Guia de preço · Speedtest Ookla
Quanto custa implantação de servidor de speedtest Ookla no provedor
Quanto custa implantação de servidor de speedtest Ookla se decide em três pontos: a maior velocidade que o provedor vende, a porta livre que existe na borda para ligar o servidor e a máquina que vai rodar o teste. O cadastro no programa da Ookla é uma etapa à parte, com regras definidas por ela [CONFIRMAR com a Ookla].
Resumo
- O plano mais rápido da base define a porta do servidor, e porta de 10 Gbps muda placa, módulo e enlace.
- Sem porta livre no roteador ou switch de borda, a conta ganha um equipamento que não estava no plano.
- Máquina virtual sai mais em conta quando o hipervisor do POP tem placa e processador com folga.
- Sem servidor dentro da rede, o custo aparece em chamados de velocidade e visitas técnicas que não precisavam acontecer.
Quanto custa implantação de servidor de speedtest Ookla, parte por parte
O valor se divide entre o trabalho técnico, a máquina, o lugar na borda onde ela se liga e o tempo de operação depois do cadastro. Cada parte responde a uma pergunta diferente sobre a sua rede.
O servidor de Speedtest é a máquina que o aplicativo da Ookla usa como destino do teste de velocidade. Quando ela fica dentro da rede do provedor, o assinante mede o trecho que você controla, da casa até o POP, e não o trânsito até um servidor de outra cidade.
Na implantação de servidor de speedtest Ookla da Táquion Tech, o serviço cobre conferência de requisitos, instalação, teste de carga, envio do pedido e alertas. O valor para um servidor com porta de 10 Gbps fica em [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].
As quatro perguntas por trás do orçamento
Antes de pedir proposta, responda estas perguntas com a sua equipe. Elas já mostram se o seu caso fica no lado simples ou no lado trabalhoso da escala.
- Maior plano vendido: define a velocidade da porta e da placa de rede do servidor.
- Ponto de ligação: uma porta livre perto do roteador de borda evita compra de equipamento.
- Tipo de máquina: o hipervisor do POP pode servir, se a placa e o processador aguentarem.
- Servidores de teste: só o do aplicativo, ou também um LibreSpeed na sua página e um iPerf para o NOC.
Por que não há faixa de mercado neste guia
Não há tabela oficial de preço para esse tipo de implantação, e a própria Ookla não publica valor de serviço de instalação. Sem fonte oficial, este artigo não traz número em reais.
As condições do programa de hospedagem, incluindo se há algum custo para o provedor, são definidas pela Ookla e podem mudar [CONFIRMAR com a Ookla]. Confira a versão atual antes de comprar qualquer peça.
O que faz o orçamento do servidor de speedtest variar
Seis fatores explicam a diferença entre dois orçamentos para o mesmo provedor. A tabela mostra o que pesa em cada um e por quê.
| Fator | Caso que simplifica | Caso que complica | O que entra a mais |
|---|---|---|---|
| Maior plano vendido | Planos até algumas centenas de megabits | Planos de 1 Gbps ou mais na base | Placa e porta de 10 Gbps, ajuste fino do sistema operacional |
| Porta na borda | Porta livre no roteador ou switch de borda | Todas as portas rápidas ocupadas | Módulo óptico, switch novo ou reorganização de enlaces |
| Máquina | Hipervisor com placa rápida e folga de processador | Nenhuma máquina disponível no POP | Servidor físico para montar e ligar no rack |
| Endereços e nome | IPv4 público, IPv6 e domínio já em uso | Sem IPv6 em produção ou sem domínio para o servidor | Endereçamento, entrada de DNS e certificado |
| Servidores extras | Só o servidor do aplicativo | LibreSpeed na página e iPerf para o NOC | Instalação, página e roteiro para cada um |
| Cadastro | Pedido aprovado na primeira análise | Pendências apontadas pela Ookla | Nova rodada de ajustes e reenvio [CONFIRMAR com a Ookla] |
As duas primeiras linhas costumam decidir a proposta. Quem vende 1 Gbps e não tem porta rápida sobrando na borda precisa resolver a ligação antes de pensar no servidor, ou ele vai medir menos do que a rede entrega.
Como calcular a porta que o servidor precisa
A porta certa sai de uma multiplicação: quantos testes podem acontecer ao mesmo tempo no pico, vezes a maior velocidade vendida. O resultado precisa caber na porta com folga.
- Testes simultâneos: veja no seu atendimento quantos clientes costumam testar ao mesmo tempo no horário de pico, ou use o teste de carga para estimar.
- Maior plano: pegue a velocidade do plano mais rápido que a base tem ativo hoje, e não só o que está no site.
- Multiplique: com cinco testes simultâneos de planos de 1 Gbps, o servidor precisa entregar 5 Gbps, o que já pede porta de 10 Gbps (exemplo de cálculo).
- Confira o caminho: a porta do servidor não adianta se o enlace entre o switch e o roteador de borda for menor.
Servidor físico ou máquina virtual: qual sai mais em conta?
A máquina virtual sai mais em conta quando o hipervisor já tem placa de 10 Gbps e processador sobrando. Se for preciso comprar placa ou dividir a placa com outros serviços pesados, o servidor físico dedicado passa a fazer mais sentido.
O teste de carga decide a dúvida com número, e não com opinião. Se a máquina virtual não entrega a velocidade com vários testes ao mesmo tempo, a troca acontece antes do cadastro, não depois da primeira reclamação.
Exemplo: dois provedores pedindo o mesmo servidor
Dois provedores pedem o mesmo servidor do aplicativo e recebem orçamentos distantes. A diferença está na velocidade vendida e na borda de cada um.
O provedor G vende planos até 600 Mbps, tem um hipervisor no POP principal com placa de 10 Gbps e porta livre no switch ligado ao roteador de borda. O provedor H acabou de lançar planos de 1 Gbps, tem todas as portas rápidas da borda ocupadas, ainda não usa IPv6 em produção e quer também uma página de teste com a própria marca.
- Provedor G: cria a máquina virtual, instala o software, libera as portas, faz o teste de carga e envia o pedido.
- Provedor H: antes do servidor, precisa de uma porta rápida na borda, de endereçamento IPv6 para o servidor e de uma segunda instalação para a página com LibreSpeed.
- O que pesou: a combinação de plano de 1 Gbps com borda sem porta livre. O servidor em si custa quase o mesmo esforço nos dois.
- O que não mudou: a análise da Ookla, que tem prazo e critério próprios nos dois casos [CONFIRMAR com a Ookla].
Sua borda tem porta livre para o servidor de teste?
Na implantação de servidor de speedtest Ookla, um Especialista confere a borda, a máquina e os requisitos do programa antes de você comprar qualquer peça.
Se o provedor H receber uma proposta que só fale em instalar o software, a porta e o IPv6 vão aparecer depois, como compra urgente ou como servidor que mede metade do plano.
Sem a implantação de servidor de speedtest Ookla, quanto custa cada reclamação?
Sem servidor próprio, cada teste do assinante passa pelo trânsito e pela rede de outra empresa, e a reclamação de velocidade vira discussão. O custo dá para estimar com números do seu atendimento.
- Chamados de velocidade sem causa: conte os chamados do último mês em que a ONU, a porta e o concentrador estavam normais e multiplique pelo tempo médio de atendimento.
- Visitas técnicas desnecessárias: some as idas a campo que terminaram sem defeito encontrado e multiplique pelo custo de cada visita.
- Cancelamentos por lentidão: veja quantos assinantes saíram citando velocidade no motivo e multiplique pela receita mensal de cada um.
- Horas do N2: estime quanto tempo o técnico gasta por semana tentando provar que a rede está boa.
Parte desses chamados é lentidão de verdade, e o servidor interno ajuda a separar uma coisa da outra. O guia de internet lenta no horário de pico mostra onde procurar quando o teste interno também cai.
O teste interno substitui o teste contra servidores de fora?
Não substitui, complementa. O teste interno mostra a sua rede até o POP, e o teste contra um servidor de fora mostra também o trânsito; o guia de link de trânsito saturado explica como ler a diferença.
Quando a ida e a volta seguem caminhos diferentes, até o teste externo engana. O guia de rotas assimétricas mostra como isso aparece no resultado.
O que costuma ficar fora da proposta e aparece depois
Cinco despesas costumam surgir só depois do servidor no ar. Pergunte por elas antes de assinar, para não serem surpresa.
- Peças de hardware: placa de rede, módulo óptico ou o próprio servidor são comprados pelo provedor, fora do valor do serviço.
- Testes de quem não é cliente: assinantes de outras redes da região também podem escolher o seu servidor no aplicativo, e esse tráfego entra pelo seu trânsito ou pelo ponto de troca.
- Gargalo no backbone: se o teste interno mostrar enlace no limite, a correção é o dimensionamento de capacidade, com orçamento próprio.
- Acompanhamento diário: o projeto entrega os alertas, e quem os olha todo dia é o monitoramento de rede.
- Atualizações: sistema operacional, certificado e software de teste precisam de manutenção depois da entrega.
A Táquion Tech indica a configuração da máquina pelo número de testes simultâneos e pela maior velocidade vendida, sem vender o equipamento. A aprovação do cadastro é decisão da Ookla e não entra em nenhuma garantia de prazo.
Erros comuns ao contratar: quando o menor preço sai caro
O menor preço sai caro quando o servidor fica pronto e mede menos que o plano vendido. Os erros abaixo explicam a maioria desses casos.
- Porta de 1 Gbps para planos de 1 Gbps: dois testes ao mesmo tempo já dividem a porta, e os dois assinantes veem metade.
- Servidor atrás do CGNAT: o servidor precisa de endereço público próprio e caminho curto até a borda.
- Pular o teste de carga: um teste isolado passa, e o problema só aparece com vários ao mesmo tempo.
- Comprar a máquina antes de conferir os requisitos: o programa tem regras próprias, que mudam com o tempo [CONFIRMAR com a Ookla].
- Sem roteiro para o suporte: cada atendente pede o teste de um jeito e aceita print feito pelo Wi-Fi do celular.
Compare as propostas de servidor de speedtest por estes pontos
- Diz qual porta o servidor terá e como chegou a esse número.
- Confere se há porta rápida livre na borda ou inclui a solução para isso.
- Inclui IPv4, IPv6, nome de domínio e certificado do servidor.
- Prevê teste de carga com vários testes simultâneos, de pontos diferentes da rede.
- Prepara e envia o pedido à Ookla e trata eventuais pendências.
- Entrega alertas de disponibilidade e um roteiro de teste para o suporte.
Proposta que não fala de porta, teste de carga ou pendências do cadastro está deixando o risco com você. Peça esses três pontos por escrito antes de escolher.
Perguntas frequentes
A Ookla cobra para hospedar um servidor de teste?
As condições do programa de hospedagem, inclusive custo e contrato, são definidas pela Ookla [CONFIRMAR com a Ookla]. O que a implantação cobra é o trabalho técnico; máquina, porta e link são do provedor.
Provedor pequeno precisa de porta de 10 Gbps no servidor?
Depende do maior plano vendido e de quantos testes acontecem ao mesmo tempo, e não do tamanho da base. Um provedor pequeno que vende 1 Gbps pode precisar de 10 Gbps, enquanto um maior com planos menores talvez não.
Clientes de outros provedores podem usar o meu servidor?
Podem, porque o aplicativo sugere servidores próximos e o usuário também escolhe manualmente. Por isso vale acompanhar o tráfego do servidor e conferir se ele pesa no trânsito ou no ponto de troca.
Além do Ookla, vale instalar LibreSpeed ou iPerf?
O LibreSpeed serve para uma página de teste com a sua marca, e o iPerf serve ao NOC para medir enlaces sem navegador. Os dois somam instalação, mas não dependem de aprovação de terceiros.
Quanto tempo leva para o servidor aparecer no aplicativo?
A instalação e o teste de carga levam [PREENCHER], e depois disso o prazo é o da análise da Ookla [CONFIRMAR com a Ookla]. Pendências no pedido somam uma nova rodada, por isso vale conferir tudo antes do envio.
Fontes
- Ookla, Host a Speedtest Server: página do programa de hospedagem de servidores de teste da Ookla, com requisitos e condições atuais
- LibreSpeed (repositório oficial): servidor de teste de velocidade de código aberto, para página própria do provedor
- iPerf: ferramenta de medição de banda entre dois pontos da rede, usada pelo NOC