Tem backup, mas não tem plano
As cópias existem, mas ninguém sabe em que servidor restaurar se o atual queimar ou for levado.
Data center · Empresas
Um plano que diz quais sistemas voltam primeiro, onde eles voltam e quem faz cada passo, ensaiado antes de um incêndio, alagamento ou ataque obrigar a usar.
Recuperação de desastres é o plano e a estrutura que permitem à empresa voltar a operar depois de perder a sala de servidores, o servidor principal ou os dados para um ataque. É para empresas que já têm backup mas não sabem em quanto tempo nem onde restaurar tudo. O resultado é uma volta com ordem, prazo conhecido e responsáveis definidos.
É o conjunto de decisões, cópias e ambientes reservas que tiram a empresa de uma parada grande de forma organizada. Responde onde restaurar, em que ordem e em quanto tempo.
O backup guarda os dados; a recuperação define o que fazer com eles quando a sala de data center inteira fica inutilizável. Sem servidor reserva, sem rede e sem roteiro, a cópia existe e a empresa continua parada.
Duas metas guiam o plano e são definidas para cada sistema da empresa: o RTO, tempo máximo que ele pode ficar fora, e o RPO, quanto de dados se aceita perder. Os números saem do projeto de cada cliente, não de uma tabela pronta.
Com virtualização, restaurar vira ligar cópias de máquinas virtuais num ambiente reserva, o que encurta muito a volta. As partes do plano são seis:
Quanto custa para a empresa cada hora sem faturamento, sem estoque ou sem atendimento. Essa conta decide quanto vale investir em cada sistema.
RTO e RPO definidos por sistema e aprovados pela direção, porque metas mais curtas pedem mais estrutura e mais custo.
Outra unidade da empresa, um colocation ou a nuvem. É onde os sistemas voltam enquanto a sala principal é reconstruída.
Primeiro rede, internet e autenticação, depois banco de dados e ERP, por fim arquivos e sistemas de apoio. A ordem respeita as dependências entre eles.
Quem declara o desastre, quem restaura, quem avisa clientes e fornecedores. Com nomes, suplentes e telefones fora da rede da empresa.
Uma restauração simulada, com o tempo medido contra a meta. O ensaio mostra o que o plano esqueceu.
Seis situações mostram que a empresa não sabe como voltaria de uma perda grande. Se uma delas é a sua, o plano deve vir antes do próximo incidente.
As cópias existem, mas ninguém sabe em que servidor restaurar se o atual queimar ou for levado.
Um concorrente ou fornecedor ficou dias parado por sequestro de dados, e a diretoria pergunta como seria aqui.
Sala no subsolo, perto de tubulação ou em região que alaga. A perda física deixa de ser hipótese.
Cliente, seguradora ou certificação pedem comprovar em quanto tempo a operação volta.
Só o responsável de TI sabe como reconstruir os sistemas. Se ele estiver de férias, a volta espera.
Mais filiais, mais sistemas e mais vendas por hora fazem cada hora parada custar mais do que custava.
São cinco etapas, e a estrutura só é montada depois que a direção aprova as metas. O ensaio faz parte da entrega.
Sistemas, dependências, custo da parada de cada um e riscos do local onde os servidores ficam.
Prazo: [PREENCHER]
RTO e RPO por sistema, local de recuperação e custo de cada opção, apresentados para decisão.
Prazo: depende da aprovação da direção
Réplicas, cópias imutáveis, acesso remoto e rede no local de recuperação, conforme o aprovado.
Prazo: [PREENCHER]
Passo a passo por cenário, ordem de restauração, contatos e critério para declarar o desastre.
Prazo: [PREENCHER]
Recuperação simulada com a equipe, tempo medido contra a meta e correção do que falhou.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre o plano, a montagem da estrutura de recuperação e o ensaio. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente das metas de tempo e do número de sistemas críticos. O valor exato sai por escrito, depois da análise de impacto.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Metas de tempo | Voltar em horas pede réplica pronta; em dias, cópias bastam | ERP de volta em 4 horas ou em 2 dias |
| Sistemas críticos | Cada sistema tem ordem, dependências e teste | ERP, banco de dados, arquivos e e-mail |
| Local de recuperação | Outra unidade, colocation ou nuvem têm preparo diferente | Réplica na filial de Itajaí |
| Ponto de partida | Sem backup confiável, a base precisa ser montada antes | Cópias que nunca foram restauradas |
| Ensaios por ano | Cada ensaio exige preparo, janela e relatório | Um ensaio anual ou dois por ano |
Faixa de preço para uma empresa com até cinco sistemas críticos: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. A estrutura do local de recuperação é cotada à parte, conforme a meta aprovada.
Confira os erros que transformam o plano num documento inútil, as estratégias de local reserva e as normas de continuidade. A lista serve para avaliar qualquer proposta, inclusive a da Táquion Tech.
Falhas que aparecem justamente no dia em que o plano é usado pela primeira vez.
Meta de duas horas sem servidor reserva pronto é só um número. Desconfie de quem promete prazo antes de ver os sistemas e o orçamento.
