Um CGNAT para toda a base
Borda e concentradores têm reserva, mas todo o IPv4 depende de um equipamento só.
IPv6 e CGNAT · Provedores
Dois equipamentos de NAT que assumem um a falta do outro, com IPs e portas separados para o log continuar valendo e a troca testada em janela.
Alta disponibilidade de CGNAT é ter mais de um equipamento fazendo o NAT, com roteamento que desvia os assinantes sozinho quando um deles para. É para o provedor que tem um CGNAT só para toda a base e adia atualização por medo de derrubar todo mundo. O resultado é a falha de um equipamento virando uma reconexão rápida, não queda geral, com o log identificando o assinante dos dois lados.
É montar o CGNAT em par, ou em grupo, para que nenhum equipamento sozinho derrube a saída IPv4 da base. A redundância inclui roteamento, faixas de IP e logs, não só o segundo aparelho.
Todo o tráfego IPv4 dos assinantes passa pelo CGNAT. Sozinho, ele é um ponto único de falha: se para, a rede para junto, mesmo com borda e concentrador funcionando.
Fonte, disco, software ou uma atualização que dá errado derrubam o equipamento. Com redundância, o concentrador PPPoE mantém as sessões de pé e só o caminho do tráfego muda; o cliente perde, no máximo, as conexões abertas.
Com IPv6 ligado, parte do tráfego nem passa pelo NAT, e o estrago de uma falha diminui. O projeto escolhe entre quatro arranjos:
Um equipamento trabalha e o outro espera, pronto para assumir. É simples de operar, mas metade do hardware fica parada.
Os dois dividem os assinantes, cada um com a sua faixa. Se um cai, o outro assume todos, desde que tenha capacidade para isso.
As conexões abertas são copiadas para o parceiro e não caem na troca. Depende da plataforma e consome banda entre os dois.
Cada POP tem o seu NAT e usa o do POP vizinho como reserva. Funciona quando os enlaces entre eles aguentam o tráfego extra.
Seis sinais mostram que o CGNAT virou o ponto mais frágil da rede. Se dois ou mais aparecem, a redundância deve entrar no próximo orçamento.
Borda e concentradores têm reserva, mas todo o IPv4 depende de um equipamento só.
Ninguém quer reiniciar o NAT, e o sistema fica versões atrás, com falhas conhecidas sem correção.
Cada reinício derruba a navegação de todos os assinantes ao mesmo tempo e enche o suporte.
Existe um segundo equipamento, mas ninguém sabe se ele assume, nem em quanto tempo.
Clientes corporativos atrás do NAT cobram disponibilidade que um equipamento sozinho não garante.
Hardware antigo, sem peça de reposição, faz cada falha virar uma espera longa.
São cinco etapas, do desenho ao teste de falha. O segundo equipamento entra em produção sem desligar o primeiro.
Modelo de redundância, capacidade de cada equipamento e faixas de IP e portas definidos.
Prazo: [PREENCHER]
Segundo equipamento configurado com a sua faixa, logs ligados e NTP conferido.
Prazo: [PREENCHER]
Troca automática ligada ao roteamento, com alarme para quando um dos equipamentos para.
Duração da janela: [PREENCHER]
Um equipamento é desligado de propósito, a troca é medida e o log é consultado dos dois lados.
Duração da janela: [PREENCHER]
Rotina de atualização um equipamento por vez e calendário de testes periódicos para a equipe.
Prazo: [PREENCHER]
O projeto deixa os equipamentos prontos para assumir um a falta do outro, com a troca testada. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai na proposta.
O custo tem duas partes: o segundo equipamento, comprado por você, e o projeto. O preço do projeto depende principalmente da plataforma e do número de POPs.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Plataforma e modelo | Cada marca tem recursos de redundância diferentes | Par ativo e reserva com troca automática |
| Número de POPs com NAT | Cada ponto de NAT ganha par ou reserva cruzada | Dois POPs servindo de reserva um ao outro |
| Sincronização de sessões | Exige enlace dedicado e mais teste | Conexões abertas mantidas na troca |
| Servidor de logs | Juntar os registros dos dois pede ajuste | Dois equipamentos enviando para a mesma base |
| Roteamento atual | Rotas estáticas viram roteamento dinâmico | Rota padrão fixa apontando para um NAT só |
Faixa de preço do projeto para um POP: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech]. O segundo equipamento é comprado por você, e a indicação de modelo vem da conta de capacidade, sem comissão.
Antes de contratar, confira os erros que fazem a redundância falhar no dia da falha e os modelos possíveis. Os critérios servem para avaliar qualquer empresa de alta disponibilidade de CGNAT.
Cinco falhas que só aparecem quando o primeiro equipamento cai. Pergunte ao fornecedor como evita cada uma.
O segundo equipamento assume e trava no pico, porque nunca teve capacidade para a base inteira.
Se os dois usam os mesmos IPs e portas, o log de um horário pode apontar dois assinantes. Cada equipamento precisa da sua faixa.
Redundância que nunca foi testada é uma aposta. O teste em janela mostra o tempo real e o que quebra.
Dois equipamentos no mesmo switch, na mesma tomada ou no mesmo enlace caem juntos. O desenho olha o caminho inteiro.
Se o equipamento morre, o registro vai junto. Os dois precisam enviar logs para um servidor separado.
É a escolha que mais pesa no orçamento e na operação. A sincronização de sessões é um extra que só algumas plataformas têm.
| Modelo | Conexões abertas na troca | Hardware parado |
|---|---|---|
| Ativo e reserva | Caem e reconectam | Um equipamento inteiro |
| Ativo e ativo | Caem só as do que falhou | Nenhum, com folga reservada |
| Com sincronização | Podem continuar | Depende do modelo escolhido |
Primeira redundância, equipe pequena e plataforma com troca automática simples.
O reserva precisa receber as mesmas atualizações, ou falha quando for chamado.
Base grande, em que deixar um equipamento parado custa caro.
Cada um deve trabalhar abaixo da metade da capacidade para conseguir assumir tudo.
Referências públicas que um projeto de redundância deve seguir. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Define o VRRP versão 3, usado para que um endereço de gateway passe de um equipamento ao outro na falha [CONFIRMAR na norma].
Define o BFD, que detecta a queda do vizinho em fração de segundo e acelera a troca de rota [CONFIRMAR na norma].
Com NAT determinístico, cada equipamento precisa de faixa própria para a fórmula continuar valendo depois da troca [CONFIRMAR na norma].
A guarda de um ano vale para os registros dos dois equipamentos, inclusive os do período da troca [CONFIRMAR na norma].
Com estes itens em mãos, o desenho sai rápido e a proposta reflete a sua rede.
Marca, modelo, versão do sistema e recursos de redundância que a licença inclui.
Sessões, tráfego e processamento do CGNAT nas noites mais cheias.
Switches, enlaces, energia e rack por onde o tráfego passa até o NAT.
Um horário de baixo tráfego em que a falha possa ser simulada com a equipe acompanhando.
Porque a redundância só é entregue depois de testada, com log conferido dos dois lados. Seis compromissos que valem em todo projeto.
Quem desenha a redundância é quem desliga o equipamento no teste e mede a troca.
[PREENCHER: anos de experiência com CGNAT da equipe]
O tempo de troca vem de uma falha provocada em janela, não da ficha do fabricante.
Tempo de troca registrado no relatório
Depois do teste, uma consulta por IP, porta e horário precisa achar o assinante certo.
Consulta de log feita depois da troca
O segundo entra em produção sem desligar o atual, com plano de volta em cada janela.
O plano de volta faz parte da proposta
O modelo do segundo equipamento sai da conta de capacidade, não de comissão.
Nenhuma marca indicada por comissão
A equipe recebe o passo a passo para atualizar um equipamento por vez, sem queda geral.
Procedimento entregue no fim do projeto
O projeto de alta disponibilidade de CGNAT é remoto e atende provedores de todo o Brasil. A visita presencial fica para o litoral de Santa Catarina, quando o segundo equipamento precisa ser montado no POP.
Desenho, configuração e teste de falha por acesso remoto seguro, com janela combinada.
Para montar o segundo equipamento no rack e conferir o caminho físico. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas que mais aparecem quando o provedor decide tirar o ponto único de falha do NAT. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
Com dois equipamentos, cada um com a sua faixa de IP e portas, e um roteamento que manda os assinantes para o segundo quando o primeiro falha. Os logs dos dois vão para o mesmo servidor.
As conexões abertas costumam cair e reconectar em seguida, e a sessão PPPoE continua de pé. Com sincronização de sessões, elas podem continuar, se a plataforma suportar.
Dá, com roteamento e faixas separadas por equipamento. A sincronização de conexões é limitada, então a troca derruba as conexões abertas; veja a configuração de CGNAT em MikroTik.
Cada equipamento precisa de faixa própria de IP público ou de portas. Só assim o log continua apontando um único assinante depois da troca.
O projeto tem faixa de [PREENCHER] por POP, e o segundo equipamento é comprado por você. A plataforma e a sincronização de sessões são o que mais muda o valor.
Depende da plataforma e do número de POPs. O prazo típico é [PREENCHER], incluindo a janela do teste de falha.
Precisa ter capacidade para a base inteira. Ser da mesma marca facilita a configuração e a troca, mas o essencial é aguentar o pico sozinho.
A cada atualização de sistema e, fora isso, em intervalos combinados com a equipe. O procedimento entregue traz o roteiro do teste.
Não. O concentrador é outro ponto único de falha, tratado na alta disponibilidade de concentrador.
Não. O segundo equipamento é montado ao lado do primeiro, e a troca automática é ligada em janela de baixo tráfego, com plano de volta.
Três serviços que completam a redundância da rede do provedor. Cada um tira um ponto único de falha diferente.
Concentradores redundantes, para a queda de um não derrubar as sessões de todos os assinantes.
Ver o concentrador com alta disponibilidade
Registro dos dois equipamentos guardado por um ano e consultado por IP, porta e horário.
Ver a guarda de logs de CGNAT
Dois roteadores de borda e duas operadoras, sem queda da saída quando um deles falha.
Ver a alta disponibilidade de bordaTrês guias técnicos sobre logs e equipamentos no limite.
Como dividir as faixas do NAT determinístico entre dois equipamentos.
Como os blocos de portas ficam registrados quando o assinante muda de equipamento.
O que fazer quando o equipamento central da rede chega ao limite.
Orçamento
Conte qual plataforma faz o CGNAT e quantos equipamentos existem hoje. Um Especialista devolve o modelo indicado, o prazo e o valor por escrito.
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