AS 15169 no topo do pico
Quando a medição mostra a rede do Google entre as maiores origens à noite, o cache tira esse volume do trânsito.
BGP · Provedores
YouTube e downloads do Google saindo de um servidor no seu rack, com a sessão BGP anunciando só os blocos dos seus assinantes.
Implantação de cache Google é instalar no seu POP os servidores do Google Global Cache e ligá-los à sua rede para entregar YouTube e outros conteúdos do Google sem passar pelo trânsito. É para o provedor em que o Google aparece no topo do tráfego de pico. O resultado é menos trânsito comprado, vídeo começando mais rápido e uma sessão com o cache que você entende e controla.
É receber os servidores que o Google cede a provedores e deixá-los atendendo os assinantes certos. O equipamento e o conteúdo são do Google; rack, portas, endereços e sessão são do provedor.
O Google Global Cache, ou GGC, é a rede de servidores que o Google espalha dentro de provedores. O servidor fica no seu rack, mas quem decide o que ele guarda é o Google, e quem diz a ele quais clientes atender é a sessão BGP que você mantém com ele.
O programa identifica a sua rede pelo ASN e pelos blocos anunciados em seu nome. Por isso registro e contatos do ASN precisam estar em dia antes do pedido, e qualquer bloco novo precisa entrar no anúncio ao cache.
O que o servidor não tem guardado, ele busca no Google pela sua conexão. Se o provedor já troca tráfego com o Google no IX.br, esse abastecimento sai mais em conta do que pelo trânsito. A implantação tem quatro partes:
YouTube é o grosso do volume, junto com downloads da Play Store e atualizações do Android [CONFIRMAR o que o programa cobre hoje].
O Google cruza os blocos que você anuncia ao servidor com o endereço do assinante para mandá-lo ao cache local [CONFIRMAR na documentação do programa].
Conteúdo pedido pela primeira vez vem do Google pelo seu link e fica guardado. O segundo assinante a pedir já recebe de dentro da rede.
Espaço no rack, energia, portas na capacidade pedida, endereços IPv4 e IPv6 dedicados e a sessão BGP configurada e vigiada.
Seis situações pedem o cache Google, ou a revisão de um que já está no rack. Elas aparecem na medição do tráfego e nas reclamações de vídeo.
Quando a medição mostra a rede do Google entre as maiores origens à noite, o cache tira esse volume do trânsito.
Pagar trânsito para trazer o mesmo vídeo mil vezes é o desperdício que o cache elimina.
YouTube que baixa a qualidade no pico, com o speed test bom, indica conteúdo vindo de longe ou link cheio.
Servidor ligado e gráfico baixo costumam apontar blocos faltando no anúncio ou rota assimétrica.
Recebeu bloco IPv4, IPv6 ou trocou o pool do CGNAT? O anúncio ao cache precisa acompanhar.
Com IPv6 no assinante, boa parte do YouTube passa a vir por ele, e os blocos IPv6 precisam ir ao cache.
São cinco etapas, e a sua borda só muda na quarta. O prazo de envio dos servidores é do Google e muda com a fila do programa.
Volume que vem do AS 15169 no pico e de madrugada, separado entre IPv4 e IPv6.
Prazo: [PREENCHER]
Comparação com o que o programa pede hoje e cadastro no portal de provedores do Google.
Prazo: depende da análise do Google
Espaço, energia, portas e endereços reservados, com o plano aprovado por você antes da chegada.
Prazo: [PREENCHER]
Servidores ligados, sessão BGP no ar com filtro de saída e blocos conferidos um a um.
Duração da janela: [PREENCHER]
Gráfico do volume servido pelo cache e do tráfego do Google que ainda passa pelo trânsito.
Prazo: [PREENCHER]
A implantação vai da medição ao cache entregando tráfego, com a sessão documentada. O que fica de fora tem página própria, e o escopo final vai escrito na proposta.
O servidor costuma ser cedido pelo Google, e o preço do serviço depende do preparo da rede. O valor exato sai por escrito, depois da medição.
| Fator | Como influencia | Exemplo |
|---|---|---|
| Medição disponível | Sem coleta de fluxos, é preciso montar uma antes do pedido | Borda sem NetFlow ou sFlow ligado |
| Preparo do rack | Falta de espaço, energia ou porta aumenta o planejamento | Switch do POP sem porta livre de 10 Gbps |
| Blocos e CGNAT | Vários pools e blocos pedem mais conferência no anúncio | Três pools de CGNAT e dois blocos IPv6 |
| Cache já existente | Corrigir um cache mal ligado exige ler o que está lá | Servidor ativo há meses entregando pouco |
| Número de POPs | Cada POP com servidor tem rack, sessão e conferência próprios | Cache na sede e outro na filial |
O Google costuma ceder o servidor sem custo, e o provedor arca com espaço, energia e portas [CONFIRMAR condições vigentes do programa]. Faixa de preço da implantação: [PREENCHER faixa aprovada pela Táquion Tech].
Antes de assinar, confira os erros que deixam o cache parado, a diferença entre cache e troca direta e como medir o resultado. Serve para avaliar qualquer fornecedor, inclusive a Táquion Tech.
Quatro falhas que fazem o servidor ficar ligado no rack e entregar uma fração do que podia.
O Google enxerga o assinante pelo IP público do CGNAT. Anunciar 100.64.0.0/10 em vez do pool público deixa toda a base atrás do NAT fora do cache.
O cache só precisa dos blocos dos seus clientes. Repassar rotas da operadora faz o servidor atender tráfego que não é seu.
Com IPv6 no assinante, o YouTube prefere ele. Sem o bloco IPv6 no anúncio, esse tráfego volta para o trânsito.
Se o provedor está no IX.br e troca tráfego com o Google, o abastecimento deve sair por lá. Confira a rota antes de ativar.
As duas opções tiram o Google do trânsito, mas em graus diferentes. Muitos provedores usam as duas juntas.
| Opção | Onde o vídeo é servido | O que exige |
|---|---|---|
| Cache no seu POP | Dentro da sua rede | Volume mínimo, rack, energia e sessão BGP |
| Troca direta no IX.br | Na rede do Google, sem trânsito pago | Presença no ponto de troca e transporte |
| As duas juntas | Cache no pico, troca direta no abastecimento | Rota de abastecimento conferida |
Indicada enquanto o provedor não atinge o critério do programa [CONFIRMAR critérios vigentes]. O transporte até o ponto de troca precisa de folga no pico.
O cache segura o horário nobre e a troca direta barateia o abastecimento. É o arranjo que dá mais resultado quando a rede comporta os dois.
Referências públicas que a sessão com o cache deve seguir. Peça ao fornecedor que diga quais aplica.
Define o bloco 100.64.0.0/10 para o CGNAT, que nunca deve sair da sua rede em anúncio BGP [CONFIRMAR na norma].
Recomenda filtro de saída e limite de prefixos em toda sessão externa, o que inclui a sessão com o servidor do Google [CONFIRMAR na norma].
Dois números mostram se a implantação deu certo. Peça os dois no relatório de entrega.
Deve acompanhar a curva do YouTube na sua rede e crescer no horário nobre.
O tráfego do AS 15169 pelo trânsito precisa cair depois da ativação, sem voltar a subir.
Cache com volume baixo e trânsito do Google igual ao de antes indica bloco faltando no anúncio ou rota assimétrica.
Como ele confere, depois da ativação, que cada bloco de assinante está sendo atendido pelo cache local?
Porque o cache entra com o anúncio certo, o resultado é medido e a configuração fica com você. Seis compromissos de toda implantação.
Quem desenha o anúncio ao cache é quem conhece a sua borda, o CGNAT e os blocos IPv6.
[PREENCHER: anos de experiência com BGP da equipe]
O relatório mostra quanto do Google saiu do trânsito, em Gbps, antes e depois.
Relatório de antes e depois entregue a você
IPv4, IPv6 e pools do CGNAT checados contra o cadastro do ASN antes da ativação.
Lista de blocos anunciados entregue na documentação
Se faltar porta, a indicação parte do volume do cache, não de comissão de fabricante.
Nenhuma marca indicada por comissão
A sessão nova entra com backup da borda e roteiro para desfazer, em horário de pouco tráfego.
O plano de volta faz parte da proposta
Medição, pedido e sessão são feitos à distância, sem deslocamento cobrado.
[PREENCHER: estados atendidos]
A implantação é remota e atende provedores de todo o Brasil. No litoral de Santa Catarina, o Especialista também acompanha a montagem dos servidores no POP.
Medição, cadastro no portal, sessão BGP e conferência feitos por acesso seguro à borda, de qualquer estado.
Para receber o equipamento, montar no rack e ligar as portas com a sua equipe. [CONFIRMAR área de atendimento]
As dúvidas mais comuns de quem vai receber o primeiro servidor do Google. Se a sua não estiver aqui, pergunte no WhatsApp.
O preço muda com o preparo do rack, o número de POPs e de blocos a anunciar. A faixa é [PREENCHER], e o valor exato sai depois da medição.
O servidor costuma ser cedido sem custo para o provedor [CONFIRMAR condições vigentes do programa]. A sua parte é espaço, energia, portas e a rede pronta.
O Google define um volume mínimo, que muda com o tempo [CONFIRMAR critérios vigentes]. A medição do tráfego do AS 15169 no seu pico mostra se você já chega lá.
Sim. É pela sessão BGP que você informa ao servidor quais blocos de assinantes ele atende, e é por isso que ASN próprio é pré-requisito.
Funciona, desde que o anúncio ao cache leve o pool público do CGNAT, e não o bloco 100.64.0.0/10. Esse é um dos erros mais comuns em caches que entregam pouco.
Atende, e o IPv6 costuma levar boa parte do YouTube quando está ligado no assinante. Os blocos IPv6 precisam estar no anúncio ao servidor.
A análise do pedido e o envio são do Google. Do lado do provedor, a preparação e a ativação levam [PREENCHER], e o cronograma vai escrito na proposta.
Sim, para todo o Brasil. A montagem física pode ser feita pela sua equipe com orientação, ou acompanhada no litoral de Santa Catarina [CONFIRMAR área de atendimento].
As causas comuns são blocos faltando no anúncio, pool do CGNAT errado e rota assimétrica. Uma revisão da sessão e dos caminhos resolve a maioria dos casos.
O servidor é do Google, mas o anúncio, os filtros e o caminho de volta são da sua rede. É nessa parte que um cache rende muito ou fica parado.
Três serviços que costumam vir antes ou junto do cache Google. Cada um aumenta o volume que ele consegue entregar.
Medição e pedidos para todos os programas de cache, na ordem que mais tira do trânsito.
Ver a solicitação de caches de CDN
Troca direta com o Google e outras redes no ponto de troca, para abastecer o cache sem trânsito.
Ver a conexão ao IX.br
IPv6 até o assinante, para o YouTube chegar ao cache também por endereços IPv6.
Ver a implantação de IPv6Três guias que ajudam a tirar mais do cache Google.
Como achar o tráfego que sai por um link e volta por outro.
Como escrever o filtro que manda ao cache só os seus blocos.
Como ver quanto do pico é vídeo e quanto é outra coisa.
Orçamento
Diga em que pé está o cache e se os assinantes já têm IPv6. Um Especialista devolve viabilidade, escopo e valor por escrito.
Falar com o André Comercial, no WhatsApp