O último ataque virou correria
Cada técnico tentou uma coisa, a diretoria soube pelos clientes e ninguém registrou o que foi feito.
Segurança e DDoS · Provedores
Quem decide, quem avisa e quais comandos rodar em cada tipo de incidente, escrito antes do problema e testado com a sua equipe.
Plano de resposta a incidentes é o roteiro escrito do que o provedor faz quando sofre um ataque DDoS, uma invasão, uma extorsão ou um vazamento: quem decide, quem avisa quem, quais passos seguir e onde estão os contatos. É para o provedor que nunca passou por um incidente grave, ou que passou e resolveu no improviso. O resultado é uma equipe que sabe o seu papel desde o primeiro minuto, com prazos de aviso e provas preservadas.
É um conjunto de roteiros curtos, um por tipo de incidente, com papéis, contatos e prazos definidos antes. Tira do momento de pressão as decisões que não precisam ser tomadas ali.
No meio de um ataque DDoS, ninguém deveria procurar o telefone do NOC da operadora ou a community de blackhole. O plano deixa isso numa página, com quem pode acionar a contenção sem esperar o dono acordar.
Numa invasão, o instinto é desligar e reinstalar tudo, e isso apaga as provas. O plano manda guardar antes os registros de acesso, a configuração alterada e os dados de NetFlow do período, que mostram de onde veio e para onde foi o tráfego.
O plano também diz o que não fazer: bloquear no firewall do POP um ataque que já lotou o link, pagar uma extorsão ou avisar clientes antes de saber o alcance. Cada erro desses custa horas ou reputação.
Quem coordena, quem executa na rede, quem fala com clientes e quem fala com órgãos públicos. Em equipe pequena, uma pessoa acumula papéis, mas cada papel tem nome.
NOC das operadoras, fornecedores de sistema, CERT.br, jurídico e diretoria, com telefone conferido e um contato reserva para cada um.
Uma página por tipo de incidente, com os primeiros passos em ordem e os comandos já testados na sua borda, na linguagem da sua equipe.
Modelos de aviso para assinantes, para clientes corporativos e para órgãos, mais o formulário que registra o incidente do início ao fim.
Seis situações mostram que o próximo incidente vai ser resolvido no improviso. Se uma delas é a sua, o plano vem antes do próximo susto.
Cada técnico tentou uma coisa, a diretoria soube pelos clientes e ninguém registrou o que foi feito.
Se o técnico principal está de férias ou sem sinal, a rede fica sem resposta até ele voltar.
E-mail pedindo pagamento para não atacar exige decisão rápida e combinada, não discussão no grupo.
Cadastro, CPF e histórico de conexão no sistema de gestão tornam o vazamento um problema legal, além de técnico.
O regulamento da Anatel e clientes corporativos pedem gestão de incidentes documentada. [CONFIRMAR na norma]
Gente nova não sabe a quem ligar nem o que pode fazer sozinha durante um incidente à noite.
São cinco etapas, e o plano só é entregue depois de testado num exercício. A rede não sofre nenhuma mudança durante o trabalho.
Conversa com diretoria e equipe, histórico de incidentes, contatos atuais e controles que já existem na rede.
Prazo: [PREENCHER]
Escolha dos cenários que mais ameaçam o provedor e de quem responde por cada etapa.
Prazo: [PREENCHER]
Roteiros, lista de contatos conferida, modelos de aviso e formulário de registro.
Prazo: [PREENCHER]
A equipe percorre um incidente fictício em mesa, com o relógio correndo, e as falhas do plano aparecem.
Duração do exercício: [PREENCHER]
Plano corrigido com o que o exercício mostrou, aprovado pela diretoria e distribuído à equipe.
Prazo: [PREENCHER]
O plano cobre papéis, contatos, roteiros, comunicação e o exercício com a equipe. O atendimento durante um incidente real tem página própria.
O preço depende de quantos cenários entram e do tamanho do exercício. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de cenários | Cada cenário é um roteiro com passos, contatos e provas próprios | Só DDoS e invasão, ou também vazamento e extorsão |
| Exercício simulado | Preparar e conduzir o exercício soma horas de trabalho | Um exercício de mesa ou dois, com equipes diferentes |
| Tamanho da equipe | Mais pessoas pedem mais papéis e mais orientação | Três técnicos ou NOC com turnos e atendimento |
| Comandos testados | Escrever e testar os comandos na sua borda leva tempo de laboratório | Blackhole por community de cada operadora |
| Exigência regulatória | Prazos e modelos para Anatel e ANPD pedem checagem item a item | Provedor enquadrado no R-Ciber |
Faixa de preço para um plano com quatro cenários e um exercício: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se o incidente está acontecendo agora, o caminho é a mitigação emergencial de DDoS ou a resposta a incidentes, não um plano.
Antes de assinar, confira os erros que deixam o plano inútil na hora H, o que cada roteiro precisa ter e as referências públicas. Use os pontos abaixo com qualquer empresa de plano de resposta a incidentes.
Quatro falhas que aparecem só no dia do incidente. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Ninguém lê um documento longo com o link lotado. Cada roteiro deve caber numa página, com o resto em anexo.
Telefone de NOC desatualizado só aparece quando alguém liga. O fornecedor deve conferir cada contato e anotar a data.
