Piscina ou área de lazer sem sinal
O hóspede ou o sócio sai do prédio e perde a conexão. O pedido chega na recepção todos os dias.
Wi-Fi · Empresas
Sinal na piscina, no pátio e no estacionamento, com aparelhos feitos para sol, chuva e maresia e ligados à mesma rede de dentro.
Wi-Fi externo é a rede sem fio levada para áreas abertas, como piscinas, pátios, estacionamentos, varandas e docas, com pontos de acesso próprios para ficar no tempo. É para hotéis, clubes, condomínios, restaurantes e indústrias que precisam de sinal fora do prédio. O resultado é cobertura onde o cliente ou a equipe realmente fica, com equipamento que dura e a mesma senha e gerência da rede interna.
É o projeto e a instalação de Wi-Fi em área sem paredes nem teto, com aparelhos e fixação pensados para o ambiente aberto. Muda o equipamento, a antena e o cuidado com água e raios.
O Wi-Fi de dentro do prédio conta com paredes que limitam o sinal e protegem o aparelho. Do lado de fora, o sinal vai longe, pega mais interferência e o equipamento enfrenta sol, chuva, vento e salinidade.
O ponto de acesso externo tem caixa vedada, faixa de temperatura maior e, em muitos modelos, antena trocável. A posição e o tipo de antena definem se o sinal cai na área de uso ou se espalha para onde ninguém está.
Antes de instalar, um site survey de Wi-Fi da área aberta mostra onde fixar e quantos pontos são precisos. As partes do projeto são estas:
Antena omnidirecional espalha o sinal em volta; a setorial aponta para uma área, como a piscina ou o pátio. A escolha depende do formato do espaço.
Fachada, poste ou mastro, na altura que enxerga a área sem passar por cima dela. Ponto alto demais cobre o vizinho e deixa o chão fraco.
O cabo de rede leva dados e energia ao aparelho, com tubulação e conectores para uso externo. Passou da distância do cabo, entra fibra ou switch no caminho.
Caixa vedada, conector protegido, gota de escorrimento no cabo, aterramento e protetor de surto antes de o cabo entrar no rack.
Seis situações pedem cobertura feita para o lado de fora. Se uma delas é a sua, ampliar o roteador de dentro não resolve.
O hóspede ou o sócio sai do prédio e perde a conexão. O pedido chega na recepção todos os dias.
Leitor de código, tablet de conferência ou empilhadeira com terminal perde a rede entre o galpão e a doca.
Comanda eletrônica e maquininha sem fio falham justamente nas mesas de fora.
Interfone, controle de acesso ou câmera sem fio precisa de sinal estável longe do prédio.
Ponto de acesso de teto instalado na área externa enferruja, esquenta e desliga sozinho em pouco tempo.
Surto entrou pelo cabo do aparelho externo e levou junto a porta do switch. Falta aterramento e proteção.
São cinco etapas, e a área aberta segue em uso durante quase todas. A fixação em altura é marcada para o horário de menor movimento.
Área de uso, pontos de fixação possíveis, caminho do cabo, fontes de interferência e uso esperado no pico.
Prazo: [PREENCHER]
Número de pontos, tipo de antena, altura, materiais para uso externo e proteção elétrica.
Prazo: [PREENCHER]
Suportes, postes ou mastros, tubulação e cabo externo até o rack, com aterramento.
Prazo: [PREENCHER]
Pontos fixados, conectores vedados e rede integrada à controladora interna, com as mesmas redes e senhas.
Prazo: [PREENCHER]
Mapa de cobertura da área aberta, fotos da instalação e orientação para conferir a vedação.
Prazo: [PREENCHER]
O serviço cobre projeto, infraestrutura e instalação dos pontos externos. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O preço depende principalmente do tamanho da área, dos suportes e da distância até o rack. O valor exato sai por escrito, depois da visita.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Tamanho e formato da área | Áreas longas ou com obstáculos pedem mais pontos | Deck pequeno ou pátio de manobra |
| Tipo de fixação | Poste e mastro custam mais que suporte na fachada | Ponto preso à parede ou poste no meio do jardim |
| Distância até o rack | Acima do limite do cabo de rede, entra fibra ou switch externo | Quiosque a 150 metros do prédio |
| Ambiente | Maresia e sol forte pedem materiais e vedação mais resistentes | Área de piscina a poucas quadras do mar |
| Proteção elétrica | Sem aterramento por perto, é preciso levar um até o ponto | Poste isolado no estacionamento |
| Pessoas no pico | Muita gente ao mesmo tempo pede mais pontos e outro desenho | Piscina cheia num domingo de sol |
Faixa de preço por ponto externo instalado: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Ponto de acesso externo custa mais que o interno, e o valor do aparelho entra à parte, comprado por você.
Antes de assinar, confira as regras para rádios ao ar livre, os erros que encurtam a vida do aparelho e o que pedir na instalação. Esta seção serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Referências que uma instalação externa séria segue. Peça ao fornecedor que diga quais aplica no seu caso.
Todo rádio usado no Brasil precisa de certificação e homologação da Anatel, inclusive o ponto externo importado [CONFIRMAR na norma].
O Wi-Fi usa faixas de uso livre, sem licença, mas com limite de potência; algumas partes de 5 GHz e 6 GHz têm regras próprias para uso externo [CONFIRMAR na norma].
O código IP diz quanto o aparelho resiste a poeira e água; IP65 ou IP67 são comuns em linha externa [CONFIRMAR na norma].
A proteção de estruturas contra raios segue a ABNT NBR 5419, e o aterramento do aparelho deve se ligar ao do prédio [CONFIRMAR na norma].
Falhas que fazem o equipamento durar meses em vez de anos. Pergunte como o fornecedor evita cada uma.
A água entra pelo conector, desce pelo cabo e oxida a porta. Fita de autofusão ou conector vedado resolve o que a caixa sozinha não resolve.
Na maresia, aço comum enferruja em poucos meses e a ferrugem escorre pela fachada. Inox ou galvanizado a fogo duram mais.
Ponto alto com antena reta cobre a rua e deixa a área de uso fraca. Inclinar a antena para baixo coloca o sinal onde as pessoas estão.
O ponto externo transmite longe, mas o celular responde com pouca potência. O alcance útil é o do celular, não o da ficha técnica.
É a escolha que mais muda a cobertura. Compare pelo formato da área, não pelo alcance anunciado.
| Antena | Como espalha o sinal | Melhor para |
|---|---|---|
| Omnidirecional | Em círculo, para todos os lados | Ponto no centro de uma área aberta |
| Setorial | Em leque, numa direção | Ponto na fachada cobrindo um pátio ou piscina |
Poste no meio do jardim ou do estacionamento, com uso em volta dele.
Metade do sinal pode ir para onde ninguém fica, inclusive para dentro do prédio.
Ponto preso na parede do prédio, olhando para a área de uso à frente.
Fora do ângulo da antena o sinal cai rápido. O alinhamento precisa de medição.
Com estes itens em mãos, a proposta sai mais rápida e mais precisa.
Fotos de vários ângulos, tamanho aproximado e onde as pessoas ficam mais tempo.
Paredes, postes e telhados onde é permitido furar, e se há autorização do condomínio.
Distância aproximada até o rack ou switch mais próximo e se já existe tubulação.
Porque a instalação é pensada para durar no tempo e a cobertura é provada com medição. Seis compromissos que valem para todo projeto externo.
Todo conector exposto recebe vedação e o cabo ganha uma curva para a água escorrer antes de entrar.
Fotos de cada ponto no relatório de entrega
Aterramento e protetor de surto entram no projeto, não como item opcional no fim.
Ligação ao aterramento descrita na proposta
O modelo indicado sai da área, do ambiente e do uso, não de estoque ou comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
A medição final é feita onde as pessoas ficam, na altura do celular, não perto do ponto.
Mapa de cobertura da área aberta entregue
Quem projeta acompanha a fixação e alinha as antenas, sem repasse para outra equipe.
[PREENCHER: anos de experiência com Wi-Fi externo da equipe]
A equipe conhece o efeito da maresia nos materiais e volta ao local quando é preciso.
[PREENCHER: áreas externas instaladas em Santa Catarina]
A área aberta muda de um negócio para outro, e o projeto muda junto. Cada segmento tem a sua página.
Piscinas, jardins e quiosques espalhados, com o hóspede conectado do quarto à área de lazer.
Píeres e pátios de barcos, onde a água e o vento exigem materiais ainda mais resistentes.
Pátios, docas e áreas de carga com coletores de dados e empilhadeiras em movimento.
Piscina, academia ao ar livre e portaria cobertas sem misturar com a rede dos moradores.
A instalação externa é presencial e atende empresas do litoral de Santa Catarina, onde fica a equipe. A configuração e o acompanhamento depois também podem ser feitos à distância.
Visita, medição, fixação dos pontos e medição final na área aberta. Veja o Wi-Fi corporativo em Balneário Camboriú. [CONFIRMAR área de atendimento]
Com a controladora acessível, mudanças de rede, senha e potência dos pontos externos são feitas à distância. [CONFIRMAR oferta]
Perguntas de quem quer levar o Wi-Fi para a piscina, o pátio ou o estacionamento sem trocar aparelho todo ano. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Não é indicado. Sem vedação, a umidade e a salinidade entram no aparelho, ele esquenta no sol e a garantia costuma não cobrir esse uso.
Depende da antena, da altura e dos obstáculos, e o limite real é o celular, que transmite com pouca potência. Em área aberta, um ponto cobre dezenas de metros; a medição define quantos são precisos.
O valor muda com o tamanho da área, o tipo de fixação, a distância até o rack e o ambiente. A faixa por ponto instalado é [PREENCHER], e o aparelho é comprado à parte.
O Wi-Fi usa faixas de uso livre, que dispensam licença, mas o aparelho precisa ser homologado e respeitar os limites de potência e as regras de uso externo [CONFIRMAR na norma].
Ataca principalmente conectores, parafusos e suportes. Com vedação em cada conexão e fixação em inox ou galvanizado, a vida útil fica perto da de uma instalação interna.
Nenhuma proteção garante que nada queime, mas aterramento e protetor de surto no cabo reduzem muito o dano. O aterramento de equipamentos cuida da parte elétrica.
Corpos e água absorvem o sinal, e muita gente divide o mesmo ponto. Pode faltar ponto ou a posição estar errada; veja por que o Wi-Fi do hotel cai com a casa cheia.
Não precisa: os pontos externos anunciam as mesmas redes e o celular troca de ponto ao sair do prédio. Se quiser regras diferentes para a área aberta, a configuração permite.
Depende de postes, mastros e caminho do cabo. O prazo típico é [PREENCHER], e a fixação em altura é marcada para o horário de menor movimento.
Até cerca de 100 metros de cabo, sim; acima disso, entra fibra ou um rádio. O enlace sem fio entre prédios leva a rede até quiosques e anexos distantes.
Três serviços que costumam vir junto da cobertura externa. Cada um resolve uma parte da área aberta.
Rádio que leva a rede até um anexo, quiosque ou galpão distante, sem obra de cabo no terreno.
Ver o enlace sem fio entre prédios
Medição da área antes de comprar, para saber quantos pontos e de que tipo a cobertura precisa.
Ver o site survey de Wi-Fi
Aterramento dos equipamentos e do rack, para reduzir o dano de surtos e descargas elétricas.
Ver o aterramento de equipamentosDois guias para entender o que derruba o Wi-Fi em áreas cheias e como separar a causa.
Por que a rede falha com o local cheio e o que conferir primeiro.
Como saber se o problema está no Wi-Fi, na rede interna ou no link de internet.
Orçamento
Diga qual área precisa de sinal e se já existe Wi-Fi dentro do prédio. Um Especialista devolve escopo, prazo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp