Todo o DNS num POP só
Uma queda de energia ou uma fibra cortada nesse POP deixa toda a base sem navegar, inclusive os clientes de outras cidades.
Sistemas · Provedores
O DNS do provedor espalhado por mais de um POP, com o servidor doente saindo da rota sozinho e a troca provada com um desligamento de verdade.
Alta disponibilidade de DNS é o desenho que mantém a resolução de nomes funcionando quando um servidor trava, um POP perde energia ou uma atualização dá errado. É para o provedor que já tem DNS próprio, mas num lugar só, ou que já viu a base inteira sem abrir site com a conexão no ar. O resultado é um endereço de DNS que continua respondendo, porque outro servidor assume sem ninguém mexer no cliente.
É fazer o DNS do provedor sobreviver à falha de qualquer peça, do servidor ao POP inteiro. A troca precisa ser automática e rápida o bastante para o assinante não notar.
O DNS recursivo é o primeiro serviço que o assinante usa ao abrir qualquer site. Quando ele para, a conexão continua de pé, mas nada carrega, e o cliente liga dizendo que a internet caiu.
Entregar dois endereços de DNS ao cliente ajuda pouco sozinho: o roteador do assinante espera alguns segundos antes de tentar o segundo, a cada consulta. A redundância de verdade fica do lado do provedor, na rede.
Por isso o desenho junta servidores em lugares diferentes, roteamento que leva a consulta ao servidor vivo e um teste que retira o servidor doente. As peças são quatro:
Dois servidores no mesmo rack protegem de defeito na máquina, não de falta de energia ou fibra rompida. O segundo servidor precisa morar em outro lugar.
Todos os servidores anunciam o mesmo endereço pela rede interna. Cada consulta segue para o servidor mais próximo que está anunciando naquele momento.
Um programa no próprio servidor faz consultas de teste. Se a resposta falha, ele retira o anúncio do endereço e o tráfego muda de servidor.
Cada saída e volta de servidor gera alerta e fica anotada. Você sabe que houve troca, quanto tempo durou e por quê.
Seis situações pedem o DNS em mais de um ponto. Se uma delas aconteceu no último ano, a próxima vai acontecer de novo.
Uma queda de energia ou uma fibra cortada nesse POP deixa toda a base sem navegar, inclusive os clientes de outras cidades.
O suporte vê o cliente conectado e com sinal bom, mas ele não abre nada. Quase sempre o DNS parou ou ficou lento.
Se reiniciar o DNS exige janela de madrugada e aviso aos clientes, a rede depende de uma máquina só.
Um servidor sozinho no limite responde devagar justamente no horário em que todos navegam. Dividir a carga resolve as duas coisas.
Clientes longe do único DNS fazem cada consulta atravessar o backbone. Um servidor por região responde mais perto.
Um volume de consultas anormal travou o servidor. Com anycast, o ataque se divide entre vários pontos em vez de cair num só.
São cinco etapas, e a última desliga um servidor de propósito, com você acompanhando. A entrega só vale depois que a troca é vista funcionando.
Onde o DNS roda hoje, quais POPs têm energia e espaço, como o roteamento interno funciona e qual endereço os clientes recebem.
Prazo: [PREENCHER]
Servidores por POP, endereço anycast, protocolo de anúncio (OSPF ou BGP interno) e os tempos da checagem de saúde.
Prazo: [PREENCHER]
DNS instalado em cada ponto, anúncio do endereço configurado e filtros que impedem um servidor de anunciar o que não deve.
Prazo: [PREENCHER]
Os clientes passam a receber o endereço anycast, pool por pool, em janela combinada e com o desenho antigo ainda ligado.
Prazo: depende do número de pools
Um servidor é desligado e outro tem o processo do DNS parado. O tempo de troca é medido e vai no relatório final.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre o desenho, os servidores redundantes, o anúncio e o teste de queda. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do número de POPs e do estado do roteamento interno. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de POPs | Cada ponto ganha servidor, anúncio e teste | Dois POPs na sede ou quatro em cidades diferentes |
| Roteamento interno | Rede sem OSPF ou BGP interno pede preparo antes do anycast | Rotas estáticas entre os POPs |
| DNS atual | Aproveitar servidores existentes ou instalar do zero | DNS em uso que vira o primeiro nó |
| IPv6 junto | Dobra os anúncios e os testes, mas segue o mesmo desenho | Endereço anycast IPv6 ao lado do IPv4 |
| Marcas de roteador | Cada fabricante tem o seu jeito de filtrar o anúncio | POP com MikroTik e núcleo com Huawei |
Faixa de preço para dois POPs com DNS já existente: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Os servidores são do provedor e não entram nessa conta; se faltar máquina num POP, a proposta diz o tamanho certo.
Antes de assinar, compare as formas de redundância, os erros que fazem a troca falhar e as normas de anycast. Esta seção serve para avaliar qualquer empresa de alta disponibilidade de DNS, inclusive a Táquion Tech.
Há três jeitos comuns de deixar o DNS redundante. Eles se somam, mas só um protege contra a queda de um POP inteiro.
| Forma | Protege contra | Tempo de troca |
|---|---|---|
| Dois endereços no cliente | Servidor parado | Segundos por consulta, sempre |
| Endereço virtual (VRRP) | Defeito numa máquina do mesmo local | Poucos segundos, só no mesmo POP |
| Anycast com checagem | Servidor, processo ou POP inteiro | Segundos, sem esperar o cliente |
O roteador do assinante tenta o primeiro DNS e, sem resposta, o segundo. A espera se repete em cada consulta enquanto o primeiro estiver fora.
