O segundo link está pago e parado
O contrato corre todo mês, mas o tráfego passa só pelo primeiro. O dinheiro do reserva não volta em capacidade.
BGP · Provedores
Duas ou mais operadoras anunciando os seus blocos, com a troca entre os links medida em teste de queda real antes de você precisar dela.
Configuração de BGP multihoming é fazer duas ou mais operadoras de trânsito anunciarem os mesmos blocos do seu ASN, para a rede seguir no ar quando uma delas para. É para o provedor que já paga o segundo link e ainda não confia nele na hora da queda. O resultado é troca automática com tempo medido e cada link levando a parte do tráfego que você definiu.
É ligar o seu ASN a mais de uma operadora e anunciar os mesmos blocos por todas elas. Se uma cai, o resto da internet passa a chegar aos seus assinantes pela outra, sem troca de endereço.
No multihoming, o BGP de cada operadora recebe os seus blocos e os espalha pela internet. Quando um link para, a sessão daquele lado cai, as rotas por ali somem e o tráfego converge para o caminho que sobrou.
Isso só funciona com ASN e blocos próprios. Com IPs emprestados de cada operadora, o assinante muda de endereço quando o link muda, e as conexões abertas caem.
Ter o IX.br na borda ajuda, mas não substitui o segundo trânsito: o ponto de troca só leva tráfego das redes que estão nele. As formas de montar o multihoming são estas:
Um link leva tudo e o outro só assume na queda. É simples de operar, mas o reserva fica pago e parado na maior parte do tempo.
Cada operadora leva uma parte do tráfego em dia normal, e uma absorve a outra na queda. Pede mais regra e mais acompanhamento.
Cada link chega a um roteador diferente, ligados por iBGP. A queda de um equipamento deixa de derrubar a saída inteira.
O tráfego para as redes do ponto sai pelo IX.br, e o resto se divide entre as operadoras. Tira peso do trânsito sem servir de reserva para ele.
Seis sinais mostram que a borda com dois links ainda não funciona como deveria. Um deles já justifica revisar o desenho.
O contrato corre todo mês, mas o tráfego passa só pelo primeiro. O dinheiro do reserva não volta em capacidade.
Mesmo com dois links, o provedor inteiro sai do ar quando o principal cai. A troca nunca foi montada ou testada.
O assinante fica sem internet enquanto o roteador espera a sessão expirar. Ajuste de tempo e BFD resolvem.
Rota assimétrica confunde gráficos e filtros, e às vezes revela anúncio desigual entre as operadoras.
Objeto de rota no IRR e carta de autorização dos blocos são exigências comuns antes de aceitar o anúncio.
Contrato com volume mínimo cobrado mesmo sem uso pede divisão de tráfego para aproveitar o que já é pago.
São cinco etapas, e o teste de queda é parte do serviço, não um extra. A borda só muda depois que você aprova o desenho.
Capacidade, preço e compromisso de cada link, mais o tráfego atual por destino e por horário.
Prazo: [PREENCHER]
Qual link leva o quê, qual tempo de troca é aceitável e o que acontece quando cada operadora cai.
Prazo: [PREENCHER]
Uma operadora por vez, com backup antes e conferência de rotas recebidas e anunciadas depois.
Duração da janela: [PREENCHER]
Cada link é desligado de propósito, com o tráfego real, e o tempo até o tráfego voltar é cronometrado.
Prazo: na mesma janela ou em outra combinada
Relatório com os tempos medidos, diagrama, regras explicadas e gráfico de tráfego por link.
Prazo: [PREENCHER]
O multihoming cobre as sessões, a divisão do tráfego e a troca automática entre os links. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai na proposta.
O preço depende de quantas operadoras e roteadores entram e de quão fina é a divisão do tráfego. O valor exato sai por escrito depois do levantamento.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Número de operadoras | Cada uma tem communities, filtros e exigências próprias | Duas operadoras nacionais e uma regional |
| Roteadores na borda | Dois roteadores somam iBGP e testes de queda de equipamento | Um link em cada roteador, no mesmo POP |
| Modo de uso | Os dois links ativos pedem mais regra que principal e reserva | Vídeo por um link, o resto pelo outro |
| Tempo de troca exigido | BFD e tempos curtos pedem conferência com a operadora | Troca em poucos segundos para clientes empresariais |
| IPv6 junto | Dobra as sessões e os testes de queda | Blocos IPv6 com a mesma divisão das IPv4 |
Faixa de preço para duas operadoras e um roteador: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Se um link caiu e a troca não aconteceu agora, o caminho é o suporte emergencial.
Confira os erros que fazem o segundo link falhar na hora errada, o modo de uso e os números que o projeto precisa entregar. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que só aparecem no dia da queda. Pergunte ao fornecedor como ele evita cada uma.
Anunciar um /24 por uma operadora e só o /22 pela outra puxa toda a entrada para a primeira, porque a rota mais específica sempre vence.
Links de empresas diferentes podem dividir a mesma fibra ou o mesmo poste até o POP. Um rompimento leva os dois. Peça o trajeto físico de cada link.
Sem ajuste, o roteador pode esperar de 90 a 180 segundos para declarar a sessão morta [CONFIRMAR no manual do roteador]. Com BFD, a queda é notada em fração de segundo.
Configuração que só foi vista funcionando com os dois links no ar é hipótese. O teste com tráfego real é o que prova a troca.
É a escolha que define quanto do segundo link você aproveita. A tabela compara os dois modos.
| Modo | Uso do segundo link | Trabalho de manutenção |
|---|---|---|
| Principal e reserva | Só na queda do principal | Baixo |
| Os dois ativos | Todo dia, com parte do tráfego | Médio, com revisão periódica |
Link reserva menor ou cobrado por uso, e equipe pequena para acompanhar a divisão.
Um reserva que nunca leva tráfego pode estar quebrado sem ninguém saber. Teste de tempos em tempos.
Links de tamanho parecido, ou contrato com volume mínimo que precisa ser usado.
Cada link precisa aguentar sozinho o pico, ou você aceita lentidão planejada durante a queda.
Critérios que o desenho precisa deixar escritos. Peça esses números na proposta.
O relatório deve trazer quantos segundos o tráfego levou para voltar em cada teste. Sem número, não houve teste.
Some o pico dos dois links e compare com a capacidade de cada um. Se passar, defina antes o que perde prioridade.
A maioria das redes descarta IPv4 menor que /24 e IPv6 menor que /48 [CONFIRMAR com cada operadora]. Divisão de entrada abaixo disso não chega à internet.
Referências públicas por trás dos mecanismos usados no multihoming.
Definem o BFD e como protocolos como o BGP o usam para notar a queda do vizinho rápido [CONFIRMAR na norma].
Definem as communities e as large communities, usadas para pedir à operadora prepend ou não anúncio [CONFIRMAR na norma].
Porque a troca entre os links é provada em teste e não prometida no papel. Seis compromissos de todo projeto de multihoming.
Cada link é desligado de propósito na janela, e você vê o tempo de volta no relatório.
Tempos de troca entregues por escrito
Pedimos às operadoras o caminho de cada link e apontamos onde os dois dividem cabo ou prédio.
Ponto comum entre os links apontado no diagrama
Antes de mexer na segunda operadora, a primeira já está conferida, e há roteiro para desfazer.
O plano de volta faz parte da proposta
Se o roteador atual aguenta as duas sessões, ele fica. A troca só é indicada com conta de memória e tráfego.
Nenhuma marca indicada por comissão
Quem desenhou a divisão é quem aplica e acompanha o teste de queda.
[PREENCHER: anos de experiência com BGP da equipe]
Configuração e testes por acesso remoto seguro, com visita ao POP só quando há troca física.
[PREENCHER: projetos de multihoming entregues]
O multihoming é configurado à distância para provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista vai ao POP quando o projeto pede cabo, roteador ou transceptor novo.
Sessões, regras e testes de queda feitos por acesso remoto registrado, com a sua equipe acompanhando a janela.
Para ligar o segundo link no rack, instalar roteador ou acompanhar o teste no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
Dúvidas de quem está ligando ou consertando o segundo link de trânsito. Se a sua não estiver aqui, mande no WhatsApp.
Com ASN e blocos próprios, você abre uma sessão com cada operadora e anuncia os mesmos blocos pelas duas. Depois define qual link leva o quê e testa a queda de cada um. A configuração de BGP explica as sessões e os filtros por baixo disso.
Com duas operadoras diferentes, não de verdade: cada uma só anuncia os IPs dela. Com dois links da mesma operadora, um ASN privado pode bastar. Para o caminho completo, veja a solicitação de ASN.
Se o link físico cai, a sessão cai na hora. Se o problema está no meio do caminho, sem BFD o roteador espera o tempo de espera da sessão expirar. Com BFD e tempos ajustados, a troca fica em poucos segundos.
A saída se divide bem, porque a decisão é do seu roteador. A entrada depende das outras redes, então a divisão é aproximada e muda com o tempo. A engenharia de tráfego BGP faz o ajuste fino.
Não. Um roteador com as duas sessões já protege contra a queda de uma operadora. Dois roteadores protegem também contra a falha do equipamento, e isso é a alta disponibilidade de borda.
Sim, no RouterOS 7, com memória suficiente para o tipo de rota que cada operadora vai mandar. BFD e filtros por operadora precisam de conferência da versão. Detalhes na configuração de roteadores MikroTik.
Depende do número de operadoras e roteadores, do modo de uso e do IPv6. A faixa para duas operadoras é [PREENCHER], e o valor exato sai depois do levantamento.
O típico é [PREENCHER], do levantamento ao relatório de testes. O que mais atrasa é a operadora liberar a sessão e confirmar communities e BFD.
O teste é feito em horário de pouco uso e, se tudo estiver certo, o assinante sente só uma pausa curta. Se a troca falhar, o link volta na hora e a falha vira correção antes de nova tentativa.
Não como reserva do trânsito, porque o ponto só alcança as redes conectadas a ele. Ele ajuda a tirar tráfego das operadoras. Veja a conexão ao IX.br.
Três serviços que costumam andar junto com o segundo link. Cada um cuida de uma parte da borda com várias saídas.
Divisão do tráfego entre os links revista com medição e meta.
Ver a engenharia de tráfego BGP
Dois roteadores na borda, para a falha de um equipamento não derrubar a saída.
Ver a alta disponibilidade de borda
Conta de memória e de tráfego para o roteador receber as rotas das duas operadoras.
Ver o dimensionamento do roteador de bordaTrês guias sobre o que acontece com o tráfego quando a borda tem mais de uma saída.
Como ler os gráficos quando um link lota e o outro sobra.
Quando sair por uma operadora e voltar pela outra é problema.
Como usar as communities das operadoras para orientar a entrada.
Orçamento
Conte quantos links você tem e como a borda se comporta hoje. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp