Soube da exigência e não sabe se cumpre
A notícia chegou pelo grupo de provedores, mas ninguém leu a norma nem mediu a própria rede.
IPv6 e CGNAT · Provedores
O que a norma pede do seu porte, conferido na fonte oficial, o IPv6 levado a quem ainda não recebe e um relatório técnico que prova o que foi feito.
Adequação ao plano de IPv6 da Anatel é deixar o provedor em dia com o que a agência exige sobre IPv6 e ter prova técnica disso quando for questionado. É para o provedor pequeno ou médio que soube da nova exigência e não sabe se o que tem hoje basta [CONFIRMAR na norma]. O resultado é a rede conferida item por item, o IPv6 entregue a quem falta e um relatório pronto para responder à fiscalização.
É comparar a rede do provedor com o que o plano de IPv6 da Anatel pede e fechar a diferença. O alcance e os prazos dependem do porte da prestadora e da norma em vigor [CONFIRMAR na norma].
Segundo o Café com Bytes, o novo plano da Anatel inclui os pequenos provedores, com prazo de cerca de nove meses para oferecer IPv6 aos assinantes [CONFIRMAR na norma, prazo e porte na fonte oficial].
Na prática, a cobrança tende a olhar três provas: bloco recebido, bloco anunciado e assinantes usando IPv6 de verdade [CONFIRMAR na norma]. As duas primeiras aparecem em consultas públicas; a terceira sai do concentrador PPPoE ou IPoE da sua rede.
Cumprir também tem efeito técnico: cada assinante com IPv6 tira conexões do CGNAT. A adequação tem quatro frentes:
O texto oficial é lido para separar o que vale para o seu porte, até quando e com qual prova [CONFIRMAR na norma].
Borda, núcleo, concentrador e CPE conferidos para IPv6, com o percentual de assinantes que já recebem prefixo medido no concentrador.
O IPv6 é levado aos assinantes que ainda não recebem, em grupos e janelas. Na maioria das redes, pelo dual stack.
Documento técnico com datas, configurações e números de adoção, mais o que conferir nos meses seguintes.
Seis situações pedem a conferência do IPv6 diante da regra da Anatel. Em todas, quanto mais perto do prazo, menos espaço sobra para implantar com calma.
A notícia chegou pelo grupo de provedores, mas ninguém leu a norma nem mediu a própria rede.
O /32 está no cadastro e a base inteira segue só em IPv4. O bloco sozinho tende a não bastar.
A agência pediu informação sobre IPv6 e a resposta precisa de números e configurações, não de promessa.
Crescer de faixa ou mudar a outorga pode trazer regras novas de IPv6 [CONFIRMAR na norma].
A rede comprada chegou sem IPv6, e a obrigação passa a ser de quem comprou.
Um diagnóstico regulatório listou o IPv6 como pendência e falta quem resolva a parte de rede.
São quatro etapas, da norma ao relatório. A rede só muda na terceira, e só se o diagnóstico mostrar que falta IPv6 em algum ponto.
O que a regra pede, para quem e até quando, conferido no texto oficial da Anatel.
Prazo: [PREENCHER]
O que a sua rede já cumpre e o que falta, item por item, com o percentual de assinantes medido.
Prazo: [PREENCHER]
IPv6 levado aos assinantes que ainda não recebem, em grupos, com janela e plano de volta.
Prazo: conforme o diagnóstico
Documento técnico com o estado final, as provas e o calendário de acompanhamento.
Prazo: [PREENCHER]
A adequação junta leitura da norma, diagnóstico, implantação do que faltar e relatório. A parte jurídica e as outras obrigações regulatórias ficam fora.
Se o IPv6 já chega aos assinantes, o trabalho é de diagnóstico e relatório. Se não chega, entra a implantação, e o valor cresce com ela.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| IPv6 nos assinantes | Sem IPv6 na base, a implantação entra no escopo | Bloco anunciado e base toda em IPv4 |
| Tamanho da rede | Mais POPs e concentradores, mais conferência | Quatro cidades com concentradores próprios |
| Exigência do porte | Regras diferentes mudam as provas pedidas [CONFIRMAR na norma] | Prestadora de pequeno porte |
| CPEs sem IPv6 | Modelos antigos pedem teste e plano de troca | Parte da base com roteador de dez anos |
| Prazo restante | Pouco tempo exige mais janelas por semana | Notificação com data marcada |
| Bloco ainda não pedido | O pedido ao Registro.br vem antes de tudo | Provedor que nunca pediu IPv6 |
Diagnóstico e relatório: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. Quando a implantação é necessária, ela é orçada à parte, com o mesmo levantamento.
Antes de contratar, confira os erros que deixam o provedor exposto, as regras que se aplicam e as provas a guardar. Os critérios servem para avaliar qualquer empresa de adequação ao plano de IPv6 da Anatel.
Cinco atalhos que parecem resolver e não resistem a uma pergunta da agência.
Ter o /32 e não entregar ao assinante tende a não cumprir a oferta de IPv6 [CONFIRMAR na norma]. O que conta é o cliente usando.
Resumos de grupo e de blog ajudam a saber do assunto, mas porte, prazo e prova estão no texto oficial [CONFIRMAR na norma].
Implantar IPv6 em toda a base em poucas semanas obriga a pular o piloto, e os chamados vêm juntos com o prazo.
Configuração aplicada sem registro de data e sem medição não prova nada depois. O relatório precisa nascer junto com a implantação.
A pressa abre a gerência dos equipamentos pelo endereço novo. Cumprir a regra não pode criar uma falha de segurança.
Confira cada uma na fonte oficial, na versão em vigor no dia do diagnóstico.
Define quem deve oferecer IPv6, em que prazo e como a agência acompanha a adoção [CONFIRMAR na norma].
O enquadramento como prestadora de pequeno porte muda prazos e obrigações em várias regras da agência [CONFIRMAR na norma].
O artigo 13 pede a guarda dos registros de conexão por um ano, o que inclui o prefixo IPv6 entregue a cada cliente [CONFIRMAR na norma].
Tratam do pedido do bloco IPv6, do cadastro e da taxa anual que mantém o bloco ativo [CONFIRMAR na norma].
Todos entregam IPv6 ao assinante. A escolha depende de quanto IPv4 você tem e das CPEs da base.
| Caminho | Esforço | Indicado para |
|---|---|---|
| Dual stack | Médio | A maioria dos provedores regionais |
| DS-Lite | Alto | IPv4 muito curto e CPEs compatíveis |
| MAP-T | Alto | Base grande com CPE gerenciada |
O CGNAT funciona e o objetivo é entregar IPv6 sem mexer no IPv4.
O prefixo de cada login precisa ficar registrado, para o log continuar valendo.
O IPv4 não dá mais conta nem com CGNAT e a base usa CPEs que suportam a técnica.
Exige teste de CPE muito maior e não cabe num prazo curto.
Uma pasta com estes itens responde à maioria das perguntas sobre IPv6.
Comprovante do bloco IPv6 no Registro.br, com contatos atualizados.
Consulta de looking glass público mostrando o bloco anunciado e o ROA válido.
Assinantes com prefixo IPv6 sobre o total, com data e método de medição.
Datas, configurações aplicadas e grupos de assinantes ativados em cada etapa.
Porque a adequação junta leitura da norma com engenharia de rede, e a prova fica com você. Seis compromissos que valem em todo projeto.
Nenhuma regra entra no plano a partir de resumo. Cada uma traz o trecho oficial de onde veio.
Cada regra do relatório traz a fonte
Quem faz o diagnóstico sabe configurar o concentrador e implantar o que falta.
[PREENCHER: anos de experiência com IPv6 da equipe]
O percentual de assinantes com IPv6 sai do concentrador, não de estimativa externa.
Percentual medido incluído no relatório
Mesmo com prazo curto, cada janela tem plano de volta e um grupo pequeno primeiro.
O plano de volta faz parte da proposta
Se uma CPE ou concentrador precisa sair, a indicação vem do teste, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
Datas, configurações e números organizados para virar resposta a um ofício.
Relatório técnico entregue no fim
A adequação ao plano de IPv6 é feita à distância para provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando há equipamento para trocar no POP.
Leitura da norma, diagnóstico e implantação por acesso remoto seguro, com relatório entregue em formato digital.
Para trocar concentrador ou acompanhar a janela no POP. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns de provedores diante da regra de IPv6. As respostas sobre a norma serão conferidas na fonte oficial; se a sua pergunta não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Há regras sobre a oferta de IPv6, mas o alcance depende da norma em vigor e do porte da prestadora [CONFIRMAR na norma]. O diagnóstico começa justamente por essa leitura.
O prazo informado para os pequenos provedores é de cerca de nove meses [CONFIRMAR na norma]. Mesmo sem prazo apertado, implantar cedo alivia o CGNAT e evita correria.
Segundo as notícias do novo plano, sim, os pequenos foram incluídos [CONFIRMAR na norma]. O enquadramento exato do seu provedor sai da leitura do texto oficial.
Com o bloco anunciado, o ROA válido, as configurações e o percentual de assinantes com IPv6 medido. O relatório da adequação junta tudo isso com datas.
Em geral, não. O que conta é o assinante receber IPv6 e conseguir usar, não só o bloco existir no cadastro [CONFIRMAR na norma].
Diagnóstico e relatório têm valor fechado, na faixa de [PREENCHER]. A implantação, quando falta IPv6 nos assinantes, é orçada à parte depois do diagnóstico.
O diagnóstico leva [PREENCHER]. Se for preciso implantar, o prazo depende do tamanho da base e vai escrito na proposta, com folga antes da data da norma.
O descumprimento pode gerar notificação e processo, com as sanções previstas na regulamentação [CONFIRMAR na norma]. Veja a preparação para fiscalização da Anatel.
Não. O serviço é técnico: rede, medição e relatório. A interpretação jurídica fica com o seu advogado, e as outras obrigações estão na consultoria Anatel para provedores.
Não. O caminho mais comum é o dual stack, em que o IPv4 segue no CGNAT e o IPv6 entra junto. Veja a implantação de dual stack.
Três serviços que costumam entrar junto com a adequação. Cada um cobre uma parte do caminho até a prova.
IPv6 ligado da borda ao assinante, quando o diagnóstico mostra que ele ainda não chega à base.
Ver a implantação de IPv6
Assinantes com IPv4 e IPv6 juntos, o caminho mais usado para cumprir a oferta de IPv6.
Ver a implantação de dual stack
Conferência de outorga, estações, segurança e dados enviados à agência, além do IPv6.
Ver o diagnóstico de conformidade regulatóriaTrês guias para entender a cobrança e a parte técnica da entrega de IPv6.
O que fazer quando o provedor recebe uma notificação da Anatel.
Como o concentrador entrega o prefixo IPv6 a cada assinante.
Quando o DS-Lite entra como alternativa ao dual stack.
Orçamento
Conte como está o IPv6 hoje e se a Anatel já entrou em contato. Um Especialista devolve o diagnóstico inicial, o escopo e o valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp