Nobreak que falha na troca
Equipamentos reiniciam quando o nobreak passa para a bateria, sinal de que a conversão é o ponto fraco.
Energia · Provedores
OLTs, switches e roteadores alimentados direto pelas baterias, com retificadores em módulos que se trocam com o POP ligado e alarme de cada falha no seu monitoramento.
Sistemas de energia em 48 volts alimentam os equipamentos de telecom do provedor em corrente contínua, com retificadores que carregam as baterias e mantêm a carga no mesmo barramento, sem a dupla conversão do nobreak. É para o provedor com OLTs e roteadores de entrada 48 V que ainda depende de nobreak, ou que vai montar POP novo. O resultado é uma energia com menos peças no caminho, módulos trocáveis e autonomia calculada pela carga real.
É uma fonte de corrente contínua feita para telecom: retificadores, baterias e distribuição num só conjunto. A bateria fica sempre ligada à carga, então a falta de energia não tem tempo de troca.
No nobreak, a energia vira contínua para carregar a bateria, volta a ser alternada no inversor e é convertida de novo pela fonte do equipamento. No sistema 48 V, o retificador converte uma vez e entrega a tensão que a OLT já usa.
Por isso é o padrão em centrais telefônicas e em POP de operadora. Num POP de provedor, que funciona como um pequeno data center de rua, o 48 V costuma alimentar a rede e o nobreak fica só para o que exige tomada.
Servidores comuns ainda pedem corrente alternada. Consolidar esses servidores com virtualização, ou levá-los para o núcleo, deixa o POP de bairro quase todo em 48 V.
Vários módulos em paralelo dividem a carga, com um a mais de reserva. Um módulo com defeito sai da gaveta sem desligar o POP.
Baterias em série formando 48 V nominais, ligadas direto ao barramento. A capacidade do banco define a autonomia.
Supervisiona tensão, corrente, temperatura e estado dos módulos e manda alarmes pela rede para o seu monitoramento.
Disjuntor por equipamento, desconexão de cargas menos importantes primeiro e corte da bateria antes de ela descarregar demais.
Seis situações pedem passar o POP para 48 V ou revisar o sistema que já existe. Se você tem OLT com fonte DC parada na caixa, uma delas é a sua.
Equipamentos reiniciam quando o nobreak passa para a bateria, sinal de que a conversão é o ponto fraco.
A OLT veio com entrada 48 V, mas está ligada em tomada por um nobreak que podia sair do caminho.
Começar em 48 V evita trocar a energia depois, quando o POP já tem clientes.
Novas placas e switches aumentaram o consumo, e o banco de baterias continua o mesmo de anos atrás.
Um módulo só, sem redundância. Quando ele queima, o POP vive só da bateria até alguém chegar.
O sistema existe, mas ninguém recebe aviso de falta de rede, módulo com defeito ou bateria baixa.
São cinco etapas, e os equipamentos passam para o 48 V um por vez. O sistema é montado e testado antes de receber a primeira carga.
Equipamentos com entrada 48 V, consumo de cada um, espaço no rack e estado das baterias atuais.
Prazo: [PREENCHER]
Número de módulos com reserva, banco de baterias, disjuntores, cabos e regras de desconexão.
Prazo: [PREENCHER]
Sistema instalado, controlador configurado e alarmes testados antes de qualquer equipamento ser ligado.
Prazo: [PREENCHER]
Cada equipamento passa da tomada para o 48 V em janela, com a fonte DC instalada e conferida.
Janelas necessárias: [PREENCHER]
Rede desligada de propósito, tempo real medido e alarmes conferidos no monitoramento.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre dimensionamento, montagem, migração dos equipamentos e teste. A compra e a obra elétrica de entrada ficam fora, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço do serviço depende principalmente da potência do POP e de quantos equipamentos serão migrados. O valor exato sai por escrito, depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Potência total | Mais carga pede mais módulos, cabos mais grossos e banco maior | OLT com oito placas PON e dois switches |
| Autonomia desejada | Mais horas somam baterias e teste mais longo | POP em morro a uma hora da equipe |
| Equipamentos a migrar | Cada troca de fonte é uma janela | Seis equipamentos saindo do nobreak |
| Número de POPs | Projetos iguais em vários POPs ganham escala | Padrão único para dez armários de bairro |
| Sistema existente | Revisar um 48 V antigo exige medir e testar o que está lá | Retificador de outra equipe, sem documentação |
Faixa de preço do serviço por POP: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Retificador, baterias e fontes DC são cotados à parte, com o fornecedor que você escolher.
Antes de comprar, confira os erros que mais aparecem em 48 V de provedor, a comparação com o nobreak e as normas da instalação. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Cinco falhas que transformam um sistema simples num risco. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
Em 48 V a corrente é alta: um POP de 1.000 W puxa cerca de 21 A. Cabo fino aquece e entrega tensão baixa na ponta do rack.
Retificadores no limite, sem um módulo sobrando, deixam o POP na bateria quando um deles falha.
Em telecom, o positivo costuma ser aterrado e a alimentação é chamada de -48 V. Ligar invertido queima a fonte do equipamento [CONFIRMAR no manual do fabricante].
Sem desconexão por tensão baixa, a bateria passa do ponto e perde capacidade de vez. O corte precisa estar configurado.
