Guia de preço · Wi-Fi em condomínio
Quanto custa Wi-Fi para condomínio: o preço explicado para síndicos
Quanto custa Wi-Fi para condomínio é uma conta das áreas comuns, não dos apartamentos: número de torres, distância entre a portaria e o lazer, câmeras no mesmo projeto e cabo que já existe decidem o valor. O preço sai depois da vistoria, e o síndico precisa olhar dois números, o custo de implantação e o custo mensal, divididos pelas unidades.
Resumo
- O orçamento cobre só as áreas comuns e os sistemas do prédio; a internet de cada apartamento segue com o morador.
- Torres separadas, garagem no subsolo e piscina longe da portaria pesam mais que o tamanho do salão de festas.
- Dividir implantação e mensalidade pelo número de unidades mostra quanto cada condômino paga de fato por mês.
- Proposta sem nobreak, sem rede separada para câmeras ou sem entrega das senhas fica mais cara na primeira troca de prestador.
Quanto custa Wi-Fi para condomínio: do que depende o valor
Depende de quantas áreas comuns precisam de sinal, de quão longe elas ficam umas das outras e do que já existe de cabo e rack no prédio. Por isso dois condomínios com o mesmo número de apartamentos recebem orçamentos bem diferentes.
O síndico costuma pedir o preço pensando no número de unidades, mas o Wi-Fi do condomínio não entra nos apartamentos. Ele atende portaria, academia, salão, piscina, coworking e garagem, e o tamanho do orçamento acompanha essas áreas e o caminho do cabo entre elas.
No projeto de Wi-Fi para condomínios, a proposta separa a rede dos moradores, a rede da portaria e a rede das câmeras. Essa separação aparece no orçamento como equipamento e configuração, e é ela que impede um visitante no salão de chegar ao gravador das imagens.
A Táquion Tech não divulga tabela de preço: o valor sai depois da vistoria das áreas comuns, item por item. Faixa de preço da Táquion Tech para um condomínio típico: [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].
Por que não existe preço por apartamento
Um prédio de muitas unidades numa torre só, com lazer no térreo, pode pedir menos rede que um condomínio horizontal com clube no fundo do terreno. O que manda é a geografia das áreas comuns, não a contagem de unidades.
Também não há valor de referência publicado por fonte oficial para esse serviço. A comparação honesta é entre propostas para o mesmo prédio, com o mesmo escopo.
O que entra no orçamento de Wi-Fi do condomínio?
Entram os fatores que só um condomínio tem: torres, garagem, lazer afastado, câmeras, portaria e as regras de obra do regimento. A tabela mostra como cada um pesa e o que perguntar na vistoria.
| Fator | Por que pesa no condomínio | O que perguntar na vistoria |
|---|---|---|
| Número de torres ou blocos | Cada torre pede rack, switch e ligação própria com a portaria | As torres já têm tubulação entre elas ou será preciso enlace sem fio? |
| Distância até o lazer | Piscina e quadra no fundo do terreno pedem cabo longo ou ponto externo | Por onde o cabo passa até a área de lazer? |
| Garagem no subsolo | Laje e concreto bloqueiam o sinal que vem do térreo | A garagem precisa de Wi-Fi ou só das câmeras? |
| Câmeras e controle de acesso | Aumentam portas de switch, energia pelo cabo e redes separadas | As câmeras entram neste projeto ou ficam como estão? |
| Cabo e shafts existentes | Tubulação livre encurta a obra; shaft lotado exige caminho novo | Há espaço nos shafts e no quadro de telecomunicações? |
| Energia de reserva | Sem nobreak, a portaria fica sem rede quando a luz pisca | O nobreak atual aguenta switch, roteador e câmeras juntos? |
| Regimento e acabamento | Obra só em horário comercial e canaleta pintada somam horas de trabalho | Em que horários a obra pode acontecer e que acabamento a assembleia aceita? |
Repare que o salão de festas quase nunca é o item caro. O peso está nas ligações, entre torres, entre portaria e lazer e entre o térreo e a garagem, porque cada ligação vira cabo, tubulação ou enlace.
O PoE, energia enviada pelo próprio cabo de rede, ajuda nessa conta. Pontos de acesso e muitas câmeras recebem energia do switch, e um único nobreak no rack mantém todos ligados na falta de luz, sem tomada nova em cada área.
Custo de implantação e custo mensal
O condomínio paga duas coisas diferentes, e a proposta precisa mostrar cada uma numa linha própria.
- Implantação: vistoria, projeto, pontos de acesso, switch, cabo, enlaces, instalação, testes e documentação, pagos uma vez.
- Mensal: suporte, acompanhamento da rede e, em algumas marcas, licença da gerência na nuvem cobrada por ponto de acesso.
Na previsão orçamentária do ano, a mensalidade pesa tanto quanto a implantação, porque volta na taxa condominial todo mês.
