Vai comprar sensores em quantidade
Errar a tecnologia em dez sensores é aprendizado; em trezentos, é prejuízo de compra e de mensalidade.
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A tecnologia de conexão de cada sensor escolhida com a conta de cinco anos na mão, e um piloto medido antes da compra grande.
Projeto de conectividade IoT é o estudo que decide como cada sensor e equipamento da empresa vai mandar dados: LoRaWAN, celular IoT, Wi-Fi, cabo ou rede celular própria, comparando alcance, bateria, volume de dados e custo mensal. É para a indústria, o frigorífico, o armazém ou a cooperativa de Santa Catarina que vai comprar sensores e não quer descobrir o erro depois de instalar cem deles. O resultado é um projeto com cobertura, lista de equipamentos e custo total, validado num piloto.
É escolher a rede antes do sensor. A mesma medição de temperatura pode custar dez vezes mais ao longo dos anos dependendo da tecnologia que leva o dado até o sistema.
Um sensor IoT é feito de três partes: o que mede, o rádio que transmite e a bateria ou fonte que alimenta. O rádio decide quanto a bateria dura, até onde o sinal chega e se há mensalidade por aparelho.
Numa planta, os sensores convivem com a rede industrial das máquinas e com a rede do escritório. O projeto diz em que rede cada um entra, para que um sensor novo não vire porta de entrada para a produção.
Não existe tecnologia que sirva para tudo. LoRaWAN ganha em alcance e bateria, mas não leva vídeo; Wi-Fi leva muito dado, mas gasta energia. Estas são as seis opções comparadas:
Rede própria de longo alcance, com gateways que cobrem quilômetros e sensores que duram anos com a mesma bateria. Serve para poucos dados por vez.
Usa a rede da operadora com chip de baixo consumo. Bom para sensores espalhados fora da sua área, com mensalidade por chip.
Aproveita a rede que a empresa já tem e leva bastante dado. Gasta mais energia e alcança dezenas de metros, não quilômetros.
Um cabo leva dado e energia ao mesmo tempo. É a escolha mais estável dentro da planta, quando o caminho para o cabo existe.
Alcance curto, consumo baixo e um sensor repassando o sinal do outro. Útil em salas e linhas com muitos pontos perto entre si.
LTE ou 5G privativa para áreas grandes com máquinas em movimento. Veja a rede LTE privativa e a rede 5G privativa.
Seis situações pedem o projeto antes da compra. Se uma delas é a sua, vale parar e fazer a conta.
Errar a tecnologia em dez sensores é aprendizado; em trezentos, é prejuízo de compra e de mensalidade.
Funcionou com cinco sensores perto do gateway e falhou quando a instalação chegou ao fundo do galpão.
Mensalidade por sensor parece pequena até ser multiplicada pela frota inteira e por cinco anos.
Sensor transmitindo demais ou longe do gateway gasta bateria em meses, não em anos, e a troca vira rotina.
Painel isotérmico e estrutura de aço bloqueiam rádio. Sem projeto, o dado não sai de dentro.
Cada fornecedor com seu aplicativo e ninguém juntando os números num lugar que a gestão usa.
São cinco etapas, e a compra grande só acontece depois do piloto. Até lá, você gasta com poucos sensores de teste.
O que medir, onde, com que frequência, quem recebe o alerta e em qual sistema o dado precisa aparecer.
Prazo: [PREENCHER]
Tecnologias avaliadas com compra, mensalidade, troca de bateria e manutenção somadas em cinco anos.
Prazo: [PREENCHER]
Poucos sensores nos pontos mais difíceis, com sinal, perda de mensagens e consumo medidos.
Duração do piloto: [PREENCHER]
Cobertura para toda a área, lista de equipamentos, rede de cada sensor e caminho dos dados até o sistema.
Prazo: [PREENCHER]
Conferência das propostas dos fornecedores contra o projeto e acompanhamento da primeira instalação.
