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Guia de preço · Wi-Fi em hotel

Quanto custa Wi-Fi para hotel: o preço explicado para hoteleiros

Quanto custa Wi-Fi para hotel é uma conta feita quarto por quarto e andar por andar: quantos pontos de acesso o prédio pede, como o cabo sobe até cada andar, que áreas de evento precisam aguentar o salão cheio e que login o hóspede vai usar. O valor sai depois da medição no prédio, e o número que ajuda a decidir é o custo da rede por diária vendida.

Resumo

  • Em hotel, o número de quartos e o caminho do cabo entre os andares pesam mais que a área construída.
  • Ponto de acesso dentro do quarto custa mais na compra e evita a reclamação mais comum de hospedagem.
  • O portal cativo ligado ao sistema de reservas e o suporte para quem não tem equipe de TI entram no custo mensal.
  • Dividir o custo mensal da rede pelas diárias vendidas mostra quanto o Wi-Fi pesa em cada hospedagem.

Quanto custa Wi-Fi para hotel: do que o preço depende

Depende do número de quartos, do material das paredes, do caminho do cabo entre os andares e das áreas que lotam, como restaurante e salão de eventos. A área do prédio, sozinha, diz pouco.

No hotel, o hóspede espera internet de casa dentro do quarto, com a porta fechada, o banheiro no meio e três ou quatro aparelhos conectados. A rede precisa entregar isso em todos os quartos ao mesmo tempo, na noite de lotação máxima, e é essa exigência que dá o tamanho do orçamento.

O projeto de Wi-Fi para hotéis começa pela medição andar por andar e só depois define pontos, cabos e equipamento. Sem essa medição, o orçamento vira aposta, e quem paga a diferença é o hotel.

A Táquion Tech não publica tabela de preço para hotelaria: a proposta sai depois da visita técnica, com duas opções de equipamento. Faixa de preço da Táquion Tech para um hotel típico: [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].

Por que o tamanho do hotel muda a conta

Em hotel pequeno, o projeto cabe num rack só, e o custo se concentra nos pontos de acesso. A partir de alguns andares, entram racks intermediários, cabos subindo pelo shaft e mais horas de instalação.

Hotéis maiores também costumam ter salão de eventos, restaurante aberto ao público e área de piscina, cada um com uma conta própria de pessoas no pico. Por isso o custo não cresce em linha reta com o número de quartos.

O que pesa no orçamento de Wi-Fi do hotel?

Pesam os quartos, os andares, as áreas que lotam, o login do hóspede e a obra feita sem tirar quartos de venda. A tabela mostra cada fator, por que ele pesa no hotel e como reduzir o impacto.

Fatores que mudam o preço do Wi-Fi em hotel e como reduzir o impacto de cada um
FatorPor que pesa no hotelComo reduzir o impacto
Número de quartosCada quarto ou par de quartos pede um ponto de acesso e um caboMedir para saber onde um ponto atende dois quartos
Paredes e lajesConcreto e banheiro entre o corredor e a cama cortam o sinalLevar o ponto para dentro do quarto em vez de subir a potência
Subida do cabo entre andaresSem shaft livre, o cabo pede tubulação nova ou canaleta no corredorLevantar shafts e forros antes de pedir o orçamento
Áreas que lotamCafé da manhã e salão de eventos concentram muitos aparelhos no mesmo horárioProjetar essas áreas à parte, com conta de pessoas no pico
Login do hóspedePortal com número do quarto pode exigir integração com o sistema de reservasEscolher o tipo de login antes da proposta
Quartos fora de vendaObra dentro do quarto tira o quarto do mapa de reservasInstalar por andar, na baixa ocupação, combinado com a governança
Prazo até a temporadaPrazo curto pede mais equipe trabalhando ao mesmo tempoFechar o projeto com meses de antecedência

Salão de eventos e restaurante do café da manhã seguem a lógica do Wi-Fi de alta densidade, em que a conta é feita pelas pessoas no pico e não pela área. Um salão pequeno com uma convenção pode pedir mais pontos que um andar inteiro de quartos.

O portal cativo, a página de login que aparece ao conectar, também entra na conta. Ligado ao sistema de reservas, ele libera o acesso pelo número do quarto e encerra no check-out, mas essa integração depende do sistema do hotel e pode ter custo próprio [CONFIRMAR com o fornecedor do sistema].

Guardar os registros de conexão dos hóspedes é tema do Marco Civil da Internet e deve passar pelo jurídico do hotel [CONFIRMAR na norma]. Os tipos de login estão no portal cativo para empresas.

Hotel com equipe de TI ou sem equipe de TI

Ter alguém de TI na casa muda a parte mensal do orçamento, não a implantação.

  • Com TI própria: o hotel recebe a rede documentada, o acesso à controladora e treinamento, e o suporte externo fica para os casos maiores.
  • Sem TI própria: a recepção resolve o básico, como gerar voucher, e o restante vai para um contrato de Wi-Fi gerenciado com custo mensal.

Confira se a mensalidade inclui visita ao hotel ou só atendimento remoto, porque a troca de um ponto queimado na alta temporada não pode esperar a semana seguinte.

Ponto no quarto ou no corredor: quanto muda o custo?

O ponto no corredor sai mais em conta na compra, porque atende vários quartos com poucos aparelhos; o ponto no quarto custa mais na implantação e entrega sinal ao lado da cama. Em prédio de concreto, a segunda opção costuma ser a que funciona.

Ponto de acesso no corredor comparado com ponto dentro do quarto, em custo e resultado
CritérioPonto no corredorPonto no quarto
Quantidade de aparelhosPoucos, cada um para vários quartosUm por quarto ou por par de quartos
CaboCurto, só no corredorAté dentro de cada quarto, pelo forro ou por canaleta
Sinal na camaAtravessa porta, armário e banheiroDireto, sem parede no caminho
Noite de lotaçãoMuitos hóspedes no mesmo aparelhoPoucos hóspedes por aparelho
Tomada de rede extraNão temModelos de parede trazem portas para TV ou telefone
Onde o custo apareceImplantação menor e reclamações depoisImplantação maior e menos chamados

Há um meio-termo comum em prédios de paredes leves: um ponto a cada dois quartos, posicionado pela medição. O estimador de pontos de acesso dá a ordem de grandeza a partir dos quartos e das paredes, antes da visita.

Quanto custaria o Wi-Fi do seu hotel?

No Wi-Fi para hotéis, um Especialista mede o prédio andar por andar, define onde vai cada ponto e entrega duas opções de equipamento com preços separados.

Agendar visita técnica para seu hotel

Na prática: dois hotéis com o mesmo número de quartos

Dois cenários típicos do litoral catarinense mostram como o mesmo número de quartos gera orçamentos diferentes.

  • Hotel novo de oito andares: forro de gesso em todos os corredores, shaft com espaço e rack em cada andar. O cabo chega rápido aos quartos, e o custo se concentra nos pontos de acesso.
  • Hotel antigo de quatro andares: laje aparente, sem forro e sem tubulação livre entre os andares. Cada cabo pede canaleta, e a instalação fecha quartos por alguns dias.

No segundo hotel, o fator que mais pesou foi a obra, não o equipamento, e entrou na conta o valor das diárias que deixaram de ser vendidas. Em prédio sem forro, vale tratar a reforma da infraestrutura de rede como parte do mesmo projeto.

Quanto custa Wi-Fi para hotel por diária vendida?

O custo por diária sai da implantação dividida pelos meses de uso, somada à mensalidade, com o total dividido pelas diárias vendidas no mês. A conta mostra quanto de cada diária paga a rede.

Use a ocupação média do ano, e não a da alta temporada, para não esconder o custo nos meses vazios. O prazo de uso fica a seu critério, e cinco anos é uma referência comum para pontos de acesso [CONFIRMAR prazo de vida útil].

Conta do custo da rede por diária vendida, para preencher com os números do hotel
I = valor da implantação
P = prazo de uso, em meses
M = mensalidade (suporte, licença, portal)
Q = número de quartos
O = ocupação média do ano (ex.: 0,6 para 60%)

Diárias vendidas por mês = Q x O x 30
Custo mensal da rede     = (I / P) + M
Custo por diária vendida = Custo mensal da rede / Diárias vendidas por mês

Compare o resultado com o valor médio da diária do hotel. Visto assim, um orçamento que assusta no total costuma ganhar outra proporção na hora de decidir.

O que custa manter o Wi-Fi atual

A rede que trava na lotação também gera custo, só que ele aparece em lugares que não têm a palavra Wi-Fi na nota.

  • Avaliações: conte quantas avaliações do último ano, nas plataformas de reserva, citam internet ruim.
  • Cortesias: some descontos, upgrades e diárias devolvidas a hóspedes que reclamaram da conexão.
  • Eventos perdidos: anote as empresas que desistiram do salão por falta de Wi-Fi para os participantes.
  • Chamados de urgência: some as visitas técnicas pagas às pressas em noites de hotel cheio.

Quando o problema já aparece toda noite de lotação, leia antes o diagnóstico do guia sobre Wi-Fi do hotel caindo. Às vezes parte da solução é ajuste, e o orçamento encolhe.

Erros de orçamento que viram prejuízo no hotel

O prejuízo vem quando o corte tira pontos dos quartos, capacidade das áreas de evento ou o prazo de instalação antes da temporada. A conta volta como reclamação, obra refeita e quarto fechado na época errada.

