. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Depende do tipo de instalação e da norma aplicada. Valores até 10 ohms são citados como referência para o terra do prédio, e salas de telecom costumam pedir menos [CONFIRMAR na norma, NBR 5419 e NBR 5410].
Depende do número de racks, do estado do terra existente e dos cabos que saem do prédio. A faixa para uma sala é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da medição.
A inspeção e a medição costumam caber numa visita, e a correção depende do que for encontrado. O prazo típico é [PREENCHER], escrito na proposta.
Não deve. Terras separados criam diferença de tensão entre equipamentos ligados pelo mesmo cabo de rede, e é por ali que o surto passa.
Não. O nobreak segura a energia quando ela falta; o aterramento escoa o surto. Sem terra, o próprio nobreak fica exposto e pode queimar.
Porque o cabo que sai do prédio capta o surto de raios próximos e o leva direto ao switch. Protetor nas duas pontas, ligado ao terra, desvia essa corrente.
Laudos formais exigem profissional habilitado com registro [CONFIRMAR se a empresa emite e com qual registro]. O relatório de medição do serviço mostra os números, mas não substitui esse laudo.
Sim, a base fica em Balneário Camboriú e a equipe atende o litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento]. Em outras cidades do estado, a visita é agendada caso a caso [CONFIRMAR].
A medição não desliga nada. Algumas correções no quadro pedem desligamento curto, marcado fora do expediente com o eletricista.
Não necessariamente. O para-raios cuida do raio no telhado; os equipamentos precisam estar ligados ao mesmo terra e ter protetores de surto. Torres e antenas estão na proteção contra descargas em POPs.
Três serviços que completam a proteção elétrica da rede. Cada um cuida de um risco diferente.
Para-raios, terra e protetores de surto em torres, abrigos e POPs.
Ver a proteção contra descargas em POPs
Nobreak dimensionado pela carga real, com baterias monitoradas e autonomia calculada.
Ver a instalação de nobreaks
Sala para o rack com energia protegida, ventilação, terra e porta com chave.
Ver a montagem de sala técnicaTrês guias que ajudam a ligar o sintoma na rede à causa elétrica.
Como separar problema de cabo, de switch e de link antes de culpar a operadora.
Por que equipamentos reiniciam em dia de tempestade e o que conferir na energia.
O que a chuva faz com a rede e como achar o ponto fraco.
Orçamento
Conte quantos racks a empresa tem e o que já queimou. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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