O ERP não abre sem o banco de dados, que não autentica sem o servidor de domínio. Restaurar fora de ordem faz perder horas.
Roteiro, senhas e contatos guardados só na rede da empresa somem com ela. O plano precisa de cópia impressa e fora do ambiente.
Voltar uma cópia que já carregava o invasor reinicia o problema. O plano define como checar a cópia antes de devolver o sistema à rede.
O tipo de local reserva define em quanto tempo a empresa volta e quanto custa manter a estrutura parada, esperando o desastre.
| Tipo | Tempo de volta | Custo de manter |
|---|---|---|
| Frio, só com as cópias | Dias | Baixo |
| Morno, servidores prontos sem dados atuais | Horas | Médio |
| Quente, réplica sempre atualizada | Minutos a poucas horas | Alto |
Empresa que aguenta algumas horas parada e quer equilíbrio entre custo e prazo.
Os servidores reserva precisam receber as mesmas atualizações que os principais, ou não ligam na hora.
Sistemas cuja parada custa mais por hora do que a réplica custa por mês.
A réplica copia também o erro e a exclusão. Ela não dispensa a cópia imutável.
Referências públicas de continuidade. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Norma de gestão de continuidade de negócios, que pede análise de impacto, estratégia e exercícios periódicos [CONFIRMAR na norma].
Trata da prontidão da tecnologia da informação para a continuidade, com foco em recuperação de sistemas [CONFIRMAR na norma].
A perda de dados pessoais num desastre pode exigir comunicação à ANPD e aos titulares [CONFIRMAR na norma]. O plano indica quem decide sobre essa comunicação.
Porque as metas saem da sua realidade e a volta é ensaiada com o tempo medido. Seis compromissos que valem para todo plano.
RTO e RPO são propostos depois da análise e conferidos no ensaio, sem número de catálogo.
Tempo medido no ensaio vai no relatório
Pelo menos um sistema crítico é restaurado no local reserva com a sua equipe.
Ensaio faz parte da proposta
O local de recuperação é escolhido pelo custo e pelo prazo, sem comissão de fornecedor.
Nenhuma marca indicada por comissão
O roteiro sai impresso e em cópia segura fora do ambiente da empresa.
Cópia impressa entregue em todo plano
Quem planeja entende rede, servidores e backup, e sabe em que ordem eles precisam voltar.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com continuidade]
Análise, montagem e ensaio feitos na empresa, com a equipe presente.
[PREENCHER: planos de recuperação entregues]
O plano é feito com visita presencial no litoral de Santa Catarina. Empresas de outras cidades recebem análise, roteiro e ensaio por acesso remoto seguro.
Visita à sala, entrevistas com as áreas, montagem do local reserva e ensaio na empresa. [CONFIRMAR área de atendimento]
Análise de impacto, configuração das réplicas e ensaio conduzidos à distância. [CONFIRMAR]
As perguntas que diretores e responsáveis de TI mais fazem antes de pedir o plano. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Backup é a cópia dos dados. Recuperação de desastres é o plano, o local reserva e o roteiro para voltar a operar usando essas cópias.
Depende das metas de tempo, do número de sistemas e do local reserva. A faixa para até cinco sistemas críticos é [PREENCHER], e a estrutura é cotada à parte.
RTO é o tempo máximo que um sistema pode ficar parado. RPO é quanto de dados se aceita perder, medido em tempo; os dois são definidos no projeto de cada empresa.
Depende das metas aprovadas e da estrutura montada para cumpri-las. O ensaio mede esse tempo de verdade, e é esse número que vai no relatório.
Não necessariamente. Uma filial, um colocation pequeno ou a nuvem servem de local reserva; a migração para colocation ajuda a comparar custos.
O prazo típico é [PREENCHER] para uma empresa com poucos sistemas críticos. A aprovação das metas pela direção costuma ser a etapa que mais varia.
Serve, desde que preveja cópia imutável e checagem antes de restaurar. A contenção do ataque em si é feita na resposta a incidentes.
Pelo menos uma vez por ano e depois de qualquer mudança grande de sistema ou de local. A frequência fica escrita no plano.
O cluster cobre a quebra de um servidor, não a perda da sala nem um ataque. Veja a implantação de clusters de virtualização para entender o que ele protege.
Direção, para aprovar metas e custos, TI, para executar, e as áreas que usam cada sistema. Um Especialista conduz as conversas e escreve o roteiro.
Três serviços que formam a base do plano. Cada um entrega uma peça da volta.
Cópias automáticas, fora do local e imutáveis, que o plano usa para restaurar.
Ver o backup de servidores
Espaço num data center contratado, que pode servir de local reserva.
Ver a migração para colocation
Roteiro para conter um ataque antes de começar a restaurar os sistemas.
Ver o plano de resposta a incidentesTrês guias sobre o que acontece quando a empresa precisa voltar de uma perda.
Os primeiros passos depois de uma invasão, antes de restaurar qualquer coisa.
Como não depender de uma só pessoa para reconstruir a infraestrutura.
Processos de operação que ajudam a manter o plano vivo.
Orçamento
Conte quais sistemas são críticos e quanto tempo a empresa aguenta parada. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
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