Guia de preço · Conectividade IoT
Quanto custa projeto de conectividade IoT: guia para empresas
Quanto custa projeto de conectividade IoT depende de quantos pontos serão medidos, de quantos ambientes bloqueiam rádio e do tamanho do piloto. O estudo é uma conta pequena perto da rede que ele escolhe: a tecnologia certa pode custar várias vezes menos em cinco anos do que a errada.
Resumo
- O projeto e a rede que ele escolhe são duas contas; a primeira serve para não errar a segunda.
- Câmara fria, estrutura metálica e subsolo encarecem o estudo, porque pedem teste no local.
- Cada tecnologia troca custo de instalação por mensalidade de um jeito, e só a soma de cinco anos compara de verdade.
- Sensores do piloto, internet do gateway e plataforma de dados costumam ficar fora do valor do projeto.
Quanto custa projeto de conectividade IoT: o estudo e a rede são contas separadas
O projeto é um estudo com piloto que termina numa especificação; a rede escolhida é comprada e montada depois. O gestor que mistura as duas contas compara propostas que não falam da mesma coisa.
Um sensor de IoT, de internet das coisas, tem três partes: o elemento que mede, o rádio que transmite e a bateria ou fonte que alimenta. O rádio é o que decide quanto a bateria dura, até onde o sinal vai e se cada aparelho gera uma mensalidade.
O projeto de conectividade IoT escolhe esse rádio para cada tipo de medição, antes da compra em quantidade. A Táquion Tech não vende sensor nem gateway, e a faixa de preço do estudo com piloto para uma planta média é [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].
| Fator | Por que muda o preço do estudo | Pergunta para responder antes de pedir proposta |
|---|---|---|
| Pontos de medição | Cada ponto entra no estudo de cobertura e na lista final | Quantos sensores imagino em dois anos, não só agora? |
| Tipos de medição | Temperatura, energia e nível têm frequência e volume de dados diferentes | O que cada área quer saber e de quanto em quanto tempo? |
| Ambientes que bloqueiam rádio | Câmara fria, aço e concreto só se resolvem com teste no ponto | Onde ficam os sensores mais difíceis de alcançar? |
| Área concentrada ou espalhada | Um terreno só pede outro estudo que dezenas de endereços distantes | Os pontos estão dentro da minha propriedade ou fora dela? |
| Tamanho do piloto | Mais pontos de teste e mais semanas dão mais certeza e mais horas de campo | Quanto risco aceito na compra grande? |
| Sistema de destino | Entregar a um ERP ou supervisório existente exige estudar a interface dele | Em que tela o alerta precisa aparecer? |
A terceira linha é a que mais surpreende. Um armazém com câmaras de painel isotérmico pode exigir mais teste do que uma área três vezes maior a céu aberto, porque o painel funciona como barreira para o sinal.
O que o gestor recebe no fim do projeto
O resultado do projeto é um conjunto de documentos que qualquer fornecedor consegue cotar, e não um equipamento instalado.
- Mapa de cobertura: onde o sinal chega, com os pontos medidos no piloto e os que pedem antena extra.
- Tecnologia por tipo de sensor: qual rádio cada medição usa e por quê.
- Planilha de cinco anos: compra, instalação, mensalidade e troca de bateria somadas por tecnologia.
- Especificação de compra: requisitos iguais para todos os fornecedores cotarem.
Quanto custa cada tecnologia de conexão ao longo de cinco anos?
Nenhuma tecnologia é a mais em conta em todos os casos, porque cada uma põe o peso numa fase diferente da vida do sensor. A tabela mostra onde está o peso de cada uma; os valores do seu caso saem do piloto.
Antes da tabela, quatro termos em linguagem simples. Gateway é a antena receptora que junta os sinais dos sensores e manda para a internet. NB-IoT e LTE-M são versões da rede celular feitas para aparelhos que mandam pouco dado e precisam gastar pouca bateria. PoE é a energia que chega pelo próprio cabo de rede.
| Tecnologia | Peso na instalação | Peso nos anos seguintes | Item que costuma surpreender |
|---|---|---|---|
| Wi-Fi da empresa | Baixo, quando a cobertura já existe | Troca de bateria frequente ou tomada no ponto | Pontos de acesso extras em galpão metálico |
| Rede própria de longo alcance (LoRaWAN) | Gateways e servidor de rede | Baixo, sem mensalidade por sensor | Alguém precisa cuidar do gateway e da internet dele |
| Celular IoT (NB-IoT ou LTE-M) | Quase nenhum | Mensalidade por chip, todo mês | Cobertura NB-IoT diferente da cobertura de celular comum |
| Cabo com PoE | Obra de cabeamento | Quase nenhum | Caminho físico para o cabo e trechos de até 100 metros |
| Rede celular própria | Alto, com rádios e núcleo | Licença e manutenção [CONFIRMAR na norma] | Só compensa em área grande com muito equipamento móvel |
A mensalidade por chip parece pequena quando olhada sozinha. Multiplicada por trezentos sensores e sessenta meses, ela costuma passar o custo de comprar e manter gateways próprios; com dez sensores espalhados, a conta se inverte.
A conta de cinco anos em cinco linhas
Qualquer gestor consegue montar a comparação com os números das propostas, desde que some as mesmas cinco parcelas para cada tecnologia.
- Compra: preço do sensor x quantidade, mais gateways ou pontos de acesso necessários.
- Instalação: horas de campo, cabos, suportes e antenas externas para os pontos difíceis.
- Mensalidade: valor por chip ou por sensor x quantidade x 60 meses.
- Bateria: trocas previstas em cinco anos x quantidade x custo de cada visita de troca.
- Manutenção: internet do gateway, plataforma de dados e horas de quem cuida da rede, por 60 meses.
A quarta linha é a que o catálogo esconde. Um sensor que transmite a cada minuto, longe do gateway, pode gastar a bateria em meses, e a visita de troca vira despesa fixa [CONFIRMAR na ficha do fabricante].
Exemplo: frigorífico com câmaras frias e cooperativa com tanques espalhados
Os dois casos têm quantidade parecida de sensores e chegam a projetos de natureza oposta. Num pesou o ambiente que bloqueia o rádio; no outro, a distância entre os pontos.
- Frigorífico com quarenta sensores num terreno só: temperatura em doze câmaras frias, túnel de congelamento e docas. O painel isotérmico corta o sinal, e a bateria comum perde carga no frio. O piloto precisou de várias semanas e de testes com antena externa em cada câmara; a escolha foi rede própria no terreno, sem mensalidade. Pesou o ambiente difícil e o tamanho do piloto.
- Cooperativa com quarenta tanques em propriedades diferentes: nível de leite em resfriadores espalhados por dezenas de quilômetros, um ou dois sensores por endereço. Montar rede própria em cada propriedade não fazia sentido; o estudo conferiu a cobertura celular de baixo consumo em cada ponto. Pesou a área espalhada e o teste de cobertura da operadora.
Se o gestor do frigorífico tivesse escolhido chip por sensor, pagaria mensalidade por quarenta aparelhos que ficam a poucos metros uns dos outros. Se a cooperativa tivesse escolhido gateways próprios, teria quarenta pontos de infraestrutura para cuidar.
Quer comparar as tecnologias com os números do seu caso?
No projeto de conectividade IoT, um Especialista monta a conta de cinco anos de cada caminho e faz o piloto nos pontos em que o sinal mais sofre.
Na prática: o que o piloto mede e por que ele tem custo
O piloto é a parte do projeto que mais consome horas de campo, e também a que evita o erro caro.
- Sinal por ponto: a força com que cada sensor de teste chega ao receptor, nos lugares mais difíceis.
- Mensagens perdidas: quantas leituras não chegaram ao sistema ao longo das semanas.
- Consumo de bateria: quanto a carga caiu no período, para projetar a duração real.
- Variação de operação: como portas abertas, empilhadeiras e chuva mudam o resultado.
Quando vale pagar o projeto antes de comprar os sensores?
Vale quando a compra passa de algumas dezenas de sensores ou quando há ambiente que bloqueia rádio. Abaixo disso, um teste simples com poucos aparelhos pode bastar.
O custo de não fazer o projeto não aparece na compra, aparece depois, em forma de troca de equipamento, mensalidade desnecessária ou buraco de cobertura. A tabela ajuda a calcular esse risco com os números da sua própria compra.
| Erro de escolha | Como calcular com os seus números |
|---|---|
| Bateria acabando antes do previsto | Sensores x trocas extras por ano x custo de cada visita x anos de uso |
| Mensalidade que não precisava existir | Chips x mensalidade x meses de contrato |
| Sensores que não alcançam o receptor | Sensores sem sinal x preço de cada um, mais o receptor extra para cobri-los |
| Plataforma presa a um fornecedor | Sensores a trocar x preço unitário, quando o fornecedor muda o preço ou sai do mercado |
| Alerta que não chegou | Valor do lote, do produto ou do equipamento perdido na última falha sem aviso |
Um único erro de escolha numa compra de trezentos sensores costuma passar o valor do estudo inteiro. É essa comparação que o gestor precisa fazer antes de dispensar o projeto.
Sinais de que a compra precisa de projeto
Alguns sinais mostram que o teste caseiro não vai bastar e que o estudo se paga.
Marque o que vale para a sua compra
- A compra prevista passa de cinquenta sensores nos próximos dois anos.
- Há sensores dentro de câmara fria, tanque metálico, subsolo ou galpão de aço.
- Os pontos ficam espalhados por endereços diferentes.
- O fornecedor fez um teste perto do receptor e mostrou que funcionou.
- Os dados precisam aparecer num sistema que a empresa já usa.
Duas marcas ou mais indicam que o teste do fornecedor não responde às suas perguntas. Nesse ponto, o piloto independente custa menos que a primeira compra errada.
O que fica fora quando se pergunta quanto custa projeto de conectividade IoT
Ficam fora, em geral, os sensores do piloto, a montagem da rede em escala, a internet do receptor e a plataforma de dados. Saber disso evita somar o estudo com a obra e achar que o projeto saiu caro.
- Sensores de teste: comprados ou alugados pela empresa para o piloto, conforme combinado na proposta.
- Montagem em escala: depois da escolha, a rede é montada num serviço próprio, como a implantação de rede LoRaWAN.
- Internet do receptor: cada gateway precisa de conexão por cabo, rádio ou celular, com custo mensal.
- Plataforma de dados: o programa que guarda e mostra as leituras pode ter licença por sensor ou por usuário.
- Homologação: sensores e gateways com rádio precisam de certificado da Anatel para uso no país [CONFIRMAR na norma].
- Área classificada: silos e salas com risco de explosão pedem equipamento com certificação própria [CONFIRMAR na norma].
Para comparar propostas de projeto de conectividade, veja se cada uma informa
- Quantos pontos o piloto testa e se eles ficam nos lugares mais difíceis.
- Por quantas semanas o piloto roda e o que é medido nele.
- Se a comparação soma cinco anos de custo ou só o preço de compra.
- Se a empresa que faz o projeto vende algum dos equipamentos comparados.
- Em qual rede da empresa cada sensor e cada receptor vão entrar.
- Em que formato os dados saem, de preferência um padrão aberto como MQTT.
Quem vende o sensor e faz o projeto ao mesmo tempo tem motivo para escolher o próprio catálogo. A quarta linha separa estudo de proposta comercial.
Erros que encarecem a rede de sensores
Estes erros saem do papel só depois da instalação, quando corrigir custa a compra de novo.
Evite ao contratar o projeto
- Fazer o piloto na sala ao lado do receptor e dar a cobertura como resolvida.
- Programar leitura a cada minuto onde a medida muda a cada hora.
- Ligar o receptor de sensores direto na rede das máquinas da produção.
- Aceitar plataforma que só lê os dados no aplicativo do fabricante.
- Comparar propostas pelo preço do sensor, sem a mensalidade e a bateria.
O terceiro item tem custo de segurança, não só de dinheiro: o guia sobre rede da empresa lenta mostra por que sensores, câmeras e computadores não devem dividir o mesmo segmento. Para máquinas da fábrica que vão mandar dados de produção, o preço é tratado no guia de quanto custa IoT para indústria.
Perguntas frequentes
Projeto de conectividade IoT serve para empresa pequena?
Serve quando há ambiente difícil ou quando a compra vai crescer. Para poucos sensores num escritório com Wi-Fi bom, um teste com dois ou três aparelhos costuma resolver sem estudo formal.
Por que o piloto dura semanas e não um dia?
Porque o sinal e a bateria variam com portas abertas, chuva, temperatura e rotina da operação. Um dia de teste mostra o sinal num momento bom, e o que interessa é o momento ruim.
Celular IoT funciona em qualquer lugar com sinal de celular?
Não necessariamente, porque a operadora pode ter sinal de voz e dados sem ter NB-IoT ou LTE-M naquele ponto [CONFIRMAR na cobertura da operadora]. O teste com o chip no local, antes da compra do lote, tira a dúvida.
Quando a rede celular própria entra na comparação?
Quando a área é grande e há máquinas ou veículos em movimento que precisam de conexão contínua. O guia de quanto custa projeto de rede LTE privativa detalha essa conta.
O projeto inclui a escolha da plataforma de dados?
O projeto define o caminho e o formato dos dados até a plataforma ou o sistema da empresa. A licença e o desenvolvimento de painéis sob medida ficam fora e são cotados à parte.
Fontes
- Narrowband IoT (Wikipédia em inglês): tecnologia celular de baixo consumo para sensores que mandam pouco dado.
- LTE-M (Wikipédia em inglês): variante da rede LTE para aparelhos de IoT, com mais taxa que o NB-IoT.
- Anatel, certificação de produtos: órgão que certifica e homologa equipamentos com rádio para uso no Brasil.