Evite

  • Orçar pelo número de andares sem medir o sinal dentro dos quartos.
  • Tratar o salão de eventos como mais um corredor, sem conta de pessoas no pico.
  • Deixar recepção, maquininhas e hóspedes na mesma rede para economizar configuração.
  • Comprar pontos de acesso sem conferir se o switch dá energia a todos pelo cabo.
  • Marcar a instalação para o mês anterior à alta temporada.
  • Aceitar portal de login sem saber se ele conversa com o sistema de reservas.

Separar hóspedes e sistemas do hotel protege o sistema de pagamentos e o de reservas, e custa pouco quando entra no projeto desde o início. O guia de como separar o Wi-Fi de clientes mostra como essa divisão é feita.

Como comparar propostas de Wi-Fi para hotel

Compare o que cada proposta entrega nos quartos, no salão e no login do hóspede, e não só o total. Proposta sem mapa de cobertura por andar não dá para comparar.

A proposta de Wi-Fi do hotel informa

  • Quantos pontos de acesso vão por andar e se ficam dentro ou fora dos quartos.
  • Como o cabo sobe entre os andares e se há obra dentro dos quartos.
  • A capacidade prevista para o café da manhã e para o salão de eventos.
  • O tipo de login do hóspede e se há integração com o sistema de reservas.
  • Quantos quartos ficam fora de venda, e por quantos dias, durante a instalação.
  • O custo mensal, o que ele inclui e se há visita ao hotel.

Sem resposta para dois itens, peça esclarecimento antes de assinar. Sem resposta para três ou mais, a proposta descreve aparelhos, e não a rede do seu hotel.

Quando orçar e quando instalar

O calendário da temporada decide o custo tanto quanto o equipamento, porque obra apressada sai mais cara.

  1. Meses antes da temporada: visita técnica, medição e levantamento de shafts, forros e rack.
  2. Em seguida: proposta com duas opções de equipamento e o custo mensal separado.
  3. Na baixa ocupação: instalação por andar, combinada com a governança e fora do horário de check-in.
  4. Antes de abrir as reservas da temporada: testes em cada quarto, no café da manhã e no salão.
  5. Na entrega: treino da recepção, documentação e acesso à controladora.

A Táquion Tech mede hotéis do litoral de Santa Catarina no local e entrega a proposta com o custo por quarto [CONFIRMAR área de atendimento]. Na cidade, veja o Wi-Fi para hotéis em Balneário Camboriú; para chalés espalhados, a conta muda, como mostra o guia de quanto custa Wi-Fi para pousada.

Perguntas frequentes sobre quanto custa Wi-Fi para hotel

Hotel pequeno precisa de rede profissional?

Precisa de pontos de acesso gerenciados e de rede de hóspedes separada, mesmo com poucos quartos. O que muda é o tamanho: um rack, menos pontos e, muitas vezes, gerência pelo celular do gerente.

A licença dos pontos de acesso é obrigatória?

Depende da marca: algumas cobram licença anual por ponto para a gerência na nuvem, outras não cobram. A proposta precisa dizer qual é o caso e quanto custa a partir do segundo ano.

O Wi-Fi do hotel pode ser instalado por etapas?

Pode, começando pelos andares ou áreas com mais reclamação. A primeira etapa já precisa trazer switch e gerência que aceitem os pontos das etapas seguintes, para não comprar duas vezes.

Mais velocidade de internet resolve sem trocar a rede?

Só quando o gargalo é o link, o que se confere com um teste no rack no horário cheio. Se os pontos de acesso estão lotados ou longe dos quartos, um link maior não muda o que o hóspede sente.

A visita técnica para orçar o hotel é cobrada?

Depende da empresa e do tamanho do hotel. Na Táquion Tech, as condições da visita são: [CONFIRMAR se é cobrada].

Thiago Manoel

Responsável técnico da Táquion Tech · Registro profissional [PREENCHER]

Mais de 15 anos em operações de rede, com gestão de infraestruturas de TI, administração de data centers e condução de equipes em migrações de TI e telecomunicações, com foco em alta disponibilidade e segurança.

A Táquion Tech é uma empresa de engenharia de redes de Balneário Camboriú (SC) que projeta, opera e dá suporte a redes de provedores de internet e de empresas.

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Fontes

  1. Wi-Fi Alliance, Wi-Fi CERTIFIED 6: recursos da geração Wi-Fi 6 para atender muitos aparelhos ao mesmo tempo, como num salão de eventos cheio.
  2. Marco Civil da Internet, Lei nº 12.965/2014 (Planalto): registros de conexão e deveres de quem oferece acesso à internet, ligados ao portal de login do hotel [CONFIRMAR na norma].

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