Prazo: conforme a entrega dos fornecedores
O projeto cobre a escolha da tecnologia, o piloto e a especificação completa. A instalação em escala tem páginas próprias, conforme a tecnologia escolhida.
O preço depende principalmente do tamanho da área e de quantos tipos de sensor entram no estudo. O valor exato sai por escrito, depois da conversa de necessidade.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho da área | Área maior pede mais pontos de medição e estudo de cobertura | Planta com três galpões e pátio |
| Tipos de sensor | Cada tipo tem bateria, frequência e volume de dados próprios | Temperatura, energia e nível de tanque |
| Ambientes difíceis | Câmara fria, estrutura metálica e subsolo exigem teste no local | Túnel de congelamento com painel isotérmico |
| Piloto | Mais pontos de teste dão mais certeza e mais horas de campo | Doze sensores durante um mês |
| Destino dos dados | Integrar a um sistema existente pede estudo da interface dele | Dados indo para o ERP da empresa |
Faixa de preço para uma planta de porte médio com piloto: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Os sensores do piloto são comprados ou alugados pela empresa, conforme combinado na proposta.
Antes de assinar, confira os erros mais caros, a comparação entre tecnologias e as regras de rádio que valem no Brasil. Esta seção ajuda a responder se o projeto vale a pena no seu caso.
Cinco falhas que aparecem quando o sensor é escolhido antes da rede. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
O sensor mais em conta pode ter a mensalidade mais alta ou a bateria mais curta. A comparação certa soma cinco anos de custo.
Piloto feito na sala ao lado do gateway sempre funciona. O teste vale nos pontos mais difíceis: fundo do galpão, câmara fria, subsolo.
Temperatura de armazém raramente muda de minuto em minuto. Ler a cada dez ou quinze minutos multiplica a vida da bateria.
Gateway ligado direto na rede da produção abre um caminho novo até os CLPs. Ele precisa de rede própria, como na segregação entre TI e automação.
Se só o aplicativo do fabricante lê os dados, trocar de sensor obriga a trocar tudo. Prefira padrões abertos, como MQTT.
A escolha começa por três perguntas: até onde o sinal precisa ir, quanto dado o sensor manda e se há energia no ponto. Os valores abaixo são referência e mudam com o ambiente.
| Tecnologia | Alcance típico | Bateria | Mensalidade por sensor |
|---|---|---|---|
| LoRaWAN | Quilômetros | Anos | Não, em rede própria |
| Celular IoT | Onde há sinal da operadora | Meses a anos | Sim |
| Wi-Fi | Dezenas de metros | Dias ou fonte | Não |
| Cabo e PoE | Até 100 m por trecho | Sem bateria | Não |
LoRaWAN com gateways próprios. A partir de algumas dezenas de sensores, a ausência de mensalidade costuma compensar.
Os gateways precisam de internet e de alguém que cuide deles. Sem isso, a rede para sem aviso.
Celular IoT, quando a operadora tem NB-IoT ou LTE-M na região [CONFIRMAR na cobertura da operadora].
Cobertura de celular comum não garante cobertura NB-IoT. Teste o chip no ponto antes de comprar o lote.
Wi-Fi ou cabo. Câmeras, leitores e máquinas com muito dado não cabem em redes de longo alcance.
Wi-Fi em galpão com estrutura metálica pede estudo de cobertura. Veja o Wi-Fi para indústrias.
Regras que limitam o que pode ser usado no Brasil. Peça ao fornecedor que mostre como cada uma foi conferida.
O Brasil usa o plano de frequências AU915, dentro das regras de radiação restrita [CONFIRMAR na norma]. Sensor configurado para a faixa europeia ou americana não conversa com o gateway.
Todo sensor e gateway com rádio precisa de homologação para uso no país [CONFIRMAR na norma]. Peça o número do certificado antes de fechar a compra.
Em locais com atmosfera explosiva, como silos de grãos e salas de solvente, o equipamento precisa de certificação própria para a zona [CONFIRMAR na norma].
Porque a escolha sai de conta e de teste, não do catálogo de um fabricante. Seis compromissos valem para todo projeto de conectividade IoT.
Sem estoque para escoar, a comparação mostra a tecnologia que cabe no seu caso.
Nenhuma marca indicada por comissão
Compra, mensalidade e troca de bateria somadas, lado a lado para cada tecnologia.
Planilha de custo total entregue
Os sensores de teste vão para onde o sinal sofre, não para a sala ao lado do gateway.
Mapa do piloto com sinal por ponto
Cada sensor entra numa rede que não alcança as máquinas, mesmo quando fica dentro da planta.
Rede de cada sensor definida no projeto
Você recebe um documento que qualquer fornecedor consegue cotar, com critérios iguais para todos.
Especificação entregue no fim
Quem levanta a necessidade é quem faz o piloto e confere as propostas dos fornecedores.
[PREENCHER: projetos de IoT entregues]
O projeto é feito com visita e piloto presencial em empresas de Santa Catarina. Fora do estado, a parte de estudo e comparação pode ser remota quando o projeto pede.
Levantamento, piloto com sensores de teste e medição nos pontos difíceis, a partir do litoral catarinense. [CONFIRMAR área de atendimento]
Comparação de tecnologias e conta de custo total feitas à distância, com o piloto instalado pela sua equipe e analisado por nós. [CONFIRMAR]
As dúvidas que gestores mais trazem antes de comprar sensores. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Depende do tamanho da área, dos tipos de sensor e do piloto. A faixa para uma planta média com piloto é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da conversa de necessidade.
Vale quando a compra passa de algumas dezenas de sensores ou quando há ambiente difícil, como câmara fria. Nesses casos, um erro de tecnologia custa mais que o projeto inteiro.
Começa pelo que você quer medir, passa por uma comparação com custo de cinco anos e termina num piloto com poucos sensores. Só então vem a especificação para a compra.
LoRaWAN costuma compensar para muitos sensores numa área própria, sem mensalidade por aparelho. Celular IoT serve melhor para poucos sensores espalhados, fora do seu terreno.
Depende da tecnologia, da distância até o gateway e da frequência de leitura. Em LoRaWAN, com leitura a cada quinze minutos, anos são comuns [CONFIRMAR na ficha do fabricante].
Não. A Táquion Tech não vende equipamento; o projeto especifica modelos compatíveis e você compra de quem preferir. Isso mantém a comparação livre de comissão.
O gateway precisa de conexão para entregar os dados, que pode ser cabo, rádio ou celular. Em área sem boa internet, veja antes a conectividade rural.
Em geral sim, por MQTT ou pela interface do sistema de destino. A integração com SCADA, MES ou ERP depende da documentação de cada fabricante [CONFIRMAR na documentação].
A comparação leva [PREENCHER] e o piloto costuma durar algumas semanas, para pegar variações de clima e de operação. O prazo do seu caso vai escrito na proposta.
Funciona com cuidado: o painel isotérmico bloqueia o rádio, e a bateria comum perde carga no frio. O piloto mostra se é preciso antena externa ou gateway mais perto.
Três serviços que executam o que o projeto define. Cada um monta uma parte da rede de sensores.
Gateways, servidor de rede e sensores cadastrados para cobrir quilômetros.
Ver a implantação de rede LoRaWAN
Temperatura, umidade e energia medidas o tempo todo, com alerta para quem precisa agir.
Ver o monitoramento de ambientes com sensores
Rede celular própria para áreas grandes, com chips da empresa e cobertura projetada.
Ver o projeto de rede LTE privativaDois guias para entender como os dados viram alerta e como a rede de sensores fica separada.
Como dados coletados de muitos aparelhos viram gráficos e alertas.
Por que separar sensores, câmeras e computadores evita lentidão e risco.
Orçamento
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