Carregar acima ou abaixo do que o fabricante pede encurta a vida do banco. O valor vem da ficha da bateria e corrigido pela temperatura [CONFIRMAR na ficha do fabricante].
Para telecom, o 48 V costuma vencer; para servidores, o nobreak continua necessário. A tabela resume.
| Ponto | 48 V com retificador | Nobreak |
|---|---|---|
| Conversões de energia | Uma | Duas ou mais |
| Troca de módulo ligado | Sim, em geral | Depende do modelo |
| Equipamentos atendidos | Telecom com entrada 48 V | Qualquer equipamento de tomada |
| Crescimento | Mais módulos e baterias | Nobreak maior ou outro nobreak |
OLT, switches e roteadores com fonte DC disponível, sem servidor no rack.
Painéis carregam o banco de 48 V direto pelo controlador, sem inversor no caminho.
Cache e concentrador em servidor comum pedem corrente alternada.
Rádios e aparelhos que só existem em versão de tomada continuam no nobreak.
Referências que uma instalação 48 V séria cita. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Rege a instalação de baixa tensão que alimenta o retificador e a proteção dos circuitos [CONFIRMAR na norma].
Define a faixa de tensão da interface de -48 V para equipamentos de telecom [CONFIRMAR na norma].
Mesmo em baixa tensão, o banco de baterias guarda muita energia e um curto gera arco. Quem trabalha nele precisa de treinamento [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o dimensionamento sai mais rápido e mais preciso.
OLT, switches e roteadores do POP, para conferir quais aceitam fonte de 48 V.
Leitura do nobreak ou da medição de corrente, de preferência no horário de pico.
Quanto tempo a sua equipe leva para chegar ao POP com gerador ou para a energia voltar.
Porque o sistema é testado antes de receber carga e a migração acontece um equipamento por vez. Seis compromissos que valem para todo sistema 48 V.
Quem dimensiona conhece as fontes DC de cada OLT e o comportamento de cada uma com tensão baixa.
[PREENCHER: anos de experiência da equipe com energia de telecom]
A carga passa para o 48 V aos poucos, com teste depois de cada troca.
Ordem de migração aprovada antes
A rede é desligada em janela e o tempo real do banco fica registrado.
Resultado do teste entregue por POP
A especificação permite cotar com qualquer fabricante, sem comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Falta de rede, módulo com defeito e bateria baixa chegam ao monitoramento que você já usa.
Alarmes testados na entrega
Diagrama de distribuição, disjuntores por equipamento e regras de desconexão entregues à sua equipe.
Entregue no fim de toda implantação
O dimensionamento é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A montagem, a migração e o teste presenciais ficam para o litoral de Santa Catarina.
Levantamento com dados da sua equipe, especificação, configuração do controlador e alarmes à distância.
Montagem no POP, migração dos equipamentos e teste de autonomia com a rede desligada. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que técnicos e donos de provedor mais trazem antes de passar o POP para 48 V. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
A maioria das OLTs e dos roteadores de operadora aceita, às vezes com uma fonte DC vendida à parte. Confira o modelo exato antes de comprar o sistema.
O serviço depende da potência, da autonomia e de quantos equipamentos serão migrados. A faixa por POP é [PREENCHER]; retificador e baterias são cotados à parte.
É de baixa tensão, mas o banco de baterias guarda muita energia e um curto gera faísca forte. A instalação precisa de disjuntores, fusíveis e profissional habilitado [CONFIRMAR parceiro elétrico].
Dá, e é comum. Telecom fica no 48 V e servidores no nobreak, cada um com o seu banco; veja a instalação de nobreaks.
É o sistema cortar a carga antes que a bateria descarregue demais e perca capacidade. Dá para cortar primeiro os equipamentos menos importantes e manter a OLT por mais tempo.
Porque em telecom o positivo costuma ser ligado ao terra, e a alimentação fica negativa em relação a ele [CONFIRMAR no manual do fabricante]. Na prática, é o mesmo sistema de 48 V.
Depende da carga e da capacidade das baterias, e não existe número padrão. O cálculo parte do consumo medido e do tempo que a equipe leva até o POP; veja o projeto de energia para POPs.
Em sistemas modulares com reserva, sim: o módulo sai da gaveta e os outros seguram a carga. Sem reserva, o POP fica só na bateria durante a troca.
Funciona bem, porque o controlador solar carrega o banco de 48 V direto. A energia solar para POPs calcula painéis e baterias.
O dimensionamento e a configuração do controlador, sim, para todo o Brasil. A montagem e o teste presenciais ficam para o litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
Três serviços que completam a energia do POP. Cada um cuida de uma parte.
Autonomia de cada POP calculada pelo tempo de chegada da equipe, com gerador quando faz sentido.
Ver o projeto de energia para POPs
Painéis e controlador carregando o banco de 48 V onde a rede elétrica não chega.
Ver a energia solar para POPs
Para-raios, aterramento e protetores de surto para o raio não chegar ao retificador.
Ver a proteção contra descargas em POPsDois guias que ajudam a ler a energia do POP antes de trocar o sistema.
Como os registros da OLT mostram se o reinício veio de energia instável.
Como separar queda de energia de falha de fibra pelos alarmes das ONUs.
Orçamento
Diga em que situação está o POP e quantos equipamentos aceitam 48 V. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp