A senha está em todo lugar
Foto da senha circula em grupo de mensagem e gente de fora usa a rede da calçada ou do prédio ao lado.
Wi-Fi · Empresas
Uma tela de entrada com a sua marca, que sabe quem usou o Wi-Fi, pede só os dados que você vai usar e libera a internet em poucos toques.
Portal cativo é a página que abre sozinha no celular de quem se conecta ao Wi-Fi da empresa e pede um cadastro, um código ou o aceite dos termos antes de liberar a navegação. É para hotéis, clínicas, lojas, restaurantes e escritórios que recebem público e querem controlar quem usa a rede. O resultado é um acesso identificado, com a sua marca, regras de uso claras e dados guardados com cuidado.
É uma porta de entrada na rede sem fio: o aparelho conecta, mas só navega depois de passar pela tela. A tela decide quem entra, por quanto tempo e com qual velocidade.
Quando o celular se liga ao Wi-Fi de visitantes, o sistema percebe que a internet ainda está bloqueada e abre um mini-navegador com a página da empresa. Depois do cadastro ou do código, o aparelho é liberado.
Quem mostra a tela é o ponto de acesso ou a controladora da rede, com o portal guardado no próprio equipamento, num serviço na nuvem ou num servidor da empresa. Cada opção muda o custo, os relatórios e onde os dados ficam.
O portal cuida da identificação; o isolamento entre visitantes e equipe fica a cargo da rede separada de visitantes. As formas de entrada mais usadas são estas:
Um botão de aceite e o texto das regras de uso. É a entrada mais rápida, indicada para restaurante e loja onde o cliente fica pouco tempo.
Nome, e-mail ou telefone, com o motivo da coleta escrito ao lado. Serve para hotel, clínica e evento que querem saber quem esteve conectado.
O visitante digita o celular e recebe um código para confirmar o número. Garante contato verdadeiro, mas cada mensagem tem custo no serviço de envio.
A recepção entrega um código com validade definida. Funciona bem em hotel, coworking e sala de espera onde só cliente atendido deve navegar.
Seis situações mostram que a senha na parede já não basta. Se uma delas acontece na sua empresa, o portal resolve sem trocar a rede inteira.
Foto da senha circula em grupo de mensagem e gente de fora usa a rede da calçada ou do prédio ao lado.
Se chegar uma notificação sobre algo feito pelo seu Wi-Fi, hoje não há como dizer qual aparelho era.
Sem termos aceitos, o visitante não foi avisado do que é proibido nem do limite de tempo e velocidade.
A recepção perde tempo repetindo a senha. Com voucher ou cadastro, o hóspede entra sozinho e fica conectado.
O portal pode pedir autorização para contato, separada do acesso, e alimentar a sua base com quem aceitou.
Sem limite por aparelho, uma pessoa baixando vídeo deixa o caixa e a equipe lentos. O portal aplica o limite.
São cinco etapas, e o Wi-Fi da equipe não para em nenhuma delas. A tela nova entra no ar só depois do teste em celulares de verdade.
Marca e modelo dos pontos de acesso, rede de visitantes atual, público e o que você quer saber de quem conecta.
Prazo: [PREENCHER]
Forma de entrada, campos do cadastro, tempo de sessão, limite de velocidade e onde os dados ficam guardados.
Prazo: [PREENCHER]
Página com logo e cores, termos de uso e aviso de dados, com o texto revisado pelo seu jurídico.
Prazo: [PREENCHER]
Portal ativado na rede de visitantes e testado em iPhone, Android, notebook e TV antes de liberar.
Prazo: [PREENCHER]
Acesso ao painel, como gerar vouchers, como exportar relatórios e como atender um pedido de exclusão.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre a tela, as regras de acesso e o teste em vários aparelhos. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente de onde o portal roda e de quantos locais entram no projeto. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Onde o portal roda | No equipamento é só configuração; na nuvem há mensalidade da plataforma | Portal nativo da controladora ou serviço com relatórios |
| Forma de entrada | Código por mensagem pede integração e tem custo por envio | Aceite simples ou confirmação pelo celular |
| Número de locais | Cada unidade pede rede de visitantes e teste próprios | Uma clínica ou uma rede de quatro lojas |
| Rede atual | Equipamento doméstico não tem portal e precisa ser trocado | Roteador de operadora no lugar de ponto de acesso |
| Personalização | Tela com campos, idiomas ou páginas extras leva mais tempo | Portal em português, inglês e espanhol |
| Integração | Ligar o cadastro ao sistema do hotel ou ao CRM exige desenvolvimento | Login com número do quarto e sobrenome |
Faixa de preço para um local com portal nativo: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Mensalidade de plataforma e envio de mensagens são cobrados pelo fornecedor de cada serviço, à parte.
Antes de assinar, confira as regras de dados, os erros que fazem o portal falhar e o que pedir em cada opção. Esta seção serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
O portal coleta dados pessoais e registra acessos. Leve estes pontos ao advogado da empresa antes de definir os campos.
Cada dado pedido precisa de um motivo dito ao visitante, e o aceite de marketing deve ser separado do aceite de uso [CONFIRMAR na norma].
Há debate sobre se a empresa que oferece Wi-Fi deve guardar registros de conexão e por quanto tempo, como o provedor de acesso [CONFIRMAR na norma].
A pessoa pode pedir para ver ou apagar os próprios dados. Defina quem atende e em quanto tempo [CONFIRMAR na norma].
Dados guardados para sempre viram risco. Escolha um prazo, configure a limpeza automática e escreva o prazo na tela [CONFIRMAR na norma].
Falhas que aparecem em portais montados só pela aparência. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Se a lista de sites liberados estiver errada, o mini-navegador não aparece ou fica em branco. Teste em iPhone e Android antes de pagar.
Cada campo a mais faz gente desistir e usar o 4G. Peça só o que alguém da empresa vai de fato usar.
TV, impressora e maquininha não abrem a tela. Elas precisam de liberação própria ou de outra rede.
Celulares novos trocam o endereço de rede com frequência. Se o portal identifica o aparelho só por ele, pede cadastro de novo a cada volta.
A escolha define custo mensal, relatórios e onde os dados do visitante ficam. Compare antes de decidir.
| Opção | Custo mensal | Relatórios | Onde ficam os dados |
|---|---|---|---|
| No equipamento | Nenhum além da rede | Básicos | Na controladora da empresa |
| Serviço na nuvem | Mensalidade por local | Completos, com exportação | No fornecedor da plataforma |
| Servidor próprio | Manutenção do servidor | Os que você montar | No servidor da empresa |
Um local, cadastro simples e nenhuma intenção de usar os contatos para divulgação.
Algumas controladoras guardam poucos dias de registro. Confira se exporta antes de apagar.
Várias unidades, relatórios por local e lista de contatos para campanhas autorizadas.
Leia onde os dados ficam e o que acontece com eles se você cancelar a plataforma.
Com estes itens em mãos, a proposta sai mais rápida e mais precisa.
Marca e modelo dos pontos de acesso e da controladora, ou fotos das etiquetas.
Clientes, hóspedes, pacientes ou fornecedores, e quanto tempo cada um costuma ficar.
Só registrar o acesso, conhecer o cliente ou montar lista de contato com autorização.
Quem na empresa atende pedido de exclusão e quem aprova o texto dos termos.
Porque o portal sai testado nos aparelhos dos seus clientes e com regras de dados escritas antes da coleta. Seis compromissos que valem para todo projeto.
iPhone, Android, notebook e TV passam pela tela antes da entrega, não só o celular do técnico.
Lista de aparelhos testados entregue com o projeto
Cada dado pedido tem uma finalidade escrita. O que ninguém vai usar sai do cadastro.
Planilha de campos e finalidades aprovada por você
Se o portal cabe no ponto de acesso que você já tem, não indicamos troca nem plataforma paga.
Nenhuma marca ou plataforma indicada por comissão
A conta da plataforma e a senha da controladora ficam com a empresa, não com o técnico.
Acessos entregues e conferidos na entrega
Quem desenha o acesso é quem configura e testa. Sem repasse para outra equipe.
[PREENCHER: anos de experiência com Wi-Fi corporativo da equipe]
Ajuste na recepção ou troca de ponto de acesso com visita no local, quando for preciso.
[PREENCHER: portais implantados em Santa Catarina]
Quase toda linha corporativa tem portal próprio; o que muda são os recursos e o custo de cada um. Cada marca tem a sua página com os detalhes.
Portal de visitantes na própria controladora, com vouchers e limite por aparelho sem custo de licença.
Tela de acesso com voucher, senha simples ou servidor externo, configurada pelo controlador Omada.
Página de entrada pelo painel na nuvem, com aceite ou login, aplicada a todas as unidades de uma vez.
Portal nativo para casos simples e integração com autenticação externa quando o controle precisa crescer.
A implantação com visita fica para empresas do litoral de Santa Catarina, onde está a equipe. Ajustes de tela e de regras também podem ser feitos à distância.
Levantamento na recepção, teste nos ambientes e treinamento da equipe no local. Veja o Wi-Fi corporativo em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Unidades em outras cidades com controladora acessível pela internet recebem a tela e as regras à distância. [CONFIRMAR oferta]
Perguntas de quem recebe público e quer controlar o acesso ao Wi-Fi sem complicar a vida do cliente. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não há regra geral que obrigue a ter a tela. O que pesa é a guarda de registros e o tratamento dos dados coletados, que o advogado da empresa deve avaliar [CONFIRMAR na norma].
A rede de visitantes separa os aparelhos de fora dos computadores da empresa. O portal é a tela que identifica quem entra nessa rede. Os dois andam juntos; a separação está no Wi-Fi para visitantes.
Depende de onde o portal roda, da forma de entrada e do número de locais. A faixa para um local com portal nativo é [PREENCHER], e plataforma na nuvem tem mensalidade à parte.
Se for linha corporativa com controladora, quase sempre sim. Roteador doméstico ou de operadora não tem portal e precisa ser substituído por pontos de acesso.
Só de quem marcou uma autorização separada do aceite de uso, com a finalidade clara na tela. Sem essa marcação, o contato serve apenas para o acesso [CONFIRMAR na norma].
Não. Ele age só no começo da conexão; depois do login, a velocidade é a da rede. Se o Wi-Fi já está lento, veja por que o Wi-Fi do hotel cai com a casa cheia.
Quase sempre falta liberar algum endereço antes do login ou o aparelho já tem uma conexão de dados forte. O teste em vários modelos antes da entrega serve para achar isso.
Algumas plataformas oferecem, mas as redes sociais mudam as regras com frequência e a entrada pode parar sem aviso. Cadastro próprio ou código por mensagem dependem menos de terceiros.
Com equipamento compatível e texto dos termos aprovado, o prazo típico é [PREENCHER]. Integração com sistema de hotel ou CRM aumenta o prazo.
A empresa, que é a responsável pelo tratamento. A conta da plataforma e o acesso à controladora ficam no seu nome, e o painel de exportação fica com quem você indicar.
Três serviços que costumam vir antes ou depois do portal. Cada um resolve uma parte do acesso de quem é de fora.
Rede própria para quem é de fora, isolada da equipe, com limite de velocidade por aparelho.
Ver a rede Wi-Fi para visitantes
Equipe, câmeras, caixas e visitantes em redes separadas, para um problema não passar para o outro.
Ver a segmentação de rede corporativa
Rede e portal acompanhados todo mês, com vouchers, ajustes e atualizações feitos pela Táquion Tech.
Ver o Wi-Fi gerenciado para empresasTrês guias para entender a rede onde o portal vai rodar.
Como impedir que um aparelho da rede de visitantes distribua endereços falsos.
O que derruba o Wi-Fi quando o local enche e o que conferir primeiro.
Como saber se a lentidão está no Wi-Fi, na rede interna ou no link de internet.
Orçamento
Diga o tipo de negócio e como quer que o visitante entre. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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