Papel que nunca foi testado esconde buracos óbvios, como a senha da operadora que só o dono tem. O exercício precisa estar no escopo.
Se o servidor de arquivos foi o alvo, o plano some junto. Ele deve existir também impresso e fora da infraestrutura do provedor.
Use estes cenários para conferir a proposta. Os passos abaixo são o mínimo de cada roteiro.
Confirmar pelo fluxo qual IP é o alvo, acionar blackhole ou limpeza na operadora e avisar o atendimento.
Guardar os fluxos do ataque, registrar duração e volume e revisar se a contenção funcionou como previsto.
Copiar configuração e registros antes de mexer, cortar o acesso do invasor e trocar as senhas a partir de outra máquina.
Descobrir por onde entrou, comparar com o último backup e fechar a porta usada.
Conter, medir quais dados e quantos titulares foram afetados e acionar diretoria e jurídico.
Avisar a ANPD e os titulares quando houver risco relevante, no prazo da regra vigente [CONFIRMAR na norma].
Não responder nem pagar, guardar a mensagem e deixar a contenção pronta para o ataque de amostra.
Referências públicas que um plano sério segue. Peça ao fornecedor que diga quais usou.
Guia público de tratamento de incidentes, com as fases de preparação, detecção, contenção, recuperação e lições aprendidas [CONFIRMAR na norma].
Norma internacional sobre gestão de incidentes de segurança da informação, do planejamento à revisão [CONFIRMAR na norma].
Pedem comunicação de incidente com dados pessoais à ANPD e aos titulares; a resolução da ANPD fixa prazo em dias úteis [CONFIRMAR na norma].
Trata da gestão de incidentes nas prestadoras alcançadas e de quando comunicar a agência [CONFIRMAR na norma].
Porque o plano é escrito por quem atende incidente em provedor e sabe o que trava nos primeiros minutos. Seis compromissos que valem para todo plano.
Os roteiros saem de ataques e invasões reais em provedores, não de um modelo genérico de empresa.
[PREENCHER: incidentes atendidos pela equipe]
Blackhole e desvio para limpeza vão para o roteiro já testados com IP de laboratório.
Teste de contenção registrado no plano
O plano só é entregue depois de a equipe percorrer um incidente simulado e as falhas serem corrigidas.
Exercício incluído na proposta
Cada telefone e e-mail da lista é testado, com data da última conferência anotada.
Data de conferência em cada contato
O plano usa o que a rede já tem. Quando falta algo, a indicação vem do risco, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Versão impressa e cópia fora da infraestrutura do provedor, para o dia em que o servidor for o alvo.
Cópia impressa entregue no fim
O plano é montado à distância e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando o exercício simulado é feito com a equipe reunida no escritório.
Entrevistas, escrita e exercício por videochamada, com a equipe em casa ou no POP, como seria num incidente real.
Para conduzir o exercício em mesa com a equipe reunida e conferir os acessos de emergência no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As perguntas que os provedores mais fazem antes de encomendar o plano. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Papéis, contatos, roteiros por cenário, lista do que preservar como prova, modelos de aviso e prazos de comunicação. Tudo curto o bastante para usar com o link lotado.
O plano é escrito antes do problema. A resposta a incidentes de segurança é o trabalho durante e depois, seguindo o plano.
O preço do plano de resposta a incidentes muda com o número de cenários, o exercício e o tamanho da equipe. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Depende dos cenários e da agenda do exercício com a equipe. O prazo típico é [PREENCHER], e o do seu caso vai escrito na proposta.
Depende do enquadramento do provedor e do tipo de incidente [CONFIRMAR na norma]. O plano deixa definido antes quem avisa, quando e com quais informações.
Aí entra a LGPD, com comunicação à ANPD e aos titulares quando houver risco relevante [CONFIRMAR na norma]. O roteiro de vazamento traz o modelo de aviso e quem decide.
Uma vez por ano, com exercício simulado, e sempre que a equipe, as operadoras ou os fornecedores mudarem. Cada exercício gera uma lista de ajustes.
Provedor pequeno tem menos gente para improvisar, por isso o plano ajuda mais. Para equipe de três pessoas, ele cabe em poucas páginas.
Inclui o roteiro e os comandos testados para acionar a contenção. Montar a detecção automática é outro trabalho, feito na implantação de mitigação de DDoS.
Histórico dos últimos incidentes, lista de operadoras e fornecedores com contato e o nome de quem decide em cada área. O resto sai das entrevistas.
Três serviços que se apoiam no plano. Cada um entra numa fase diferente do incidente.
Investigação e contenção de invasão, com preservação de provas e relatório do que aconteceu.
Ver a resposta a incidentes de segurança
Especialista na sua borda durante o ataque DDoS, medindo e contendo o tráfego.
Ver a mitigação emergencial de DDoS
Regras de acesso, senhas, backup e incidentes escritas para o tamanho do seu provedor.
Ver a elaboração de política de segurança cibernéticaTrês guias que mostram os cenários que o plano precisa cobrir.
Como confirmar um ataque DDoS, achar o alvo e conter sem derrubar a cidade.
O que fazer nas primeiras horas depois de uma invasão.
Como reagir a uma ameaça de ataque com pedido de pagamento.
Orçamento
Diga quais incidentes mais preocupam e o tamanho da equipe. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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