Na prática: dois condomínios, dois orçamentos
Dois cenários típicos mostram que o fator que mais pesa muda de prédio para prédio. Os valores ficam de fora, porque o que interessa aqui é o motivo da diferença.
O primeiro é um edifício de uma torre no litoral catarinense, com academia e salão no andar da portaria e piscina na cobertura. O prédio tem shaft com espaço sobrando e um rack de telecomunicações no térreo.
O segundo é um condomínio de três torres mais baixas, com menos apartamentos no total, clube no fundo do terreno, garagem no subsolo e câmeras gravando num aparelho antigo na portaria. Não há tubulação livre entre as torres.
| Item | Torre única com shaft livre | Três torres sem tubulação |
|---|---|---|
| Ligação entre prédios | Não existe | Enlace sem fio ou vala até cada torre |
| Lazer | Térreo e cobertura, ligados pelo shaft | Clube distante, com pontos externos |
| Garagem | Fora do escopo | Rede própria no subsolo para as câmeras |
| Câmeras | Já em rede separada | Migração para rede separada e gravador novo |
| Fator que mais pesou | Pontos nos andares de lazer | Ligações entre torres e até o clube |
Com menos apartamentos, o segundo condomínio recebe o orçamento maior. Quem compara só o valor por unidade entre os dois prédios conclui, sem razão, que um dos fornecedores cobrou demais.
Quer saber quanto custa no seu condomínio?
No Wi-Fi para condomínios, um Especialista percorre torres, garagem e lazer, mede o sinal e entrega a proposta com implantação e mensalidade separadas, pronta para a assembleia.
Quando as torres ficam longe uma da outra
Sem tubulação entre os blocos, sobram dois caminhos: abrir vala para cabo ou fibra, ou instalar um enlace sem fio entre os telhados.
A vala mexe em jardim e calçamento e pede aprovação de obra; o enlace exige visada livre entre as antenas e manutenção no alto do prédio. O enlace sem fio entre prédios costuma sair na frente quando o jardim é novo ou o piso é difícil de refazer.
Quanto custa Wi-Fi para condomínio por unidade?
O custo por unidade sai da implantação dividida pelos meses de uso, somada à mensalidade, com o total dividido pelos apartamentos. Faça a conta com os números de cada proposta e, se a convenção mandar, pela fração ideal.
A conta abaixo usa letras no lugar dos valores, para você trocar pelos números das propostas recebidas. O prazo de uso é uma escolha do condomínio, e cinco anos é uma referência usada para equipamento de rede [CONFIRMAR prazo de vida útil].
I = valor da implantação (pago uma vez)
P = prazo de uso, em meses (ex.: 60 meses = 5 anos)
M = mensalidade (suporte + licença, se houver)
U = número de unidades do condomínio
Custo mensal do condomínio = (I / P) + M
Custo mensal por unidade = ((I / P) + M) / USe a convenção divide as despesas pela fração ideal, aplique a fração de cada unidade sobre o custo mensal do condomínio, em vez de dividir em partes iguais. O Código Civil prevê a contribuição proporcional às frações ideais, salvo regra diferente na convenção [CONFIRMAR na norma].
O custo de deixar a rede como está
Manter os roteadores avulsos também custa, só que espalhado em notas pequenas ao longo do ano.
- Chamados avulsos: some as visitas de técnico pagas no último ano para reiniciar, trocar ou reconfigurar roteador.
- Aparelhos repostos: some os roteadores e repetidores comprados para substituir os que queimaram ou travaram.
- Imagem que faltou: conte as vezes em que uma câmera não gravou porque a rede caiu, e o que isso custou ao prédio.
- Recomeço na troca: estime quanto foi pago para descobrir senhas e refazer configurações quando o prestador anterior saiu.
Coloque esse total anual ao lado de doze vezes o custo mensal da fórmula. Às vezes a diferença é menor do que parece.
Compra, locação ou parceria: como escolher a forma de pagar
A forma de pagar muda o valor total, quem fica com os equipamentos e o que acontece no fim do contrato. Compare as opções pelo custo no prazo inteiro de uso, não pela primeira parcela.
| Forma | Como o condomínio paga | Equipamentos ficam com | O que olhar |
|---|---|---|---|
| Compra com implantação | Valor único ou parcelado, aprovado em assembleia | O condomínio | Garantia dos aparelhos e quem dá suporte depois |
| Locação com manutenção | Mensalidade fixa durante o contrato | A empresa contratada | Prazo, reajuste e o destino da rede no fim |
| Parceria com provedor | Pouco ou nada na entrada, com contrapartida comercial | O provedor | Exclusividade, senhas e devolução dos equipamentos |
| Por etapas | Primeiro as áreas críticas, depois as demais | O condomínio | Se o switch e a gerência da primeira etapa aceitam a segunda |
A locação dilui a implantação na taxa mensal e pode incluir a troca de aparelho com defeito. Some as mensalidades do contrato inteiro e compare com a compra mais o suporte no mesmo período.
A parceria com provedor já foi analisada pelo lado do controle no guia Wi-Fi para condomínio vale a pena?. Pelo lado do custo, a pergunta é outra: a entrada sem pagamento pode vir com prazo longo, e sair antes pode significar multa ou perda dos equipamentos.
Aprovação e rateio da despesa
Antes da assembleia, confirme com a administradora como a despesa será classificada e que quórum ela exige.
No Código Civil, obras úteis pedem o voto da maioria dos condôminos, e a convenção pode trazer regras próprias [CONFIRMAR na norma]. Usar o fundo de reserva na implantação depende do que a convenção diz sobre esse fundo [CONFIRMAR na norma].
Erros que fazem o menor preço sair caro
O menor preço sai caro quando a economia corta a ligação entre as áreas, a separação das câmeras ou a entrega das senhas. Esses cortes voltam como obra refeita e como dependência do prestador.
Evite
- Aceitar repetidor no lugar de cabo para levar o sinal da portaria até a piscina.
- Deixar a garagem e as câmeras fora do projeto para baixar o valor e incluir depois.
- Esquecer o nobreak do rack e descobrir na primeira queda de energia que a portaria apaga.
- Aprovar sem saber se há licença por ponto de acesso a partir do segundo ano.
- Assinar sem cláusula de entrega de senhas, mapa de pontos e documentação ao síndico.
É assim que a economia vira prejuízo: a mesma rede acaba paga duas vezes, a segunda com urgência.
Como pedir propostas que dá para comparar
Proposta comparável nasce de um pedido igual para todos os fornecedores, feito depois de listar o que o prédio precisa.
- Liste as áreas: portaria, academia, salão, coworking, piscina, quadra, garagem e o que mais precisar de sinal.
- Diga o que entra: só Wi-Fi ou também câmeras, controle de acesso e interfone em rede.
- Peça a vistoria: sem visita, o fornecedor chuta a distância entre torres e o caminho do cabo.
- Exija linhas separadas: implantação, mensalidade, licença e internet, cada uma com o seu valor.
- Peça a planta: com a posição de cada ponto de acesso e de cada enlace entre prédios.
- Combine a entrega: senhas, documentação e acesso de gerência em nome do condomínio.
Antes de levar a proposta à assembleia, confira se ela informa
- O número de pontos de acesso por área comum, inclusive os externos.
- Como cada torre se liga à portaria, por cabo, fibra ou enlace sem fio.
- Que redes separadas serão criadas para moradores, portaria e câmeras.
- Se o nobreak está incluído e por quanto tempo ele segura a rede.
- O valor mensal depois da instalação e o que ele cobre.
- Os horários de obra, de acordo com o regimento interno.
Faltando um item, peça a resposta por escrito antes da assembleia. Faltando três ou mais, a proposta ainda não descreve a rede do seu prédio.
Para o lado técnico da separação entre moradores e sistemas, veja o guia de como separar o Wi-Fi de clientes. Portaria, câmeras e controle de acesso estão na rede para condomínios.
A Táquion Tech faz a vistoria das áreas comuns e entrega a proposta com a conta por unidade em condomínios do litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento]. A quantidade de pontos segue o guia quantos pontos de acesso preciso.
Perguntas frequentes sobre quanto custa Wi-Fi para condomínio
O Wi-Fi do condomínio entra na taxa condominial?
Entra, quando a rede é do condomínio: a mensalidade de suporte e de licença vira despesa do mês, e a implantação costuma ser aprovada como despesa à parte. A forma exata segue a convenção e a decisão da assembleia [CONFIRMAR na norma].
A vistoria para fazer o orçamento é cobrada?
Depende da empresa e do porte do condomínio. Na Táquion Tech, as condições da vistoria são: [CONFIRMAR se é cobrada].
Dá para aproveitar os roteadores que o condomínio já tem?
Raramente, porque roteador doméstico não aceita gerência central nem separação confiável de redes. Cabos, tubulação e, às vezes, o switch da portaria costumam ser aproveitados depois de testados.
Precisa trocar a internet do condomínio junto com o Wi-Fi?
Nem sempre. Se o link atual dá conta das áreas comuns no horário mais cheio, ele continua, e a proposta da rede e o contrato de internet aparecem em linhas diferentes.
Quanto tempo leva para instalar o Wi-Fi do condomínio?
Depende do número de torres, das ligações entre elas e dos horários permitidos pelo regimento. O prazo combinado deve constar na proposta, com a instalação feita por área.
Fontes
- Código Civil, Lei nº 10.406/2002 (Planalto): arts. 1.336 e 1.341, sobre rateio das despesas pela fração ideal e quórum para obras úteis [CONFIRMAR na norma].
- Power over Ethernet (Wikipédia em inglês): energia pelo cabo de rede, que permite manter pontos de acesso e câmeras ligados a partir do nobreak do rack.