Muitos roteadores domésticos usam só o primeiro endereço ou demoram a trocar. Serve de reserva, não de plano principal.
Dois servidores no mesmo POP dividindo um endereço, com troca rápida se um travar.
O VRRP vê se a máquina está ligada, não se o DNS responde. Sem checagem do processo, o servidor travado segue com o endereço.
Cobre o processo, a máquina e o POP. Exige roteamento interno dinâmico e filtros bem escritos nos roteadores.
Falhas que fazem a redundância existir no papel e falhar no dia da queda.
Ping responde mesmo com o DNS travado. A checagem tem de fazer uma consulta real e conferir a resposta.
Se o roteador aceita qualquer rota vinda do servidor, um erro de configuração pode desviar tráfego que não é de DNS.
Redundância que nunca foi provada costuma falhar na primeira queda real. Peça o teste com desligamento e o tempo medido.
Uma mudança ruim aplicada em todos ao mesmo tempo derruba todos. Atualize um ponto, confira e só então siga para o próximo.
Referências públicas sobre anycast e redundância. Pergunte ao fornecedor quais ele segue.
Descreve como operar serviços anycast, incluindo a retirada do anúncio quando o serviço falha [CONFIRMAR na norma].
Trata do uso de anycast compartilhado para servidores DNS e dos cuidados com o roteamento [CONFIRMAR na norma].
Define o VRRP versão 3, usado para endereço virtual entre máquinas do mesmo local [CONFIRMAR na norma].
Estes dados encurtam o levantamento e deixam o desenho mais preciso.
Quais POPs existem, como se ligam e quais têm energia de reserva e espaço no rack.
Se há OSPF, IS-IS ou BGP interno rodando, e em quais roteadores.
Quanto tempo leva a troca quando o processo do DNS trava, e não só quando a máquina desliga? Peça o número medido no teste.
Porque a troca é provada na sua frente e o desenho fica documentado com os tempos. Seis compromissos de todo projeto de redundância.
Um servidor é desligado de propósito, com você acompanhando. O tempo de troca vai por escrito no relatório.
Teste de queda faz parte da entrega
O anúncio, os filtros e o roteamento interno são feitos por quem também configura o DNS. Nada fica pela metade.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com roteamento]
Atualização e virada seguem uma ordem: um ponto muda, é conferido, e só depois o próximo.
Ordem de mudança escrita no plano
A conta de máquinas por POP vem do volume de consultas, sem marca empurrada por comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Desenho dos POPs, endereços, filtros e tempos da checagem de saúde entregues à sua equipe.
Entregue no fim de todo projeto
Servidores e roteadores configurados por acesso seguro, em qualquer estado, com janela combinada.
[PREENCHER: estados atendidos]
A alta disponibilidade de DNS é feita de forma remota para provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando há servidor para montar no POP.
Configuração dos servidores e do anúncio por acesso seguro, com o teste de queda acompanhado por vídeo ou chamada.
Montagem de servidores nos POPs e acompanhamento do teste de queda no local. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que aparecem quando o provedor decide tirar o DNS de um ponto só. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
É dar o mesmo endereço a vários servidores em lugares diferentes. A rede entrega cada consulta ao servidor mais próximo que está no ar, e o cliente nem sabe qual respondeu.
Não. O endereço do DNS só circula dentro da sua rede, então OSPF ou BGP interno bastam. Se o roteamento interno ainda é estático, ele precisa ser preparado antes.
Depende dos tempos da checagem de saúde e do roteamento. Com o desenho ajustado, a troca leva poucos segundos [CONFIRMAR no teste do seu caso], e o número medido vai no relatório.
Protegem contra defeito numa máquina, mas não contra falta de energia ou fibra cortada no POP. Para isso, o segundo servidor precisa ficar em outro lugar.
O valor muda com o número de POPs, o roteamento interno e o DNS que já existe. A faixa para dois POPs é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
Vale manter, como reserva extra. Os dois podem ser endereços anycast diferentes, cada um com servidores próprios, para uma falha de configuração não atingir os dois.
O prazo típico é [PREENCHER] e depende do número de POPs e de pools. A virada dos clientes é feita aos poucos, por isso o calendário vai combinado na proposta.
Vale, porque o DNS parado derruba a base inteira, seja ela de mil ou de cinquenta mil clientes. Com dois POPs, o custo é baixo perto de um dia de chamados.
Ajuda a dividir o volume entre vários servidores, mas não substitui a proteção da borda. Para isso existe a mitigação de DDoS.
O projeto termina com o teste de queda e a documentação. Quem quer acompanhamento contínuo dos alertas contrata o monitoramento de rede.
Três serviços que costumam vir antes ou depois do DNS redundante. Cada um tira outro ponto único da rede.
DNS próprio com cache, validação e acesso só para a sua base, o primeiro passo antes da redundância.
Ver a implantação de DNS recursivo
Levantamento e correção dos pontos da rede que, sozinhos, derrubam muitos clientes.
Ver a eliminação de pontos únicos de falha
Acompanhamento de servidores, links e equipamentos, com alerta antes do cliente reclamar.
Ver o monitoramento de redeTrês guias sobre o roteamento que sustenta o DNS em vários pontos.
Como o roteamento interno leva a consulta ao servidor vivo mais próximo.
Quando o endereço virtual entre duas máquinas resolve e onde ele para.
Como o BGP interno também pode anunciar o endereço do DNS entre os POPs.
Orçamento
Conte onde o DNS roda hoje e quantos POPs a rede tem. Um Especialista devolve desenho, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp