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Guia de preço · Outorga SCM

Quanto custa outorga SCM: taxa, custos fixos e contas para provedores

Quanto custa outorga SCM: o preço público cobrado pela Anatel para autorizar o Serviço de Comunicação Multimídia é de R$ 400,00, pago uma vez depois do pedido [CONFIRMAR valor vigente]. A conta que pesa vem depois, com as taxas de fiscalização das estações, as contribuições sobre a receita e o trabalho de deixar documentos e rede dizendo a mesma coisa.

Resumo

  • O preço público da Anatel para a autorização de SCM é pago uma vez, depois que o pedido é aceito.
  • Cada estação licenciada gera taxa de instalação e, todo ano, taxa de funcionamento até 31 de março.
  • O provedor autorizado contribui com uma fatia da receita operacional bruta para fundos do setor.
  • Contador, advogado e a parte técnica do pedido são custos fora da agência, e variam com o tamanho da rede.

Quanto custa outorga SCM na Anatel?

A Anatel cobra R$ 400,00 de preço público pelo direito de explorar o serviço, segundo a página oficial do pedido no portal gov.br [CONFIRMAR valor vigente]. Esse valor é a única cobrança da etapa de autorização em si.

O SCM é o serviço em que se enquadra a internet fixa vendida por provedores regionais, por fibra ou por rádio [CONFIRMAR na norma]. A autorização sai no CNPJ da empresa que fatura o serviço, e a atividade precisa estar no contrato social e na inscrição estadual, com o CNAE 6110-8/03 ou outro de telecomunicações aceito pela agência.

O valor baixo engana quem faz a conta só por ele. O preço público abre a porta, mas não cobre os documentos, a descrição da rede nem as taxas que passam a correr depois; o guia sobre o que é outorga Anatel explica o que a autorização cobre e o que ela não é.

A parte técnica do pedido, com rede, estações, equipamentos e área atendida, é o que o apoio técnico à outorga SCM prepara. A taxa da agência é paga pelo provedor, direto a ela.

Em que momento o provedor paga a outorga SCM

O pagamento vem no meio do processo, não no começo. A página do serviço no gov.br estima de 31 a 60 dias corridos para todo o caminho [CONFIRMAR valor vigente].

  1. Pedido: o provedor envia a documentação jurídica, técnica, econômica e fiscal pelo sistema da Anatel.
  2. Pagamento: com o pedido apto, a agência emite a cobrança do preço público e o provedor envia o comprovante.
  3. Ato de autorização: a Anatel publica o ato, e o provedor comprova a regularidade fiscal com Fazenda Federal, FGTS e a própria agência.

Taxas depois da outorga: TFI, TFF e contribuições

Depois de autorizado, o provedor passa a pagar taxas por estação e contribuições sobre a receita. Diferente do preço público, elas voltam todo ano e crescem junto com a rede.

Custos recorrentes de um provedor com outorga SCM, com a base de cálculo de cada um
ItemBase de cálculoQuando se pagaOnde está a regra
TFICada estação licenciada, pelo valor da tabelaUma vez, no licenciamento da estaçãoLei 5.070/1966 [CONFIRMAR na norma]
TFF33% do valor da TFI de cada estaçãoTodo ano, até 31 de marçoLei 5.070/1966, art. 8º [CONFIRMAR na norma]
Fust1% da receita operacional bruta, sem ICMS, PIS e CofinsPeriodicidade definida em regulamentoLei 9.998/2000, art. 6º [CONFIRMAR na norma]
Funttel0,5% da receita operacional brutaPeriodicidade definida em regulamentoLei 10.052/2000 [CONFIRMAR na norma]

O valor da TFI por estação de SCM está na tabela aplicada pela Anatel: [CONFIRMAR valor vigente na tabela da Anatel]. Como a TFF é uma porcentagem dela, a conta anual cresce com cada POP, torre ou enlace que entra no cadastro.

Como estimar a taxa anual das estações do seu provedor

A estimativa sai de dois números que o provedor já tem: quantas estações estão ou vão estar licenciadas e o valor da TFI de cada tipo. Faça a conta antes do pedido, para o primeiro boleto não virar surpresa.

  1. Inventário: liste POPs, torres e enlaces que entram como estação, separando rádio e fibra [CONFIRMAR na norma].
  2. Valor unitário: confira na tabela da Anatel a TFI de cada tipo de estação da lista.
  3. Conta anual: multiplique a quantidade de cada tipo pela TFI dele e aplique os 33% da TFF.
  4. Calendário: reserve o total para março e confira as estações cobradas contra o inventário.

O calendário regulatório para provedores junta essa data com as demais obrigações do ano.

Fust e Funttel na conta de cada mês

As contribuições incidem sobre o faturamento do serviço, e não sobre a rede. Somadas, Fust e Funttel levam 1,5% da receita operacional bruta, com as exclusões que cada lei prevê [CONFIRMAR na norma].

Para estimar, pegue o faturamento mensal de internet, tire os tributos excluídos pela lei e aplique a soma das duas alíquotas. O número pequeno por mês vira valor relevante no ano, e o contador precisa dele no fluxo de caixa desde o primeiro mês com outorga.

Custos fora da Anatel no pedido de outorga

O pedido de outorga tem três frentes, e cada uma tem um profissional. Contador e advogado cuidam da parte documental; a parte técnica descreve a rede que vai prestar o serviço.

  • Contador: atividade no CNPJ, inscrição estadual, certidões e, depois, a apuração das contribuições sobre a receita.
  • Advogado: contrato social, declarações exigidas e respostas formais à agência quando houver exigência.
  • Parte técnica: rede, POPs, meios de acesso, equipamentos e área atendida, coerentes com o que existe em campo.
  • Ajustes na rede: troca de equipamento sem homologação e organização do inventário, quando faltam antes do pedido.

Na parte técnica, a Táquion Tech prepara a descrição da rede e o inventário de estações e não faz a parte documental. Valor da parte técnica: [PREENCHER faixa de preço da Táquion Tech].

Quer a parte técnica do pedido pronta e coerente?

No apoio à outorga SCM, um Especialista levanta a rede, organiza estações e equipamentos e entrega a descrição técnica que o seu contador e o seu advogado vão usar.

Pedir proposta de apoio técnico à outorga SCM

A declaração de pessoal técnico pesa no custo?

Na qualificação técnica, a página oficial pede uma declaração de aptidão e de pessoal técnico adequado e disponível. O custo não está na declaração, e sim em ter, de fato, quem responda pela rede quando a agência perguntar.

Provedor que declara equipe técnica e não consegue explicar a própria rede numa fiscalização paga duas vezes: no apoio de última hora e no prazo perdido.

Exemplo: dois provedores pedindo a mesma outorga SCM

Os dois pagam o mesmo preço público, e a conta final fica muito diferente. O que separa um do outro é o estado da rede e dos papéis no dia do pedido.

O primeiro atende uma cidade só com fibra, tem inventário atualizado e todos os equipamentos homologados. O segundo tem fibra na cidade, rádio na zona rural e comprou a rede de outro provedor, sem histórico do que estava cadastrado.

  1. Provedor com tudo em ordem: paga o preço público, os honorários do contador e do advogado e uma parte técnica curta, porque o levantamento já existe.
  2. Provedor com rádio e rede comprada: soma o levantamento das torres, a troca de rádios sem certificado e mais estações para licenciar, com TFI e TFF de cada uma.
  3. O que pesou: o número de estações e a falta de documentação, e não o preço da autorização.
  4. Efeito no ano seguinte: o segundo provedor tem uma TFF anual maior, porque cada torre e cada enlace entram na conta.

Quanto custa operar sem outorga SCM?

Operar sem outorga custa mais que pedir, mas a conta aparece de uma vez. Corte de link, multa e negócio travado são as três formas mais comuns.

Fornecedores de link passaram a pedir a outorga antes de manter o contrato, e quem não tem corre risco de corte [CONFIRMAR na norma]. O guia sobre link cortado sem outorga mostra o que fazer quando isso já aconteceu.

  1. Receita parada: multiplique os assinantes pelo valor médio da mensalidade e pelos dias que a rede ficaria sem link.
  2. Cancelamentos: estime quantos clientes trocariam de provedor depois de uma queda longa e quanto cada um deixa de pagar no ano.
  3. Venda ou fusão: quem compra um provedor confere a outorga, e a falta dela derruba o valor ou trava o negócio.

Compare o resultado com os R$ 400,00 do preço público e com o custo do pedido bem feito. Para quase todo provedor, a autorização é a conta menor dessa comparação.

Erros comuns: quando a economia na outorga vira prejuízo

A economia vira prejuízo quando o provedor pede a outorga com dados que não batem com a rede. A exigência da agência atrasa o ato e a correção custa mais que fazer certo da primeira vez.

  • Pedido no CNPJ errado: a autorização fica com a empresa que pediu, e não com a que fatura o serviço.
  • Rede descrita de memória: POPs e municípios que não existem, ou que faltam, geram exigência.
  • Esquecer as estações: a outorga sai, mas as estações sem cadastro continuam irregulares.
  • Ignorar as contribuições: a fatia da receita entra no caixa do primeiro ano e pega o provedor desprevenido.

Compare as propostas de apoio à outorga SCM por estes itens

  • Separa o que é taxa da agência do que é honorário ou serviço.
  • Diz quem cuida da parte documental e quem cuida da técnica.
  • Inclui o inventário de estações e a conferência de homologação.
  • Explica o que acontece se a agência devolver o pedido com exigência.
  • Não promete prazo de aprovação, que só a Anatel decide.

Proposta que mistura taxa e serviço ou promete aprovação esconde risco. Peça os itens separados e por escrito antes de escolher.

Quem ainda está montando o caminho completo, da outorga às obrigações seguintes, encontra a ordem dos passos no guia sobre como regularizar um provedor de internet.

Perguntas frequentes

A taxa de R$ 400 da outorga SCM é anual?

Não. O preço público pelo direito de exploração é pago uma vez, na etapa de autorização [CONFIRMAR valor vigente]. O que se repete todo ano é a taxa de funcionamento das estações.

Provedor pequeno paga as mesmas taxas que um grande?

O preço público é o mesmo, mas as taxas das estações e as contribuições crescem com a rede e com a receita. Na prática, provedor pequeno paga menos porque tem menos estações e fatura menos.

Preciso de contador e advogado para pedir a outorga?

A agência não exige que sejam contratados, mas a parte documental envolve contrato social, certidões e declarações. Por isso a maioria dos provedores usa os dois, junto com o apoio técnico.

Quanto tempo leva para sair a outorga SCM?

A página oficial do serviço estima de 31 a 60 dias corridos [CONFIRMAR valor vigente]. Pedido com exigência demora mais, por isso vale enviar a parte técnica coerente desde o começo.

A Táquion Tech paga as taxas em nome do provedor?

Não. As taxas são pagas pelo provedor direto à Anatel, e a Táquion Tech cuida só da parte técnica do pedido, com a autorização sempre no CNPJ da sua empresa.

Thiago Manoel

Responsável técnico da Táquion Tech · Registro profissional [PREENCHER]

Mais de 15 anos em operações de rede, com gestão de infraestruturas de TI, administração de data centers e condução de equipes em migrações de TI e telecomunicações, com foco em alta disponibilidade e segurança.

A Táquion Tech é uma empresa de engenharia de redes de Balneário Camboriú (SC) que projeta, opera e dá suporte a redes de provedores de internet e de empresas.

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Fontes

  1. Obter autorização para prestar serviço de acesso à internet fixa, gov.br: preço público de R$ 400,00, etapas, documentos e prazo estimado do pedido
  2. Lei nº 5.070/1966, Fundo de Fiscalização das Telecomunicações: art. 8º, taxa de funcionamento anual de 33% da taxa de instalação, paga até 31 de março
  3. Lei nº 9.998/2000, Fust: art. 6º, inciso IV, contribuição de 1% sobre a receita operacional bruta

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Thiago ManoelResponsável técnico